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Foram encontradas 503 questões.

1036907 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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A abordagem histórica da antiguidade grega e romana possibilita a discussão, em sala de aula, de temas pertinentes à compreensão de alguns traços culturais marcantes do mundo ocidental. Entre esses temas vinculados a Grécia e Roma, respectivamente, pode-se destacar
 

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1036906 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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Considere a seguinte situação: em uma roda de conversa com os alunos o professor apresenta uma reprodução da obra Noite estrelada, 1889, de Vincent Van Gogh. Ao observar a imagem o aluno A afirma não gostar da pintura, pois não lhe agrada noites frias. O aluno B por sua vez, declara que gosta da pintura, pois nela fica evidente a pincelada expressionista. A partir dos cinco níveis de desenvolvimento estéticos propostos por Abigail Housem, os alunos A e B se enquadram, respectivamente, em
 

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Numa visão linear do processo pedagógico, o planejamento didático é uma sucessão de etapas que começa com a definição dos objetivos do ensino, passa pela definição dos conteúdos e dos métodos, pela execução do planejado e finalmente pela avaliação do estudante.

Em forma alternativa de ver o processo pedagógico em sala de aula,

I. a avaliação não figura ao final, mas está justaposta aos próprios objetivos.

II. é preciso que a avaliação classifique os estudantes de acordo com os níveis de aproveitamento previamente estabelecidos.

III. são os objetivos que dão base para a construção da avaliação.

IV. os conteúdos e o nível de domínio destes, projetados pelos objetivos, permitem extrair as situações que possibilitarão ao aluno demonstrar seu desenvolvimento em uma situação de avaliação.

V. os objetivos e a avaliação orientam todo o processo de aprendizagem.

Está correto o que se afirma APENAS em

 

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1036904 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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Não é possível explorar a colônia sem desenvolvê-la; isto significa ampliar a área ocupada, aumentar o povoamento, fazer crescer a produção. É certo que a produção se organiza de forma específica, dando lugar a uma economia tipicamente dependente, o que repercute também na formação social da colônia. Mas, de qualquer modo, o simples crescimento extensivo já complica o esquema; a ampliação das tarefas administrativas vai promovendo o aparecimento de novas camadas sociais, dando lugar aos núcleos urbanos etc. assim, pouco a pouco se vão revelando oposições de interesse entre colônia e metrópole, e quanto mais o sistema funciona, mais o fosso se aprofunda. Por outro lado, a exploração colonial, quanto mais opera, mais estimula a economia central, que é o seu centro dinâmico. A industrialização é a espinha dorsal desse desenvolvimento, e quando atinge o nível de uma mecanização da indústria (Revolução Industrial), todo o conjunto começa a se comprometer porque o capitalismo industrial não se acomoda nem com as barreiras do regime de exclusivo colonial nem com o regime escravista de trabalho.
(NOVAIS, Fernando Antônio. As dimensões da independência. In: MOTA, Carlos G. 1822 – Dimensões. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 23)
Um professor ao propor o estudo do texto do historiador Fernando Novais, sobre a crise do sistema colonial, em sala de aula, tem como objetivo que os alunos compreendam que
 

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1036903 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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Considere o texto e as afirmativas abaixo.

Lídia Maria Rodrigo, no livro Filosofia em sala de aula: teoria e prática para o ensino médio (2009) ao dizer dos manuais utilizados no ensino de filosofia que se centravam na história da filosofia apenas trabalhando-a na perspectiva de informar os alunos a respeito das produções dos filósofos numa ordem cronológica e ao dizer de uma nova perspectiva que não coloca o aluno imediatamente diante desta produção histórica, indica, esta nova perspectiva nos seguintes termos: “Em lugar de apresentar a filosofia como um catálogo de soluções típicas, é preciso começar compreendendo o ato que instaura a necessidade de buscar respostas, ou seja, assumir uma postura indagadora sobre o sentido do real. A partir do levantamento destas questões é que se pode e deve recorrer à história da filosofia que, então, deixa de ser um fim em si mesma, como na perspectiva tradicional, inserindo-se na dinâmica da reflexão filosófica sobre os problemas que se colocam para o homem atual”.

I. A referência à história da filosofia é sempre importante e necessária no ensino de filosofia.

II. No ensino de filosofia é fundamental partir-se das indagações dos alunos relativas a aspectos problemáticos presentes em sua realidade e que dizem respeito a eles no seu momento histórico.

