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As contribuições da Psicologia para a prática educativa pode se constituir de diferentes formas: a começar pela sua pluralidade de sistemas teóricos, perpassando as possibilidades de diálogo teórico dentro e fora do seu campo de conhecimento e, ainda, o diálogo com a prática educativa, que pode ser mediado pelo próprio professor, quando este faz uso da psicologia e de outros conhecimentos com a finalidade de promover intervenção pedagógica. Com base neste texto, sobre as contribuições da Psicologia da Educação para a pedagogia, é correto afirmar que
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Nos países da América Latina e Caribe, boa parte dos alunos não tem aprendido o que os currículos sinalizam como o mínimo necessário para o seu desenvolvimento. Há uma profunda desigualdade de natureza socioeconômica e cultural nos sistemas educativos desses países, refletida nas diferenças entre as escolas e o rendimento dos alunos, especialmente quando se considera o tipo de população escolar atendida. Assim, têm-se enfrentado dois importantes desafios que estão inter-relacionados: primeiro, promover uma educação de qualidade, oportunizando aprendizagens relevantes e significativas para os alunos; segundo, promover a educação inclusiva e equitativa em que todos adquiram os aprendizados fundamentais. Logo, em uma escola inclusiva:
I. Os alunos que têm mais dificuldade, por razões diversas, recebem cuidados diferenciados para que possam aprender o que se define como necessário
II. Há práticas de discriminação positiva, tais como reforço escolar, aulas com diversidade de práticas pedagógicas.
III. Há igualdade de tratamento, o que exige que cada um receba o mesmo que o outro.
Está correto o que se afirma em
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Chaves (2012) estudou os sentimentos de professores diante da indisciplina de alunos adolescentes no Ensino Fundamental. Os muitos sentimentos relatados indicaram que os docentes, nessas situações, se viam em uma posição de extrema vulnerabilidade, já que ficavam sem saber como responder ao problema e também como dele escapar. Para romper com essa situação, é importante que
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Segundo Vygotsky, duas crianças com a mesma idade mental podem alcançar, em medição posterior, resultados diferentes, quando contam com a ajuda de alguém mais experiente: enquanto uma avança dois anos, a outra, por exemplo, avança apenas um. Isso indica que
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As mudanças no desenvolvimento humano podem ser de dois tipos: as quantitativas, ou seja, aquelas que implicam, por exemplo, aumento de peso ou de vocabulário, e as qualitativas, que indicam uma mudança na organização da estrutura cognitiva. Para Piaget, um bom exemplo de mudança qualitativa é quando, aos 24 meses de idade, a criança
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Compreender o fenômeno das desigualdades escolares era um dos temas centrais de Pierre Bourdieu (1930-2002). Até meados do século XX, as desigualdades escolares eram interpretadas como uma questão de dom e mérito individual. Nessa perspectiva de leitura do fenômeno, impunha-se a universalização da educação pública e gratuita e a garantia da sua qualidade, para que todos, inclusive os nascidos em famílias das camadas populares, tivessem a oportunidade de alcançar melhores condições de vida. Acreditava-se na seleção baseada em critérios neutros e racionais, o que também contribuiria para o aumento da mobilidade social.
A década de 1960 é marcada, dentre outras, pela crise de uma concepção de escola e de educação. Alguns países já haviam democratizado o acesso ao ensino público e gratuito e, a despeito disso, pouco ou nada havia mudado. É o que demonstravam diversos estudos, patrocinados pelos governos americano, francês e inglês acerca dos seus sistemas de ensino: o sucesso escolar, contrariando as expectativas, não estaria ligado apenas às aptidões individuais, mas, ao contrário, estaria fortemente associado à origem social do aluno. Nesse cenário, a proposta teórica de Bourdieu aborda, entre outras, a problemática das desigualdades sociais em sua relação com as desigualdades escolares e, mais ainda, considera que as últimas reproduzem o sistema de hierarquização social.
