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O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos
territórios localizados na Ásia e na África em meados do século
XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir
desse tema, julgue o item seguinte.
A partilha da África foi formalmente feita pelos europeus na Conferência de Berlim.
A partilha da África foi formalmente feita pelos europeus na Conferência de Berlim.
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O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos
territórios localizados na Ásia e na África em meados do século
XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir
desse tema, julgue o item seguinte.
Assim como outros países e territórios da Ásia, o Japão foi uma das conquistas coloniais no continente.
Assim como outros países e territórios da Ásia, o Japão foi uma das conquistas coloniais no continente.
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O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos
territórios localizados na Ásia e na África em meados do século
XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir
desse tema, julgue o item seguinte.
O processo de descolonização iniciou-se na África e depois alcançou a Ásia.
O processo de descolonização iniciou-se na África e depois alcançou a Ásia.
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O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos
territórios localizados na Ásia e na África em meados do século
XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir
desse tema, julgue o item seguinte.
Realizada na Ásia, a Conferência de Bandung foi um marco no processo de descolonização, sobretudo pela solidariedade dada às lutas pelas independências.
Realizada na Ásia, a Conferência de Bandung foi um marco no processo de descolonização, sobretudo pela solidariedade dada às lutas pelas independências.
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O colonialismo do final do século XIX e a descolonização dos
territórios localizados na Ásia e na África em meados do século
XX são fenômenos marcantes da contemporaneidade. A partir
desse tema, julgue o item seguinte.
Na África, os franceses foram derrotados na guerra de independência argelina.
Na África, os franceses foram derrotados na guerra de independência argelina.
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O final do século XX foi marcado pelo fim da Guerra Fria e pelo
avanço do processo da globalização. Considerando essa temática,
julgue o item subsequente.
O processo de globalização promoveu a superação do subdesenvolvimento nos chamados países do terceiro mundo.
O processo de globalização promoveu a superação do subdesenvolvimento nos chamados países do terceiro mundo.
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As primeiras legislações do Brasil Colônia não
consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se
encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica
e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto
colonial português envolveu uma política que dividia os povos
nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para
os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação
colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem
aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados,
conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de
seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja,
forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais,
tornando-se “índios de repartição”.
FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.
A legislação se caracterizou por dois aspectos principais,
que abrigam concepções que permitem às ações coloniais
justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as
sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a
incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos
formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários.
O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam
numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.
André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas
perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas,
FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
A divisão dos grupos era uma estratégia de gestão de uma cultura diferente, diversificada e que os colonizadores tinham dificuldade em dominar, se configurando como arma de guerra.
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As primeiras legislações do Brasil Colônia não
consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se
encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica
e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto
colonial português envolveu uma política que dividia os povos
nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para
os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação
colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem
aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados,
conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de
seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja,
forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais,
tornando-se “índios de repartição”.
FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.
A legislação se caracterizou por dois aspectos principais,
que abrigam concepções que permitem às ações coloniais
justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as
sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a
incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos
formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários.
O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam
numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.
André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas
perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas,
FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Os indígenas aliados eram os que mereciam o tratamento de cidadão, dada sua contribuição para o processo colonial e sua estrutura social.
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As primeiras legislações do Brasil Colônia não
consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se
encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica
e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto
colonial português envolveu uma política que dividia os povos
nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para
os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação
colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem
aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados,
conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de
seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja,
forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais,
tornando-se “índios de repartição”.
FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.
A legislação se caracterizou por dois aspectos principais,
que abrigam concepções que permitem às ações coloniais
justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as
sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a
incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos
formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários.
O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam
numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.
André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas
perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas,
FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
Os índios bravos estavam diretamente relacionados ao conceito de escravização, justificada em função da divisão estabelecida pela estrutura colonial e suas necessidades.
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As primeiras legislações do Brasil Colônia não
consideraram as complexas sociedades indígenas que aqui já se
encontravam, limitando-se a reproduzir a prática política, jurídica
e administrativa que repetia as ordens de Portugal. O projeto
colonial português envolveu uma política que dividia os povos
nativos em dois grupos distintos: os aliados e os inimigos — para
os quais eram dirigidas ações e ideias diferentes. A legislação
colonial mudava seus arranjos conforme os indígenas fossem
aliados ou inimigos. Os índios que se tornariam aliados,
conhecidos como “mansos” ou “cristãos”, eram os trazidos de
seus assentamentos originais por meio dos descimentos, ou seja,
forçadamente, e aldeados próximos às povoações coloniais,
tornando-se “índios de repartição”.
FUNAI. 1.ª Conferência Nacional de Política Indigenista.
Documento Base. Brasília: 2015, p. 09. In: Internet: <funai.gov.br>.
A legislação se caracterizou por dois aspectos principais,
que abrigam concepções que permitem às ações coloniais
justificarem-se e ganharem legitimidade. Um, direcionado para as
sociedades indígenas consideradas aliadas, favorecendo a
incorporação como mão-de-obra através dos aldeamentos
formados a partir dos descimentos liderados pelos missionários.
O segundo, dirigido aos “índios bravos”, os quais se combatiam
numa estratégia de guerra colonial, permitindo-se a escravização.
André Ramos. A escravidão do indígena, entre o mito e novas
perspectivas de debates. In: Revista de Estudos e Pesquisas,
FUNAI. Brasília: vol.1. n.º 1. p. 241-265, jul. 2004. Pág. 246.
As sociedades indígenas aliadas eram aquelas submetidas aos arranjos dos colonizadores e eventualmente dos missionários a que eram vinculadas.
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