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Respondida
Segundo Roque de Barros Laraia, Leslie White considerava
que a passagem do estado animal para humano
ocorreu
Respondida
Roberto Da Matta afirma que a nossa teorização sobre o
racismo brasileiro deu-se com base no estudo do mestiço e
do mulato. Foi com tal preocupação que o nosso racismo foi
pensado de maneira pioneira por intelectuais do porte de
Respondida
Roberto Da Matta considera importante pensar que a
fábula das três raças e o racismo à brasileira é parte de
um mesmo conjunto
A
doutrinário, que permitiu se ajustar a interesses nacionais
e internacionais, bem como estabelecer critérios
racionais para definir o projeto nacional formulado
a partir da ordem e do progresso social que não se
funda nas diferenças raciais.
B
hegemônico, que permitiu conciliar uma série de
questões colocadas em função de ideias fundadoras,
sobretudo as vinculadas aos interesses das diferentes
classes sociais presentes no país antes e depois da
Abolição da Escravatura.
C
hegemônico, que permitiu conciliar uma série de
questões colocadas em função de ideias fundadoras,
sobretudo as vinculadas aos interesses das diferentes
classes sociais presentes no país antes da Abolição
da Escravatura.
D
ideológico, que permitiu conciliar uma série de impulsos
contraditórios de nossa sociedade, sem que se
criasse um plano para sua transformação profunda,
sobretudo porque a elite brasileira pós-independência
necessitava justificar, racionalizar e legitimar as diferenças
internas no país, bem como as hierarquias
sociais.
E
ideológico, que permitiu conciliar uma série de impulsos
presentes em nossa sociedade, sem que houvesse
transformações objetivas e profundas, sobretudo
porque a elite portuguesa desde a chegada da família
real necessitava justificar, racionalizar e legitimar as
diferenças internas no país, bem como as hierarquias
sociais entre reinóis e nacionais.
Respondida
Roberto Da Matta considera que sem uma tradição
A
um grupo social pode viver desordenadamente, mas
sem noção da cultura que produzem, mesmo que
formem o seu estilo de vida e se situem diante de
uma lógica de inclusões e exclusões.
B
um grupo social pode viver ordenadamente, porém
nem sempre tem consciência de si e do outro e do
seu estilo de vida, e o fato de não ter consciência
não lhe permite se socializar diante de uma lógica
de inclusões necessárias e exclusões fundamentais.
C
uma coletividade pode viver ordenadamente, mas não
tem consciência do seu estilo de vida. E ter consciência
é poder ser socializado, isto é, é se situar diante
de uma lógica de inclusões necessárias e exclusões
fundamentais.
D
uma coletividade vive desordenadamente, mas tem
consciência do seu estilo de vida. Ela tem ciência de
que necessita ser sociável, mas somente a partir das
inclusões necessárias que realiza.
E
uma coletividade vive ordenadamente, mas não tem
consciência do seu estilo de vida. E ter consciência
é poder ser socializado, ou seja, é se situar diante de
uma lógica de inclusões necessárias.
Respondida
Segundo Cuche, Bourdieu trata a cultura no sentido antropológico,
mas recorre para tal a outro conceito que é o de
A
ethos, ou seja, sistemas de disposições duráveis
e instransponíveis, infraestruturas predispostas a
funcionar como estruturas estruturantes, isto é, a
funcionar como princípios geradores e organizadores
de práticas e de representações.
B
habitus, ou seja, sistemas de disposições duráveis e
transponíveis, estruturas estruturadas predispostas
a funcionar como estruturas estruturantes, isto é, a
funcionar como princípios geradores e organizadores
de práticas e de representações.
C
trocas simbólicas, ou seja, sistemas de disposições
duráveis e transponíveis, estruturas estruturadas
dispostas a operar como mercadorias materiais e
simbólicas no universo semântico do signo.
D
habitus, ou seja, sistemas de disposições permeáveis
e efêmeros, estruturas estruturadas dispostas a funcionar
como estruturas estruturantes, isto é, a funcionar
como princípios operadores de lógicas de mercado
e de trocas simbólicas.
E
ethos, ou seja, sistemas de disposições efêmeros,
porque são intercambiáveis, estruturas estruturadas
predispostas a funcionar como estruturas estruturantes,
isto é, a funcionar como princípios geradores
e organizadores de práticas e de representações de
significados materiais e simbólicos.
Respondida
Cuche, em “Memorando para o Estudo da Aculturação”,
afirma que, em 1936, conceituou-se aculturação como
Respondida
Cuche, informa-nos que devemos a Franz Boas a concepção
antropológica do “relativismo cultural”. Para Cuche,
o relativismo cultural de Boas é
Respondida
Segundo Cuche, a primeira definição etnológica de cultura
deve-se ao antropólogo Edward Tylor. Nela ele retoma
também o conceito de civilização, de modo a conceber
cultura e civilização como um conjunto complexo que
A
inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, o
direito, os costumes e os outros instintos.
B
inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral,
o direito, os costumes e as outras capacidades ou
hábitos adquiridos pelo homem enquanto membro
da sociedade.
C
exclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, o
direito, os costumes e as outras capacidades inintelígíveis
do ser humano.
D
exclui os conhecimentos adquiridos historicamente,
mas sobretudo as artes, as crenças, a moral, o direito,
os costumes e os hábitos adquiridos pelos homens em
situação de selvageria e barbárie.
E
inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, o
direito, os costumes e as outras capacidades inatas
ou hábitos adquiridos instintivamente pelo homem
enquanto conquista dos períodos étnicos.
Respondida
Robert Brym e outros autores produziram uma obra que
tem como objetivo apresentar a prática
Respondida
Segundo José Murilo de Carvalho, a fundamentação
ideológica do nacionalismo desenvolvimentista presente
no Brasil, na década de 1950, originária do pensamento
da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL),
foi elaborada no país por um destacado órgão vinculado
ao Ministério da Educação: