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Inaugurado em 8 de março de 1950, tendo na fachada um grande painel de Di Cavalcanti, suas duas salas para espetáculos de música e teatro foram destruídas por um incêndio em agosto de 2008. Aguardando o restauro e construção, está instalado no bairro do Itaim-Bibi, na capital de São Paulo, de onde mantém transmissões de concertos via internet.
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Em livre adaptação de O castelo, de Franz Kafka, o inovador grupo de teatro retoma sua trajetória caracterizada por montagens fora das convenções em espaços inusitados. Nesta peça, atores atuam em balancins na fachada do SESC na Avenida Paulista e questionam a "sociedade do trabalho". O público, acomodado numa sala que reproduz a impessoalidade do ambiente de trabalho, com cadeiras giratórias, arquivos de aço, gaveteiros e fichários, assiste aos atores que, presos a cordas de segurança e balancins, interpretam do lado de fora de três janelas do edifício. O som e as falas dos atores são reproduzidos através de microfones e caixas de som. Seu último espetáculo BR 3 foi realizado sobre as águas do rio Tietê na Capital paulistana. o
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A importante coreógrafa que uniu a mais genuína dança com métodos teatrais de performance cênica e faleceu em 2009 é
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Artista presente em exposição no MASP em 2009, o autor das obras abaixo é

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Atualmente é possível acessar virtualmente museus, galerias de arte e sites de artistas e interagir com as obras nesses ambientes. Essa nova concepção da web indica que a internet é apropriada para elaborar projetos de arte e do ensino de Arte que não se definam numa imagem única e que estão abertos para a criação compartilhada. Segundo Tânia Callegaro, o ambiente da Internet pode promover um tipo de ensino de Arte mais próximo do movimento de hibridismo cultural, por meio de:
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Diz Stela Barbieri, em Tempo de experiência, publicado em Horizontes culturais: lugares de aprender do Programa Cultura é Currículo:
Claude Lévi-Strauss comenta que o turista constitui sua identidade com as vivências que se acrescentam ao longo de sua trajetória, ao fim da qual ele mesmo será também o outro. Sendo assim, as experiências vividas na cidade são também experiências de deslocamento: Quanto mais se entender a cidade como integração de funções, de renda, de idade, mais vida ela terá. Precisamos usufruir das oportunidades que as cidades nos oferecem. Precisamos ser turistas em nossa cidade. A diferença entre a posição do morador de um lugar e a do turista é que o primeiro passa todos os dias pelos mesmos espaços e já não os percebe mais, e o segundo está desperto para tudo ao seu redor, atento e querendo conhecer.[...] Os lugares que freqüentamos em nosso cotidiano têm uma organização peculiar e podem nos proporcionar uma vivência estética: o supermercado, a feira, a padaria. Na periferia, esses lugares têm uma cara. No centro, têm outra. Em bairros marcados pela forte presença de uma etnia, as características são marcadas pelos costumes daquela comunidade.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o texto.
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A luz é ferramenta e matéria presentes nas linguagens da arte. Estudar a luz no território da materialidade pode nos aproximar da poética dos meios de fazer arte, possibilitando a pesquisa com
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Observe as obras a seguir:

Para Fayga Ostrower, a luz nas linguagens artísticas - como elemento estético - não pode ser confundida com o fenômeno natural. Prenhe de significação, a luz é um elemento estético e expressivo. Como um dos elementos da visualidade, conecta-se com outros, ampliando suas potenciais relações com as linguagens artísticas. Como nas obras acima, o seu estudo oferece-se como experimentação de
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Os territórios de arte e cultura não têm fronteiras rígidas. Como um outro modo de olhar para a arte como objeto de estudo no contexto escolar, cada território oferece um foco específico que se conecta com os demais:
I. Território dos Saberes Estéticos e Culturais o foco é ampliar o pensamento sobre a arte e seu sistema simbólico ou social, oferecendo outras referências para interpretação da cultura e da arte.
II. Território das Linguagens Artísticas o foco são as matérias e os elementos da visualidade que criam poéticas singulares.
III. Território da Materialidade o foco são as técnicas tradicionais e a experimentação de materiais e a leitura da forma.
IV. Território de Processos de Criação o foco é o próprio processo de criação, tanto do artista como do aprendiz.
V. Território de Forma-conteúdo o foco é aguçar o olhar sobre a forma conjugada com a matéria, na procura pela expressão ligada aos significados que imprime cada artista.
VI. Território de Patrimônio Cultural o foco é a ampliação do olhar acerca da cultura e das heranças culturais que marcam e dão referência sobre quem somos.
VII. Território de Mediação Cultural o foco é o estudo sobre a experiência estética e os modos de provocar essa experiência, tanto nas instituições culturais quanto no espaço da escola.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Um pensamento curricular em arte pode se mover em diferentes territórios da arte e cultura como linguagens artísticas, processo de criação, saberes estéticos e culturais, materialidade, forma-conteúdo, patrimônio cultural, mediação cultural. A proposta curricular de Arte apresenta um mapa visual onde estão esses territórios. "Zarpando", destacado abaixo, é um convite a continuar a viagem por entre outros territórios. A composição desses territórios oferece diferentes direções para o estudo da arte, tal qual o traçado de uma cartografia, um mapa de possibilidades, com trânsito por entre os saberes, articulando diferentes campos.

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