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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a
ler textos literários de modo filosófico.
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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a
contextualizar os conhecimentos filosóficos na sociedade científico-tecnológica.
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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a
contextualizar os conhecimentos filosóficos quanto ao plano pessoal-biográfico.
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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a
construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliando a visão de mundo e o horizonte de expectativas nas relações interpessoais com variados grupos sociais.
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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- LegislaçãoPCN: Parâmetros Curriculares Nacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a
elaborar por escrito o que tenha sido apropriado por meio da reflexão.
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- Currículo (Teoria e Prática)
- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A centralidade na história da filosofia pode matizar um ponto que se afigura bastante controverso, qual seja, a assunção de uma perspectiva filosófica pelo professor. Certamente ninguém trabalha uma questão filosófica situando-se fora de suas próprias referências intelectuais, sendo inevitável que o professor dê seu assentimento a uma perspectiva. Essa adesão, entretanto, tem alguma medida de controle na referência à história da filosofia, sem a qual seu labor se tornaria mera doutrinação.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ciências humanas e suas tecnologias: orientações curriculares para o ensino médio. Brasília, v. 3, 2006, p. 37 (com adaptações).
A organização do ensino de filosofia com base na história dessa área de conhecimento garante uma forma legítima de doutrinação.
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A centralidade na história da filosofia pode matizar um ponto que se afigura bastante controverso, qual seja, a assunção de uma perspectiva filosófica pelo professor. Certamente ninguém trabalha uma questão filosófica situando-se fora de suas próprias referências intelectuais, sendo inevitável que o professor dê seu assentimento a uma perspectiva. Essa adesão, entretanto, tem alguma medida de controle na referência à história da filosofia, sem a qual seu labor se tornaria mera doutrinação.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ciências humanas e suas tecnologias: orientações curriculares para o ensino médio. Brasília, v. 3, 2006, p. 37 (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue o item subsequente, acerca do ensino de filosofia.
O professor de filosofia inevitavelmente é levado a dar assentimento a uma opinião filosófica, mesmo antes de submetê-la à crítica.Provas
A centralidade na história da filosofia pode matizar um ponto que se afigura bastante controverso, qual seja, a assunção de uma perspectiva filosófica pelo professor. Certamente ninguém trabalha uma questão filosófica situando-se fora de suas próprias referências intelectuais, sendo inevitável que o professor dê seu assentimento a uma perspectiva. Essa adesão, entretanto, tem alguma medida de controle na referência à história da filosofia, sem a qual seu labor se tornaria mera doutrinação.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ciências humanas e suas tecnologias: orientações curriculares para o ensino médio. Brasília, v. 3, 2006, p. 37 (com adaptações).
Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue o item subsequente, acerca do ensino de filosofia.
Um professor que assume uma perspectiva filosófica em sua atividade docente impele os alunos a assumirem determinados valores em vez de estimular uma prática reflexiva.
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- Educação e Filosofia
- Ensino Médio
- Temas Educacionais Pedagógicos
- Interdisciplinaridade e Contextualização
Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue o próximo item.
A interdisciplinaridade no ensino de filosofia no ensino médio é garantida no caso de os diferentes períodos da história da filosofia serem metodologicamente articulados em torno dos mesmos temas filosóficos.
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
- Educação e Filosofia
- Temas Educacionais Pedagógicos
- Interdisciplinaridade e Contextualização
Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue o próximo item.
Apesar de suas especificidades, a transversalidade e a interdisciplinaridade são complementares.
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