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Foram encontradas 388 questões.

1571850 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
From the 1980s on [ ], the community of researchers and teachers interested in the context of regular schools started reviewing the assumptions and logic of English Language Teaching (ELT). Recognizing that each and every school discipline needs to justify its presence in the curriculum socially and educationally, this movement identified the skill of reading as the most relevant one for the students attending the majority of Brazilian regular schools. [ ] This movement reached its climax with the publication of the Brazilian National Curricular Parameters (PCN) for the teaching of foreign languages at basic education level by the end of the 1990s. The document recommended the focus on the teaching of reading within a view of language as discourse. However, it did not close the door on the teaching of any other skill, as long as the context made it possible and relevant.
It is important at this point to clarify a few things about the emergence of this educational policy. First of all, it was not formulated apart from the community of teachers and researchers and then imposed upon them. On the contrary, great names in Brazilian Applied Linguistics, such as Luiz Paulo da Moita Lopes and Maria Antonieta Celani among others, were involved in the
formulation of the Parameters. Even more important than that, a lot of teachers, individually or collectively, with or without supervision, were already trying the focus on reading as an alternative to the failure of previous practices before the Parameters were elaborated. [ ]
Another important characteristic of the Parameters that should not be overlooked is their emphasis on teacher’s autonomy. This emphasis can be seen clearly in the fact that no content or method is imposed upon the teachers. What one can find are suggestions and relevant information for teachers to make their own decisions, taking into consideration the context within which they work. In other words, the Parameters do not force any teacher to limit their focus on the teaching of reading, if they believe they can go further than that.
ALMEIDA, R. L. T. de. The teaching of English as a Foreign Language in the Context of Brazilian Regular Schools: a
Retrospective and Prospective View of Policies and Practices.
RBLA, Belo Horizonte, v. 12, n. 2, 2012, pp. 331-348.
No Texto, pode-se afirmar que os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira:
 

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1568917 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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“A vida depende da capacidade das células de armazenar, recuperar e traduzir as instruções genéticas necessárias para manter o organismo vivo. Essa informação hereditária é passada de uma célula às suas células-filhas durante a divisão celular, e de uma geração de um organismo a outra, por meio de células reprodutoras.
Em todas as células vivas, essas instruções são armazenadas nos genes, os elementos que contêm a informação que determina as características de uma espécie como um todo, bem como as de um indivíduo.
[...] Logo que a genética surgiu como uma ciência, no início do século XX, os cientistas ficaram intrigados com a estrutura química dos genes.
[...] Atualmente, o fato de o DNA ser o material genético é tão fundamental ao pensamento biológico que é difícil imaginar o enorme vazio intelectual que essa descoberta revolucionária preencheu.”
Fonte: Biologia Molecular da Célula. 6ª Edição. Alberts et al., 2017
Sobre a composição da molécula de DNA, é correto afirmar:
 

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Observe os três círculos abaixo que representam os conjuntos A , B e C.
Enunciado 1568886-1
Se !$ D \, = (A\cap B) \, \cup \, ( C \, - \, B) !$, o número de elementos do conjunto D é igual a:
 

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1564928 Ano: 2018
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Provas:
Em redes de computadores com acesso à internet que operam com base nos protocolos da arquitetura TCP/ IP, a comunicação entre serviços e protocolos da camada de aplicação com o TCP na camada de transporte é executada por meio de portas padronizadas e conhecidas.
Nesse contexto, as portas DNS-TCP e HTTPS-TCP são referenciadas, respectivamente, pelos números:
 

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1564769 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No primeiro parágrafo, o uso dos dois-pontos marca a seguinte relação entre as partes da frase:
 

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1562371 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
Para o autor, a produção de textos orais ou escritos supõe principalmente o seguinte aspecto:
 

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1560689 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Ficar grudado no smartphone é antissocial ou hipersocial?
Muitos estudiosos têm chamado atenção para as consequências do uso excessivo dos smartphones. Mas pesquisadores canadenses fizeram uma análise de diversos trabalhos publicados sobre o tema e concluíram que o fenômeno é simplesmente um reflexo do desejo profundo de se conectar com outras pessoas. Em outras palavras, eles sugerem que esse tipo de comportamento não é antissocial, e sim hipersocial.
Em artigo publicado em uma revista científica, Samuel Veissière e Moriah Stendel, da Universidade McGill, tentam mostrar que existe um lado positivo nessa mania das pessoas. Para eles, é preciso ter em mente que o que vicia não é o aparelho, e sim a conexão que ele proporciona.
Os autores observam que os humanos evoluíram como espécies exclusivamente sociais, que precisam do retorno constante dos outros para se guiar e saber o que é culturalmente apropriado. A interação social traz significado, objetivos e senso de identidade para as pessoas.
O problema é que essa sede por conexões, que é absolutamente normal e até saudável, muitas vezes se transforma num comportamento insalubre – a hiperconectividade faz o sistema de recompensa no cérebro funcionar em ritmo exagerado e surge uma compulsão que pode trazer diversas consequências à saúde e aos próprios relacionamentos.
Eles também reforçam que é preciso fazer um esforço para não cair na cilada de se comparar com os outros, já que a realidade apresentada nas mídias sociais é distorcida. Ter isso sempre em mente é uma forma de evitar as consequências negativas das tecnologias móveis. A outra dica é guardar o aparelho durante os encontros reais – já que eles são poucos, que sejam aproveita- dos ao máximo.
Jairo Bauer
(https://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2018/03/07/ficar-
grudado-no-smartphone-e-antissocial-ou-hipersocial/)
A opinião dos pesquisadores, apresentada no segundo parágrafo, se baseia na seguinte premissa sobre os seres humanos:
 

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1558718 Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Provas:
“Os objetivos desta Convenção, a serem cumpridos de acordo com as disposições pertinentes, são a conservação da diversidade biológica, a utilização sustentável de seus componentes e a repartição justa e eqùitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos, mediante, inclusive, o acesso adequado aos recursos genéticos e à transferência adequada de tecnologias pertinentes, levando em conta todos os direitos sobre tais recursos e tecnologias e mediante financiamento adequado.”
Fonte: A Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB. Ministé-rio do Meio Ambiente, 2000
O texto acima é parte da Convenção da Diversidade Biológica. Segundo esta Convenção, a Biotecnologia é definida como:
 

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O processo educativo e formativo que se vivencia por meio da prática do trabalho permite ao ser humano a autotransformação e a transformação do meio em que vive. Por essas razões, o trabalho tem em si um princípio educativo.
Trabalho como princípio educativo tornou-se, no Brasil, um conceito teórico e prático de educação profissional integral que traz entre seus fundamentos as premissas do modelo de educação:
 

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O código de ética do bibliotecário fixa normas de conduta dos profissionais que exercem a Biblioteconomia, conforme Resolução CFB n° 042, de 11 de janeiro de 2002.

Entre estas normas, pode-se afirmar que está correta:

 

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