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A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
A expressão “instaurando um vaivém...” abre espaço para pensarmos no ensino de história como uma gangorra de eventos que se somam, mostrando o andamento do tempo social.
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2152059
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Provas:
Considerando as disposições do Regime Jurídico Único dos
Servidores Públicos Civis do Estado de Alagoas, das Autarquias
e das Fundações Públicas Estaduais e as disposições do Estatuto
do Magistério Público do Estado de Alagoas, julgue o item que
se segue.
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Texto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais
passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a
forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre
linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da
comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria
versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno,
tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do
que devemos fazer: correção educacional de pensamentos
distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise
global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio,
medicalização massiva receitada por não psiquiatras e
insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância
geradora de mediações de linguagem necessárias para que
enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação
de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro,
literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório —
como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência
cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de
escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles
não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o
sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
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Texto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais
passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a
forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre
linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da
comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria
versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno,
tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do
que devemos fazer: correção educacional de pensamentos
distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise
global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio,
medicalização massiva receitada por não psiquiatras e
insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância
geradora de mediações de linguagem necessárias para que
enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação
de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro,
literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório —
como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência
cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de
escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles
não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o
sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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Questão presente nas seguintes provas
exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
No primeiro período do terceiro parágrafo, o emprego da forma verbal “evolua”, que está no modo subjuntivo, é determinado pela forma verbal “enfrentemos”, também no subjuntivo.
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exto CG1A1-I
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata.
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema.
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si.
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes.
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos
linguísticos do texto CG1A1-I.
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