III. O único caminho plausível para o ensino de filosofia no ensino médio é o de provocar os alunos para que levantem os problemas com os quais se sentem envolvidos em seu dia a dia e de os provocar para que reflitam em conjunto, dialogando, sobre estes problemas.

IV. A autora defende que o melhor e a única coisa a se fazer no ensino de filosofia, no ensino médio, é promover a atitude indagadora dos alunos.

V. O caminho mais produtivo para um bom ensino de filosofia é o de buscar oferecer acesso às produções filosóficas desenvolvidas ao longo da história de tal maneira que elas não sejam apenas vistas como uma ilustração e sim como possíveis ajudas na elucidação e possível solução dos problemas vividos pelos alunos.

Está correto o que se afirma APENAS em

 

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1036902 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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A respeito dos princípios metodológicos que orientam o ensino de sociologia no Ensino Médio, considere as proposições abaixo.

I. Os recortes metodológicos (conceitos, temas e teorias) indicam caminhos possíveis para os professores desenvolverem o conteúdo programático, mas não devem ser considerados separadamente, cada um deles deve ser relacionado com os demais.

II. O recurso às teorias deve estar acompanhado do mesmo rigor e profundidade aprendidos na universidade, explorando-se em detalhes suas variações e desdobramentos, além dos autores envolvidos.

III. A importância do trabalho com conceitos está na possibilidade de desenvolver nos estudantes o domínio da linguagem científica no tratamento dos fenômenos sociais e o reconhecimento do caráter polissêmico das explicações sociológicas, segundo cada autor e época.

IV. A pesquisa sociológica não deve ser considerada nas aulas de sociologia devido à complexidade que envolve sua concepção e execução e à consequente dificuldade de compreensão pelos estudantes.

Está correto o que se afirma APENAS em

 

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1036901 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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Partindo do pressuposto que cabe ao professor de filosofia definir a temática filosófica com a qual trabalhará com os alunos, uma pergunta que se coloca é a seguinte: como desencadear o processamento da aula? Lídia Maria Rodrigo (2009, p. 57) indica o seguinte: “Definido o tema filosófico a ser abordado, pode-se promover uma primeira aproximação, ainda pré-filosófica, empregando recursos e materiais que sejam familiares e do interesse do estudante, como por exemplo, música, poesia, trechos literários, textos de jornal, filmes, etc.” Ao mesmo tempo esta autora afirma que “esse ponto de partida deve ser rapidamente superado, se quisermos ingressar no terreno da filosofia, uma vez que uma postura filosófica implica a ruptura com uma visão comum de mundo”

A partir do que é dito acima, considere as afirmações abaixo.

I. Poesia, literatura, filmes, textos de jornais têm pouco valor na educação por serem expressões do senso-comum, ou de uma visão comum de mundo.

II. Só há uma maneira de fazer ocorrer aulas de filosofia no ensino médio: utilizar recursos relacionados à experiência dos alunos, como os da poesia, da música, dos trechos literários, dos filmes, de textos de jornais, etc.

III. Pontos de partida não são pontos de chegada. São iniciadores de uma caminhada que, no caso da caminhada em direção a uma formação filosófica de estudantes do ensino médio, devem ser superados com o alcance do ponto de chegada que é a superação de uma visão comum de mundo.

IV. Filmes, músicas, poesias ou quaisquer outras formas literárias não devem ser utilizadas como conteúdos em aulas de filosofia no ensino médio.

V. Os recursos mencionados no enunciado desta questão, familiares e do interesse dos alunos, podem ser utilizados com proveito como desencadeadores do processo reflexivo e crítico do filosofar que se deseja instaurar nas aulas de filosofia com o objetivo de promover a ruptura ou superação da maneira de pensar, própria do senso comum, relativa aos temas filosóficos.

Está correto o que se afirma APENAS em:

 

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1036900 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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A questão refere-se à Metodologia de Ensino de Inglês.
Chamar a atenção ao gênero de um texto no ensino da leitura
 

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1036899 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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A questão refere-se à Metodologia de Ensino de Inglês.
O ensino de leitura em língua inglesa na escola deve
 

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1036898 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
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A História Geral, nos livros didáticos, ainda costuma ser apresentada segundo uma organização que supõe cinco grandes períodos: Pré-História, História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea. Alguns historiadores problematizam essa divisão, apresentando, entre outros argumentos, que tal divisão
 

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