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Leia o texto para responder à questão.
Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
Na frase contida no 4º parágrafo “Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação.”, os verbos destacados estão no tempo passado. Passando-os para o futuro, tem-se corretamente:
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Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas com sentido figurado.
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Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar que Jorge
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Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
Conforme o texto, ao descobrir que era seu aniversário de casamento, Luísa
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Agulha de crochê
Quando Jorge ligou para a esposa, perguntando se ela já estava pronta para sair, a emoção na voz dele perturbou-a um pouco. Por que ele insistia tanto em jantar fora, justo no dia em que os dois mais trabalhavam?
Luísa estava saindo de casa para encontrar o marido, que a esperava na porta do prédio, quando um vizinho lhe disse:
— Oi, Luísa! Então vocês estão fazendo aniversário de casamento hoje, hein? Vi o Jorge lá embaixo e ele me contou. Parabéns!
Luísa engoliu em seco e não conseguiu disfarçar a inquietação. Era isso! Aniversário de casamento! Como podia ter esquecido? Quinze anos de casados. E agora? Jorge a esperava no carro, possivelmente com um presente caro, como era seu costume. E ela nada tinha comprado. Nada! Nem um cartão.
Luísa entrou em casa novamente e começou a vasculhar as gavetas. Devia haver alguma coisa que serviria como presente. Viu então um objeto fininho que havia caído no chão: uma agulha de crochê. E decidiu que esse seria o presente pelos quinze anos de casamento.
Durante o jantar, Jorge entregou o pacote delicado: um belo diamante! E também um cartão e um pequeno álbum com fotos desses anos que estavam juntos.
Era chegada a vez de Luísa entregar o presente ao marido. Jorge abriu a caixa e encarou sério o conteúdo. Pegou a agulha de crochê, tentando entender o significado daquilo.
— Jorge, depois de quinze anos, você não é capaz de interpretar o meu sentimento? Eu poderia ter comprado um outro presente. Meditei muito sobre o meu amor por você para achar o símbolo exato para esta data.
— Ah, Luísa, me perdoe! Como eu fui idiota! É lógico que essa agulha é um presente incrível, pois não se tece uma relação de quinze anos se não for ponto a ponto, todos os dias. O mínimo que eu posso fazer, neste momento, é aprender com sua postura tão sábia e livrá-la deste presente fútil e comum que lhe dei. Fique com a caixinha, símbolo de tantos momentos maravilhosos que guardamos juntos. Amanhã mesmo vou até a loja e devolvo esta joia. Fazer o quê? ...
(Sueli de Brito Salles. Agulha de crochê. In: Márcia Lígia Guidin (Org.) NÓS, o gato e outras histórias. São Paulo: Miró Editorial, 2011. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que Luísa
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses substitui corretamente a expressão.
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Uma das falhas na comunicação interpessoal é interpretar de forma equivocada o que o interlocutor disse. Uma das técnicas atuais para se evitar esse ruído, permitindo que o ouvinte seja capaz de interpretar corretamente e assimilar todo o conteúdo que é expresso pelo interlocutor, é chamada de escuta
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Em um ambiente de trabalho como o escritório, há uma diferenciação entre funções de rotina administrativa e funções gerenciais. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que se refere à(às) função(ões) administrativa(s).
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Um usuário do MS-Windows 10, em sua configuração padrão, abre um arquivo TXT por meio do aplicativo Bloco de Notas e resolve utilizar o recurso Substituir.
O atalho por teclado que aciona a função Substituir, conforme o enunciado, é:
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Um usuário cria um novo documento de texto, vazio, no MS-Word 2016, em sua configuração padrão, e executa as operações a seguir, na ordem em que são descritas.
1 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
2 – Clica no ícone Negrito.
3 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
4 – Clica no ícone Itálico.
5 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
6 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
7 – Clica no ícone Sublinhado.
8 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
9 – Clica no ícone Negrito.
10 – Digita uma palavra e um espaço em branco.
11 – Clica no ícone Justificar.
Após executar todas as operações descritas, a quantidade de palavras em Negrito é:
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