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Foram encontradas 388 questões.

639768 Ano: 2018
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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A segurança da informação engloba diversos conceitos, sendo que um deles tem por finalidade garantir que um usuário é de fato quem alega ser, enquanto que outro tem por objetivo assegurar que a informação esteja correta, verdadeira e não corrompida. Esses conceitos são denominados, respectivamente:
 

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638289 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
As despesas empenhadas e não pagas até a data do encerramento do exercício e que são registradas, do ponto de vista contábil, como obrigações a pagar no exercício subsequente, denominam-se restos a pagar.
Nesse contexto, a prescrição relativa ao direito do credor, excetuando-se as interrupções decorrentes de ato judicial, acontece em:
 

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638158 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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Na sigla SECITEC, ao se trocar a sequência das 7 letras obtém-se um anagrama. Assim, SECIETC, SEECITC, CCEEITS são exemplos de três anagramas distintos. O número máximo de anagramas distintos que se pode formar com a sigla SECITEC contendo as três vogais juntas é igual a:
 

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Considere a seguinte afirmação:
“Iogurte contendo açúcar não é saudável”.
Uma afirmativa que possui o mesmo significado da proposição dada acima é:
 

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636086 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O tipo de planejamento de curto prazo que é formalizado por meio de documentos escritos versando sobre as metodologias de desenvolvimento e implantação, contendo detalhes sobre recursos necessários, procedimentos básicos, resultados esperados e responsáveis pela sua execução e implantação refere-se ao planejamento do tipo:
 

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633805 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O divertículo é como uma bolsa saindo da camada interna do intestino, que se estende por um defeito na camada muscular e pode ocorrer em qualquer lugar ao longo do trato gastrointestinal. Quando ocorre uma inflamação que possa impedir a drenagem e levar à perfuração ou à formação de abcesso, ela é definida como:
 

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633672 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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Entidade integrante da administração pública indireta, dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital exclusivamente governamental. Tem sua criação autorizada por lei, para exploração de atividade econômica ou industrial, em que o governo seja levado a exercer por força de contingência ou conveniência administrativa. Trata-se de:
 

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567013 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No trecho “todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova”, observa-se o seguinte aspecto em relação aos usos da linguagem:
 

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509436 Ano: 2018
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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José concluiu sua graduação em 2014 e pretende se candidatar ao cargo de professor de Ciências Biológicas do estado de Mato Grosso. Contudo, de acordo com a resolução CFBIO n° 300, de 7 de dezembro de 2012, dentre os requisitos mínimos, a carga horária de componentes curriculares das Ciências Biológicas de quem concluiu a graduação até dezembro de 2015 é:
 

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488305 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
What has come to be termed the “New Literacy Studies” (NLS) (Gee, 1991; Street, 1996) represents a new tradition in considering the nature of literacy, focusing not so much on acquisition of skills, as in dominant approaches, but rather on what it means to think of literacy as a social practice (Street, 1985). This entails the recognition of multiple literacies, varying according to time and space, but also contested in relations of power.
[ ]
To address these issues ethnographically, literacy researchers have constructed a conceptual apparatus that both coins some new terms and gives new meanings to some old ones. My own work, for instance, begins with the notion of multiple literacies, which makes a distinction between “autonomous” and “ideological” models of literacy (Street, 1985) [ ]. The standard view in many fields, from schooling to development programs, works from the assumption that literacy in itself—autonomously—will have effects on other social and cognitive practices. Introducing literacy to poor, “illiterate” people, villages, urban youth etc. will have the effect of enhancing their cognitive skills, improving their economic prospects, making them better citizens, regardless of the social and economic conditions that accounted for their “illiteracy” in the first place. I refer to this as an “autonomous” model of literacy. The model, I suggest, disguises the cultural and ideological assumptions that underpin it so that it can then be presented as though they are neutral and universal and that literacy as such will have these benign effects.
Research in NLS challenges this view and suggests that in practice literacy varies from one context to another and from one culture to another and so, therefore, do the effects of the different literacies in different conditions. The autonomous approach is simply imposing western conceptions of literacy on to other cultures or within a country those of one class or cultural group onto others.
The alternative, ideological model of literacy, offers a more culturally sensitive view of literacy practices as they vary from one context to another. This model starts from different premises than the autonomous model- it posits instead that literacy is a social practice, not simply a
technical and neutral skill; that it is always embedded in socially constructed epistemological principles. It is about knowledge: the ways in which people address reading and writing are themselves rooted in conceptions of knowledge, identity, and being. It is also always embedded in social practices, such as those of a particular job market or a particular educational context and the effects of learning that particular literacy will be dependent on those particu- lar contexts. Literacy, in this sense, is always contested, both its meanings and its practices, hence particular versions of it are always “ideological”, they are always rooted in a particular world-view and in a desire for that view of literacy to dominate and to marginalize others (Gee, 1991; Besnier & Street, 1994). The argument about social literacies (Street, 1995) suggests that engaging with literacy is always a social act even from the outset. The ways in which teachers or facilitators and their students interact is already a social practice that affects the nature of the literacy being learned and the ideas about literacy held by the participants, especially the new learners and their position in relations of power. It is not valid to suggest that “literacy” can be “given” neutrally and then its “social” effects only experienced afterwards.
STREET, B. What’s ‘new’ in New Literacy Studies: Critical Approaches to Literacy in theory and practice.
Current Issues in Comparative Education, Teachers College, Columbia University, Vol. 5(2), pp. 77-91.
Pode-se afirmar que é objetivo do Texto:
 

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