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Disponível em:<http://www.google.com.br/search?q=tirinha+sobre+legislaçao+educacional+brasileira&bav=on.2,or.r_qf.&biw=1280&bih=675& bvm=pv.xjs.s.en_US.5T6bx5-0vDE>. Acesso em: 21 ago. 2013.
Considerando-se as preocupações das duas personagens da tirinha, marque V para as assertivas verdadeiras e F, para as falsas.
( ) No quadrinho III, a fala da personagem revela a importância da educação que desperta interesse e provoca sentimentos, sensações e desejos.
( ) Com práticas pedagógicas que promovam a interdisciplinaridade e a contextualização, o aluno será mais do que um espectador, ele passará a ter um papel central, será o protagonista que pode resolver problemas e mudar a si mesmo e o mundo ao seu redor.
( ) A evidência de que é possível a interdisciplinaridade encontra-se expressa no quadrinho IV.
( ) Para que o ambiente de aprendizagem contextualizada seja eficaz e o aluno sinta prazer e gosto pelo conhecimento, entendendo sua importância, o professor precisa definir o tratamento a ser dado ao conteúdo que será ministrado e, depois, tomar as decisões didáticas e metodológicas necessárias.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Disponível em: <http://unisinos.br/blogs/formacao
-docente/2012/01/26/desafio-i-como-produzir-sujeitos-autonomos-no-ensino-superior> Acesso em: 20 ago. 2013.
A partir da análise da figura apresentada, pode-se inferir a necessidade da educação assumir o seu papel de formadora do indivíduo
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MUITO bem, turma! Disponível em:<
http://www.google.com.br/ imgres?q=cartoon+sala+de+aula&sa=X&biw=1280&bih= 523&tbm=isch&tbnid=ezBbt2LJ7sOtjM:&imgrefurl>. Acesso em: 14 ago. 2013.
A análise do cartum em comparação com o que preconizam os PCNs em relação ao novo perfil do professor, no texto anterior, permite concluir que
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
A partir da análise da organização estrutural do texto, é correto afirmar:
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
Quanto à acepção que a palavra assume no contexto, é correto afirmar que
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
O uso das vírgulas está devidamente justificado no fragmento transcrito em
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Há músicas que dão prazer. Mas a alegria é muito mais que prazer. O prazer é coisa humana, deliciosa. Mas é criatura do primeiro olho, onde moram as coisas do tempo, efêmeras, que aparecem e logo desaparecem. A alegria, ao contrário, é criatura do segundo olho, das coisas eternas que permanecem. Superior ao prazer, a alegria tem o poder divino de transfigurar a tristeza.(Rubem Alves, 2008).

Disponível em:<http://www.google.com.br/search?q=tirinha+sobre+legislaçao+educacional+brasileira&bav=on.2,or.r_qf.&biw=1280&bih= 675&bvm=pv.xjs.s.en_US.5T6bx5-0vDE>. Acesso em 21 ago.2013.
Com base nos conhecimentos sobre a LDB (Lei nº 9394/96) e a Lei nº11.769/2008, associados ao texto e à ilustração apresentados, pode-se afirmar:
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Disponível em: <http://unisinos.br/blogs/formacao
-docente/2012/01/26/desafio-i-como-produzir-sujeitos-autonomos-no-ensino-superior> Acesso em: 20 ago. 2013.
Com base na sequência do contexto desenvolvido na figura, marque V para as proposições que traduzem o princípio formador do sujeito protagonista da sua própria história e com F, as demais.
( ) Educar para a participação é criar espaços para que o indivíduo possa empreender a construção de seu ser.
( ) A vivência de valores, como a tolerância, respeito mútuo, cooperação e alteridade, são pressupostos da escola tradicional.
( ) A autonomia para a aprendizagem pressupõe uma relação dinâmica entre formação, conhecimento, participação, compromisso e criatividade.
( ) Os mecanismos de fortalecimento da perspectiva de educar para uma cidadania ética e responsável e para a valorização das expressões dos indivíduos conduzem para formação do sujeito crítico e reflexivo.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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FREIRE, Paulo. Disponível em:
<http://www.google.com.br/ imgres?q=sobre+Paulo+Freire&start=278&hl=pt-BR&biw=1280 &bih=BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=BWn_UELdhq4_SM:& imgrefurl>. Acesso em: 14 ago. 2013.
Assinale V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
De acordo com esse pensamento de Paulo Freire, as classes dominantes
( ) procuram defender a ordem social vigente no país.
( ) têm como preocupação maior a manutenção do status quo.
( ) tentam evitar críticas pelo fato de nem sempre serem justas.
( ) buscam impedir mudanças de forma desordenada e destrutiva.
( ) cuidam para que não se analisem, criticamente, as injustiças sociais.
( ) têm como preocupação maior a manutenção do status quo.
( ) tentam evitar críticas pelo fato de nem sempre serem justas.
( ) buscam impedir mudanças de forma desordenada e destrutiva.
( ) cuidam para que não se analisem, criticamente, as injustiças sociais.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
O termo transcrito cujo referente, no contexto em que se insere, deixa de ter como o substantivo “professor” é o transcrito em
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