Foram encontradas 388 questões.
1748935
Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O trabalho em altura é considerado uma das atividades mais perigosas no meio profissional, trazendo uma estatística elevada de acidentes. Os cintos de segurança para trabalhos em altura são os mais adequados quando utilizados de forma correta. Com relação à utilização dos cintos de segurança, é correto afirmar que:
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No que diz respeito aos objetivos globais da auditoria de sistemas de informação, deve-se observar que as transações processadas podem ser validadas. Assim, um módulo de consistência de entrada de dados pode auxiliar na verificação dos dados-fonte, atentando para sua veracidade. Isso é fundamental para evitar que dados não qualificados sejam alimentados nos sistemas, gerando transações inválidas. Esse objetivo é conhecido por:
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Estudo de crânios serviu como base à falha ciência do racismo
Médico do século XIX conquistou intelectuais ao criar
justificativa para uma suposta superioridade dos brancos
RIO - A banana atirada no jogador Daniel Alves durante um jogo do Barcelona e as declarações racistas do dirigente de um clube de basquete americano provocaram repúdio mundial esta semana, mas as manifestações preconceituosas seriam vistas com naturalidade pelo médico americano Samuel George Morton. Ele angariou fama em seu país e na Europa no século XIX disseminando a teoria de que a superioridade racial é corroborada pelo estudo dos crânios. Aqueles de estrutura mais complexa e avançada, um sinal inegável de inteligência e maior capacidade de raciocínio, seriam os de caucasianos. Seu argumento resistiu por 150 anos. Foi analisado por figuras como Charles Darwin, convenceu abolicionistas e só foi definitivamente desmantelado na década de 1980, embora as manifestações racistas persistam.
– Ele fez amizades com as pessoas certas, aquelas que realmente importavam – conta o historiador James Poskett, que lidera as pesquisas de Cambridge. – Morton produziu apenas 500 cópias de “Crania americana” e distribuiu para pessoas influentes como antropólogos famosos na Inglaterra e editores de revistas científicas americanas. Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia.
Morton, então, ganhou as graças da elite intelectual do Velho Mundo. Sua obra foi assumidamente uma inspiração para autores de livros como “Crania Britannica” e “Crania Germanica” e ainda para os trabalhos do italiano Cesare Lombroso, de 1876, que partia de características físicas do crânio para determinar criminosos. Até o evolucionista (e abolicionista) Charles Darwin, que leu o texto de Morton, considerou-o uma “autoridade” na discussão racial, embora não tenha usado nada dos seus estudos nos trabalhos que fez. Muito pelo contrário.
O elogio ao racismo de Morton só desabou em 1981, quando o evolucionista Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro “A falsa medida do homem”, demonstrando que não havia relação entre as raças e seus níveis de inteligência. Ainda assim, mesmo sem qualquer suporte acadêmico, não faltam convictos de que brancos e negros ocupam polos opostos. E, 175 anos depois de “Crania americana”, entre bananas e o basquete, surge mais uma polêmica que desafia a razão: a ideia, errada, de que somos todos macacos.
Renato Grandelle
(Adaptado de O GLOBO, 03/05/2014) (https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/estudo-de-
cranios- serviu-como-base-falha-ciencia-do-racismo-12370323)
A palavra “países” recebe acento gráfico pelo mesmo motivo de:
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Em relação às flores, é correto afirmar que:
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A American Library Association (ALA) definiu níveis de coleção para descrever a cobertura dos assuntos.
Aquele que corresponde a todos os trabalhos significativos da área é o nível:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Definições, Limites e Recondução da Dívida (arts. 29 ao 31)
A Lei de Responsabilidade Fiscal busca o equilíbrio fiscal, estabelecendo meios de contenção da despesa e restrição ao crescimento da dívida pública. O compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título caracteriza a seguinte forma de financiamento do Estado:
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1738295
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SELECON
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No ano de 2017 e início de 2018, as expressões – #me too e #não é não – se tornaram formas simbólicas do protesto e se multiplicaram nas redes sociais e nas reportagens de jornais e televisão, internacionais e nacionais. O assédio sexual de mulheres não é uma novidade histórica; o que surpreendeu foi a atual reação das mulheres que evidencia a intenção coletiva de revelar os sentimentos de constrangimento, de opressão, de medo e de vergonha que sentem quando sofrem um assédio sexual.
