Magna Concursos

Foram encontradas 1.493 questões.

Enunciado 1355257-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

Considere as proposições seguintes e julgue os itens abaixo. A expressão “Caminho natural” foi empregada no sentido de

I - caracterizar o rio São Francisco.

II – mostrar o que o rio São Francisco representa para todas as regiões do país.

III – indicar que o rio São Francisco é como um elo de ligação entre algumas regiões brasileiras.

ESTÁ (ÃO) CORRETA (S)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355227 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

“Se por um lado a área ambiental do governo firma compromissos para reduzir as emissões de gás carbônico por meio da queda do desmatamento, do outro o planejamento do setor elétrico prevê mais geração termoelétrica, considerada uma energia mais poluente. Análises de técnicos do próprio governo indicam que as emissões de CO2 dessas novas usinas saltarão dos atuais 14 milhões de toneladas para 39 milhões em 2017” (Acessado em www.ambientebrasil.com.br em agosto de 2009). Preocupados com esta questão, os cientistas estão buscando maneiras de minimizar as futuras emissões.

Assinale a única alternativa que apresenta as proposições CORRETAS quanto às estratégias para mitigar as futuras emissões de CO2:

I- Reação do gás carbônico com oxigênio do ar, para produção de carbono e água. Processo chamado de Reação de Claus.

II- Extrair o dióxido de carbono disperso na atmosfera e depositá-lo em solos inférteis, através da chamada fertilização com ferro.

III- Remover quimicamente o gás carbônico dos gases de exaustão das usinas termoelétricas e separá-los através de diversas técnicas como: absorção química reversível, adsorção reversível sobre um suporte sólido, separação com membranas, ou condensação e retirada do gás do ar.

IV- Remover o dióxido de carbono da atmosfera por meio de plantações de florestas, as quais absorveriam e isolariam temporariamente o CO2.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355148 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Ao tomar uma amostra de 40 pessoas e observar o número de cáries que apresentam, foram registrados os seguintes dados:

Número de cáries 1 2 3 4 5 6 7 8
Número de pessoas 2 6 10 5 10 3 2 2

Marque a opção que mostra a média aritmética

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355146 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Para a localização da fossa séptica e sumidouro e evitar a contaminação pelos dejetos a distância entre o poço para captação de água, varia com o tipo de solo e deve ser determinada localmente, mas em regra geral podemos determinar uma distância mínima de segurança de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Enunciado 1355099-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

De acordo com os pesquisadores, os resultados verificados revelam que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355097 Ano: 2009
Disciplina: Estatística
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A tabela abaixo mostra a informação com relação aos salários no governo do Estado do Amapá.

O salário que é pago a pelo menos à metade dos empregados é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355077 Ano: 2009
Disciplina: Antropologia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

O processo de reconhecimento e legalização de terras quilombolas foi possível no Brasil, a partir da criação do art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, na Constituição Federal de 1988. O Decreto n. 4.887, de 20 de novembro de 2003, regulamenta o processo de regularização das terras quilombolas.

Os procedimentos de regularização, de acordo com o Decreto citado no enunciado são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1355029 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Cada biblioteca possui características próprias que acabam por definir formas diferenciadas de gerência, a qual deve estar em consonância com os objetivos institucionais. No que se refere à formação e desenvolvimento de suas coleções pode-se dizer que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1354908 Ano: 2009
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Uma das diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) é o estímulo das ações intersetoriais com vistas ao acesso universal aos alimentos.

Em relação à articulação intersetorial, analise as proposições e marque a alternativa que apresenta as finalidades da parceria com o Ministério da Agricultura e Abastecimento.

I – Identificar estratégias e programas agrícolas que tenham objetivos e metas nutricionais específicos e avaliar a capacidade destes para a melhoria da nutrição, tendo como referência o modelo agroecológico.

II – Avaliar tecnologias para a fortificação dos alimentos com iodo, ferro e vitamina A.

III – Analisar os níveis e padrões da produção local e da produção caseira de alimentos, e as práticas de armazenamento e conservação.

IV – Avaliar a eficiência da extensão agrícola, a capacidade e a disposição estacional de alimentos, a comercialização e as conexões entre o mercado rural e urbano.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1354899 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Sabendo-se que a distância entre duas localidades, medida sobre uma planta topográfica à escala de 1:12450,35 é de 3,92 dm, é correto afirmar que o valor real desta distância em hectômetros (hm) será a única alternativa abaixo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas