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- CNEResoluções do CNE/CEBResolução CNE/CEB 01/2012: Diretrizes Nacionais p/ Educação em Direitos Humanos
Segundo o artigo 2º da Resolução 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, essa educação refere-se ao uso de concepções e práticas educativas fundadas nos Direitos Humanos e em seus processos de:
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- Conceitos BásicosFundamentos de Segurança da Informação
- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
A segurança da informação engloba diversos conceitos, dos quais dois são caracterizados a seguir.
I - Está diretamente associado à capacidade de um sistema de permitir que alguns usuários acessem determinadas informações ao mesmo tempo em que impede que outros, não autorizados, a vejam.
II - Está diretamente associado à capacidade de um sistema de manter anônimo um usuário, impossibilitando o relacionamento entre o usuário e suas ações.
Os conceitos caracterizados em I e em II estão relacionados, respectivamente, aos seguintes termos:
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O programa do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) que administra uma rede de fornecimento de fotocópias e cópias digitalizadas, proporcionando materiais bibliográficos escassos e de difícil acesso ao usuário final chama-se:
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No contexto da segurança da informação, na classificação quanto à confidencialidade, um dos níveis estabelece as premissas a seguir descritas:
(I) A integridade é vital.
(II) Os ativos devem ter acesso restrito dentro da organização e protegidos do acesso externo.
(III) O acesso não autorizado às informações pode trazer comprometimento às operações da organização e causar perdas financeiras.
(IV) São exemplos os dados dos clientes, as senhas de acesso, as informações sobre vulnerabilidades da organização.
As premissas descritas indicam que são de Nível 3 e denominadas informação:
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Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica (DCN), na estruturação e no funcionamento das escolas indígenas é reconhecida sua condição de escolas com normas e ordenamento jurídico próprios, com ensino intercultural e bilíngue, visando:
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Considere que um empreendedor está desenvolvendo um plano de negócio para criar um restaurante na cidade de Goiânia, porém percebeu que nesta e em outras cidades não há um restaurante exclusivo para crianças. A estratégia genérica aplicada pelo empreendedor é a da seguinte categoria:
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Observe o código a seguir em JavaScript.

A sintaxe equivalente a esse código, mas que utiliza o conceito de operador condicional ternário, é mostrada na opção:
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Quando dois genes homólogos são originados por um evento de duplicação dentro do genoma de uma mesma espécie, ocupando diferentes posições no mesmo genoma, são chamados de:
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Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No quarto parágrafo, a menção a uma prática considerada corrente entre os alunos reforça uma característica do autor já discutida no texto. Essa característica se constrói por:
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Ficar grudado no smartphone é antissocial ou hipersocial?
Muitos estudiosos têm chamado atenção para as consequências do uso excessivo dos smartphones. Mas pesquisadores canadenses fizeram uma análise de diversos trabalhos publicados sobre o tema e concluíram que o fenômeno é simplesmente um reflexo do desejo profundo de se conectar com outras pessoas. Em outras palavras, eles sugerem que esse tipo de comportamento não é antissocial, e sim hipersocial.
Em artigo publicado em uma revista científica, Samuel Veissière e Moriah Stendel, da Universidade McGill, tentam mostrar que existe um lado positivo nessa mania das pessoas. Para eles, é preciso ter em mente que o que vicia não é o aparelho, e sim a conexão que ele proporciona.
Os autores observam que os humanos evoluíram como espécies exclusivamente sociais, que precisam do retorno constante dos outros para se guiar e saber o que é culturalmente apropriado. A interação social traz significado, objetivos e senso de identidade para as pessoas.
O problema é que essa sede por conexões, que é absolutamente normal e até saudável, muitas vezes se transforma num comportamento insalubre a hiperconectividade faz o sistema de recompensa no cérebro funcionar em ritmo exagerado e surge uma compulsão que pode trazer diversas consequências à saúde e aos próprios relacionamentos.
Eles também reforçam que é preciso fazer um esforço para não cair na cilada de se comparar com os outros, já que a realidade apresentada nas mídias sociais é distorcida. Ter isso sempre em mente é uma forma de evitar as consequências negativas das tecnologias móveis. A outra dica é guardar o aparelho durante os encontros reais já que eles são poucos, que sejam aproveita- dos ao máximo.
Jairo Bauer
(https://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2018/03/07/ficar-
grudado-no-smartphone-e-antissocial-ou-hipersocial/)
No título, o elemento que evidencia a polêmica em torno do assunto abordado é:
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