A intensificação reativa das mulheres de se manifestarem e contarem que sofreram assédio sexual no trabalho e/ou nos espaços públicos subentende o objetivo de:
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Uma instituição de ensino superior ofereceu exatamente três cursos de verão: X, Y e Z. Ao fim das inscrições, verificou-se que:
- aqueles que se inscreveram no curso Y não se inscreveram para o curso Z;
- todos que se inscreveram para o curso X se inscreveram também para o curso Y;
- a inscrição de Paulo não foi para o curso Y.
Então é verdade que Paulo:
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What has come to be termed the New Literacy Studies (NLS) (Gee, 1991; Street, 1996) represents a new tradition in considering the nature of literacy, focusing not so much on acquisition of skills, as in dominant approaches, but rather on what it means to think of literacy as a social practice (Street, 1985). This entails the recognition of multiple literacies, varying according to time and space, but also contested in relations of power.
[
]
To address these issues ethnographically, literacy researchers have constructed a conceptual apparatus that both coins some new terms and gives new meanings to some old ones. My own work, for instance, begins with the notion of multiple literacies, which makes a distinction between autonomous and ideological models of literacy (Street, 1985) [
]. The standard view in many fields, from schooling to development programs, works from the assumption that literacy in itselfautonomouslywill have effects on other social and cognitive practices. Introducing literacy to poor, illiterate people, villages, urban youth etc. will have the effect of enhancing their cognitive skills, improving their economic prospects, making them better citizens, regardless of the social and economic conditions that accounted for their illiteracy in the first place. I refer to this as an autonomous model of literacy. The model, I suggest, disguises the cultural and ideological assumptions that underpin it so that it can then be presented as though they are neutral and universal and that literacy as such will have these benign effects.
Research in NLS challenges this view and suggests that in practice literacy varies from one context to another and from one culture to another and so, therefore, do the effects of the different literacies in different conditions. The autonomous approach is simply imposing western conceptions of literacy on to other cultures or within a country those of one class or cultural group onto others.
The alternative, ideological model of literacy, offers a more culturally sensitive view of literacy practices as they vary from one context to another. This model starts from different premises than the autonomous model- it posits instead that literacy is a social practice, not simply a
technical and neutral skill; that it is always embedded in socially constructed epistemological principles. It is about knowledge: the ways in which people address reading and writing are themselves rooted in conceptions of knowledge, identity, and being. It is also always embedded in social practices, such as those of a particular job market or a particular educational context and the effects of learning that particular literacy will be dependent on those particu- lar contexts. Literacy, in this sense, is always contested, both its meanings and its practices, hence particular versions of it are always ideological, they are always rooted in a particular world-view and in a desire for that view of literacy to dominate and to marginalize others (Gee, 1991; Besnier & Street, 1994). The argument about social literacies (Street, 1995) suggests that engaging with literacy is always a social act even from the outset. The ways in which teachers or facilitators and their students interact is already a social practice that affects the nature of the literacy being learned and the ideas about literacy held by the participants, especially the new learners and their position in relations of power. It is not valid to suggest that literacy can be given neutrally and then its social effects only experienced afterwards.
STREET, B. Whats new in New Literacy Studies: Critical Approaches to Literacy in theory and practice.
Current Issues in Comparative Education, Teachers College, Columbia University, Vol. 5(2), pp. 77-91.
Em relação ao modelo ideológico de letramento, apresentado no terceiro parágrafo do Texto, pode-se afirmar que:
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A vacina é o imunobiológico que contém um ou mais agentes imunizantes (vacina isolada ou combinado) sob diversas formas: bactérias ou vírus vivos atenuados, vírus inativados, bactérias mortas e componentes de agentes infecciosos purificados e/ou modificados quimicamente ou geneticamente. São vacinas atenuadas:
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