(Adaptado de: Origem social e percurso:
mérito e contingência entre egressos de um curso superior. Disponível em: DOI: https://doi.org/10.23925/2175-3520.2021i52p10-21)
Alguns países já haviam democratizado o acesso ao ensino público e gratuito e, a despeito disso, pouco ou nada havia mudado. (2º parágrafo)
Mantendo-se o sentido, sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase, o trecho sublinhado acima pode ser substituído por:
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Compreender o fenômeno das desigualdades escolares era um dos temas centrais de Pierre Bourdieu (1930-2002). Até meados do século XX, as desigualdades escolares eram interpretadas como uma questão de dom e mérito individual. Nessa perspectiva de leitura do fenômeno, impunha-se a universalização da educação pública e gratuita e a garantia da sua qualidade, para que todos, inclusive os nascidos em famílias das camadas populares, tivessem a oportunidade de alcançar melhores condições de vida. Acreditava-se na seleção baseada em critérios neutros e racionais, o que também contribuiria para o aumento da mobilidade social.
A década de 1960 é marcada, dentre outras, pela crise de uma concepção de escola e de educação. Alguns países já haviam democratizado o acesso ao ensino público e gratuito e, a despeito disso, pouco ou nada havia mudado. É o que demonstravam diversos estudos, patrocinados pelos governos americano, francês e inglês acerca dos seus sistemas de ensino: o sucesso escolar, contrariando as expectativas, não estaria ligado apenas às aptidões individuais, mas, ao contrário, estaria fortemente associado à origem social do aluno. Nesse cenário, a proposta teórica de Bourdieu aborda, entre outras, a problemática das desigualdades sociais em sua relação com as desigualdades escolares e, mais ainda, considera que as últimas reproduzem o sistema de hierarquização social.
(Adaptado de: Origem social e percurso:
mérito e contingência entre egressos de um curso superior. Disponível em: DOI: https://doi.org/10.23925/2175-3520.2021i52p10-21)
A partir da década de 1960, concluiu-se que havia forte associação entre
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
A ingaia ciência
A madureza, essa terrível prenda
que alguém nos dá, raptando-nos, com ela,
todo sabor gratuito de oferenda
sob a glacialidade de uma estela,
a madureza vê, posto que a venda
interrompa a surpresa da janela,
o círculo vazio, onde se estenda,
e que o mundo converte numa cela.
A madureza sabe o preço exato
dos amores, dos ócios, dos quebrantos,
e nada pode contra sua ciência
e nem contra si mesma. O agudo olfato,
o agudo olhar, a mão, livre de encantos,
se destroem no sonho da existência.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma)
Está correta a pontuação do seguinte comentário (adaptado do livro Os sapatos de Orfeu):
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
A ingaia ciência
A madureza, essa terrível prenda
que alguém nos dá, raptando-nos, com ela,
todo sabor gratuito de oferenda
sob a glacialidade de uma estela,
a madureza vê, posto que a venda
interrompa a surpresa da janela,
o círculo vazioII, onde se estenda,
e que o mundo converte numa cela.
A madurezaI sabe o preço exato
dos amoresIII, dos ócios, dos quebrantos,
e nada pode contra sua ciência
e nem contra si mesma. O agudo olfato,
o agudo olhar, a mão, livre de encantos,
se destroem no sonho da existência.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma)
Leia atentamente as afirmações abaixo.
I. O sentido da primeira frase do poema, que se inicia em “A madureza”, completa-se ao final do 4o verso.
II. O trecho o círculo vazio possui a mesma função sintática do trecho o mundo (2a estrofe).
III. O eu lírico emprega o presente do indicativo a fim de enunciar verdades eternas, como no trecho A madureza sabe o preço exato // dos amores.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
A ingaia ciência
A madureza, essa terrível prenda
que alguém nos dá, raptando-nos, com ela,
todo sabor gratuito de oferenda
sob a glacialidade de uma estela,
a madureza vê, posto que a venda
interrompa a surpresa da janela,
o círculo vazio, onde se estenda,
e que o mundo converte numa cela.
A madureza sabe o preço exato
dos amores, dos ócios, dos quebrantos,
e nada pode contra sua ciência
e nem contra si mesma. O agudo olfato,
o agudo olhar, a mão, livre de encantos,
se destroem no sonho da existência.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma)
O termo “ingaia”, do título do soneto, adquire, no contexto, sentido equivalente a
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