Foram encontradas 100 questões.
Um anagrama de uma palavra é obtido ao trocar a ordem de suas letras. Colocando em ordem alfabética todos os anagramas da palavra MILITAR, a posição ocupada pela palavra MILITAR é a:
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Numa planilha Excel as células têm os seguintes valores:
B1=12, B2=8 e B3=16.
O resultado da fórmula seria:
=PAR (5) +(SOMA (B1:B3))/B1+1
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Computadores operam baseados em dígitos binários (bits) organizados de forma octal e hexadecimal.
As formações de dígitos binários abaixo, organizados de forma hexadecimal, que representa o valor decimal 8 é:
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Considerando o lançamento consecutivo de uma moeda não viciada, a probabilidade de em três lançamentos termos pelo menos duas caras é:
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Observando o calendário de 2022, sabe-se que o dia 18 de Setembro cairá em um domingo. Sabendo que o ano de 2020 foi um ano bissexto, o dia 18 de Setembro de 2030 cairá em uma:
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Considere verdadeiras as afirmações I, II e III:
I. Se Ana é veterinária, então Bruna é engenheira.
II. Se Carol é arquiteta, então Bruna não é engenheira.
III. Se Carol não é arquiteta, então Beatriz é biólogaI
V. Se Beatriz é bióloga, então Mariana é advogada.
Considere como falsa a afirmação a seguir:
V. Se Bárbara é programadora, então Beatriz é bióloga.
A partir dessas informações é correto afirmar que:
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A sequência numérica a seguir segue um padrão lógico matemático. O próximo elemento da sequência é:
1 - 4 - 27 - 256 - …
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Três irmãos criaram um dialeto próprio para poderem se comunicar sem que as outras pessoas entendessem o que estão falando. Nesse dialeto é usado o alfabeto grego e a ordem das palavras é de forma aleatória. Considere as seguintes traduções:
cavalo preto branco elefante = beta alfa sigma delta macaco azul vermelho girafa = gama epsilon lambda tau cavalo azul branco leão = tau omega delta sigma
macaco preto vermelho elefante = lambda alfa epsilon beta
A partir das afirmações acima podemos considerar que neste novo dialeto a tradução para “girafa branco azul elefante” é:
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Cordão dos come-saco
Em Londres, que ultimamente não tem sido uma capital das mais britânicas (ou talvez os britânicos é que não sejam tão londrinos assim, sei lá), vai se inaugurar uma exposição internacional de embalagem. Até aí, tudo normal, como dizem os anormais. Há, no entanto, uma nova indústria que se fará representar nessa exposição, que está causando a maior curiosidade: a dos sacos comestíveis.
Como, minha senhora, de quem é que é o saco? Calma, madama, eu já chego lá. A indústria foi inspirada na salsicha e isto dito assim fica meio sobre o jocoso, mas torno a explicar que, com vagar, se chega ao saco. É o seguinte: não sei se vocês já repararam que as salsichas, ultimamente, não têm mais aquela pele indigesta que a gente comia antigamente e ficava trocando seu reino por um bicarbonato. Hoje em dia, a pele das salsichas é fininha, e a gente come sem o menor remorso estomacal posterior.
Pois essa pelinha, irmãos, é de matéria plástica comestível. Foi inventada por um Thomas Edison das salsichas e aprovou num instante. E baseada nessa aprovação é que uma fábrica de embalagens estudou a possibilidade de fazer sacos para carregar comida das mercearias para o lar, capazes de serem comidos, isto é, um saco de matéria plástica parecida com o das salsichas, que seriam vendidos aos armazéns e utilizados pelos fregueses para transportar a mercadoria comprada. Entenderam, ou tem leitor retardado mental?
Agora, que fica bacaninha, isto fica. Num instante vão aparecer os estetas dos refogados, para melhor aproveitamento do saco (...), e os jornais , nas suas seções dominicais de culinária, terão títulos como este: “Saquinho de siri”, “Saco au champignon”, “Saco à la façon du chef”, etc, etc.
E parece até que aqui o neto do Dr. Armindo está vendo uma dessas grã-finas, sempre mais preocupadas com o aspecto exterior do que com o aspecto interior, fazendo um rigoroso regime alimentar e dizendo para a empregada, quando esta volta do mercadinho com as compras:
- Para mim não precisa preparar almoço, não. Eu como só o saco.
PONTE PRETA, Stanislaw
Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta uma linguagem informal, coloquial, é:
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Cordão dos come-saco
Em Londres, que ultimamente não tem sido uma capital das mais britânicas (ou talvez os britânicos é que não sejam tão londrinos assim, sei lá), vai se inaugurar uma exposição internacional de embalagem. Até aí, tudo normal, como dizem os anormais. Há, no entanto, uma nova indústria que se fará representar nessa exposição, que está causando a maior curiosidade: a dos sacos comestíveis.
Como, minha senhora, de quem é que é o saco? Calma, madama, eu já chego lá. A indústria foi inspirada na salsicha e isto dito assim fica meio sobre o jocoso, mas torno a explicar que, com vagar, se chega ao saco. É o seguinte: não sei se vocês já repararam que as salsichas, ultimamente, não têm mais aquela pele indigesta que a gente comia antigamente e ficava trocando seu reino por um bicarbonato. Hoje em dia, a pele das salsichas é fininha, e a gente come sem o menor remorso estomacal posterior.
Pois essa pelinha, irmãos, é de matéria plástica comestível. Foi inventada por um Thomas Edison das salsichas e aprovou num instante. E baseada nessa aprovação é que uma fábrica de embalagens estudou a possibilidade de fazer sacos para carregar comida das mercearias para o lar, capazes de serem comidos, isto é, um saco de matéria plástica parecida com o das salsichas, que seriam vendidos aos armazéns e utilizados pelos fregueses para transportar a mercadoria comprada. Entenderam, ou tem leitor retardado mental?
Agora, que fica bacaninha, isto fica. Num instante vão aparecer os estetas dos refogados, para melhor aproveitamento do saco (...), e os jornais , nas suas seções dominicais de culinária, terão títulos como este: “Saquinho de siri”, “Saco au champignon”, “Saco à la façon du chef”, etc, etc.
E parece até que aqui o neto do Dr. Armindo está vendo uma dessas grã-finas, sempre mais preocupadas com o aspecto exterior do que com o aspecto interior, fazendo um rigoroso regime alimentar e dizendo para a empregada, quando esta volta do mercadinho com as compras:
- Para mim não precisa preparar almoço, não. Eu como só o saco.
PONTE PRETA, Stanislaw
Indique a alternativa correta quanto à concordância verbal.
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