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Foram encontradas 80 questões.

1367149 Ano: 2009
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

De acordo com a Política Pesqueira do Estado do Amapá (Lei No. 142 de 29 de dezembro de 1993) é CORRETO afirmar que

 

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1367014 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

O “mince” é a fração comestível do pescado separada mecanicamente, que além de possibilitar a utilização do peixe nas diversas fases do crescimento, sem necessitar de padronização de tamanho, pode ser utilizada para agregar valor ao produto. A alternativa que melhor estabelece a ordem das etapas envolvidas na elaboração do “mince” é a

 

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A criação dos territórios federais pelo presidente Getúlio Vargas se deu por imperativos geopolíticos. Sobre a criação do Território Federal do Amapá é correto afirmar que:

I. A máquina administrativa do território só foi instalada em Macapá depois que a capital foi transferida da cidade de Amapá para Macapá, devido a sua localização geográfica o que tornava difícil o seu acesso, só podendo ser alcançada por via aérea ou marítima.

II. Entre os interesses que envolveram a criação do Território Federal do Amapá, encontra-se o econômico, pois o Amapá possui uma localização privilegiada, sendo a porta de entrada do Rio Amazonas. Assim, a administração direta da região daria ao Governo Federal um maior controle das riquezas da Amazônia.

III. A criação do Território Federal do Amapá visava estabelecer um sistema mais adequado de segurança das fronteiras,com um efetivo povoamento da área e a expansão econômica.

IV.Não houve controvérsias sobre os limites do território com o estado do Pará, pois no momento de sua criação foi definido inclusive quais as ilhas e arquipélagos que fariam parte das terras amapaenses.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas:

 

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Enunciado 1365973-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

Sobre o sujeito discursivo principal do texto podemos inferir que

 

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1363669 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Em todo o território nacional há algumas restrições à pesca em águas interiores, sendo proibidos por lei, certos métodos e artes para pesca, tais como:

 

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1360585 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Um inventário da ictiofauna dos lagos Novo, Pracuúba, Piratuba e Duas Bocas e rios Araguari, Flexal, Tartarugalzinho e Sucuriju (estado do Amapá) foi conduzido pela pesquisadora do IEAP-AP, Cecile S. Gama. Este estudo identificou 87 espécies para a bacia do rio Araguari, 47 para a bacia do rio Sucuriju e 102 espécies para a região dos lagos Pracuúba, Novo e Duas Bocas. Em toda a amostragem foi encontrado um total de 168 espécies. Algumas espécies foram restritas a algumas bacias, no entanto, isso não pôde ser explicado por diferenças na qualidade da água, que se mostrou relativamente constante ao longo dos diferentes pontos amostrados.

Entre os peixes deste inventário se encontra tainhas, peixe pertencente ao gênero Mugil, bastante pescado em regiões costeiras no Brasil. Neste contexto, podemos afirmar que a tainha é um peixe

 

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1360524 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Na piscicultura intensiva com o aumento da densidade populacional e manejo inadequado tem sido frequente o surgimento de doenças infecciosas e parasitárias, com isso ocorre mortalidade de peixes.

Assim, qual a atitude mais correta deve ser adotada pelos piscicultores?

 

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Enunciado 1359318-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

O autor conclui o texto informando que

 

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1357121 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A produção de peixes é 79% de todo o pescado brasileiro produzido; camarões marinhos 13,6%; mexilhões 6,8%; rãs 0,3% e ostras 0,3% (Fonte: Valenti et al., 2000).

Neste contexto, é CORRETO afirmar que o estado do Amapá

 

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1356935 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A figura abaixo ilustra o esforço de pesca (f) e o nível do rio no período junho a maio (ciclo anual), no médio Rio Madeira (AM), região de Manicoré. Para este esforço de pesca, as embarcações usadas foram canoa e barcos de pesca motorizados.

Enunciado 1356935-1

Fonte: Cardoso & Freitas (2007).

Analisando esta figura é correto afirmar que:

 

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