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Foram encontradas 100 questões.

1421965 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1421965-1
Supondo que a fala do homem da charge representa um diálogo informal entre conhecidos, o uso do “ num" pode ser considerado:
 

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1421274 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1421274-1
Se o título da charge fosse excluído:
 

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1421273 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1421273-1
A charge só não é comumente publicada em:
 

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1421272 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sulafricano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.
Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.
Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sulafricana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arcoíris.
- François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
- Seu desafio é maior, senhor presidente.
- Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI12280415230,00.html, acesso: 02/03/2010)


Logo no primei ro parágrafo do texto, a autora:
 

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1421271 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
Mandela e o poder da inspiração (RUTH DE AQUINO)

"Agradeço a todos os deuses por meu espírito invencível. Sou o dono de meu destino. Sou o capitão de minha alma." Essas palavras poderiam soar recheadas de arrogância. Não na boca de Nelson Mandela, o líder sulafricano que ficou preso 27 anos e dali saiu para reconciliar seu país. Não há ceticismo que resista ao filme Invictus. Se você ainda não viu a atuação impecável de Morgan Freeman como Mandela - e se algum ressentimento perturba seu sono -, entre no cinema hoje.
Há muitos motivos para ver Invictus. E o maior deles não é ser fã de rúgbi ou entender as regras desse jogo que combina força brutal e agilidade. Tampouco é o fato de a África do Sul sediar a próxima Copa do Mundo em julho. O maior motivo para ver Invictus é entender a nós mesmos, nossa força ou limitação, sós ou em equipe. Perceber com mais clareza o jogo cotidiano da liderança, em casa e no trabalho. Confrontar nossa verdade, sem subterfúgios ou rancores. O filme ajudará você a saber se seu chefe o inspira realmente. Ou se você inspira os que trabalham a seu lado.
Uma cena tocante é o chá entre Mandela e o capitão da seleção sulafricana de rúgbi, François Pienaar, o louro africâner de temperamento contido representado por Matt Damon. Ao contrário de seus camaradas, Mandela intuía que os Springboks, mesmo com bandeira e hino associados ao apartheid, poderiam ser usados para unir negros e brancos numa imensa torcida arcoíris.
- François - diz Mandela, sorrindo -, você tem um emprego muito difícil, um enorme desafio.
- Seu desafio é maior, senhor presidente.
- Mas não é minha cabeça que eles querem degolar a cada jogo, François. (...)

(disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI12280415230,00.html, acesso: 02/03/2010)


O segundo parágrafo do texto é:
 

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1415148 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1415148-1
O humor e a crítica presentes na charge só não decorrem estritamente:
 

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1415147 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1415147-1
A charge ironiza, sati riza um problema de saúde públ ica estabelecendo uma relação de oposição entre:
 

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1415146 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1415146-1
Não há uma opinião explícita do autor da charge, no entanto, podemos inferir que um de seus objetivos seja:
 

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1415145 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
enunciado 1415145-1
A charge poderia ser relacionada ao seguinte provérbio:
 

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348257 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal Militar
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SEDS-PE
Em relação ao cumprimento de pena, assinale a alternativa FALSA:
 

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