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extrativismo e a vulcanização da borracha.
cultivo da beterraba e a produção açucareira.
plantio de mandioca e a produção de farinha.
cultivo da uva e a produção de vinho.
curtume e a criação de gado.
o efetivo desenvolvimento econômico da África subsaariana veio apenas com a presença colonizadora europeia após a segunda metade do século XV, pois mesmo com um emaranhado de redes políticas, o reino do Congo desconhecia princípios básicos de organização econômica.
antes da chegada portuguesa no continente africano, em meados do século XV, não havia organizações políticas e sistemas econômicos complexos na África, e o reino do Congo constituiu-se numa exceção quase única, condição explicada pela sua ligação com povos do Magrebe.
para as pretensões mercantilistas e escravistas do Império Português, o reino do Congo apresentava poucos atrativos, o que determinou o desinteresse português na exploração efetiva da região e a desistência na conquista militar dessa fração da África Negra.
a concepção de uma África subsaariana, construída pelos europeus no decorrer do Mundo Moderno, como um espaço sem Estado e sem história não se confirma, ainda mais em função do estabelecimento de relações simétricas entre o reino do Congo e o reino de Portugal.
a maior parte dos povos que habitavam a chamada África Negra, não teve plenas condições de um desenvolvimento econômico autônomo até a chegada dos colonizadores europeus, pois estes, em especial os portugueses, estabeleceram os princípios básicos de mercado.
ao Gabão.
à Nigéria.
à Argélia.
à Líbia.
à Tunísia.
familiarizar os alunos com as ideias sobre masculinidade e feminilidade, de forma a reforçar convenções e regras sociais e reagir às mudanças.
mostrar aos alunos que a ideia de “gênero” deturpou o sentido mais correto do “sexo biológico” como definidor de identidades e papéis sociais.
resgatar a ideia de que “ser homem” e “ser mulher” são concepções atemporais, que não se alteram ao longo do tempo, determinadas por características naturais.
ensinar aos estudantes que existem as relações sexuais naturais, que devem ser aceitas socialmente, e as artificiais, que devem ser questionadas.
capacitar os estudantes para perceber a historicidade e as transformações de concepções, mentalidades, práticas e formas de relações sociais.
teve um papel secundário nas sociedades da Antiguidade, sendo pouco discutida mesmo entre os especialistas.
a caracterização das relações de trabalho é pouco importante na compreensão das formas de organização social.
as formas de escravidão no presente são em muito diferentes da escravidão que havia na Antiguidade.
desde que o Brasil aboliu a escravidão, o tema tornou-se ultrapassado e afastado da realidade do aluno.
os temas só têm concretude quando relacionados às questões econômicas, o que não é o caso da escravidão antiga.
a servidão basta para explicar na totalidade as relações de trabalho existentes no período medieval, sendo uma marca do período, da mesma forma que o trabalho assalariado no mundo contemporâneo e a escravidão na Antiguidade.
nos livros didáticos esses conceitos acabam conferindo uma lógica ao desenvolvimento histórico de toda a Europa, como se houvesse um mesmo “feudalismo” ou uma mesma “servidão” nos quatro cantos do continente.
nesse tipo de abordagem do feudalismo, senhores e camponeses não parecem grupos compactos e claramente definidos como realmente eram, e não há espaço para mostrar a arrogância dos senhores e a passividade dos camponeses.
dessa forma, torna-se impossível para o aluno apropriar-se dos principais objetivos do estudo da Idade Média, ou seja, a compreensão das origens da globalização e dos traços originais das nações europeias contemporâneas.
priorizar, no estudo do período medieval, as relações de trabalho entre senhores e camponeses pode fazer com que se deixe de lado um aspecto fundamental da história do período, a caracterização da Idade Média como “Idade das Trevas”.
a organização do trabalho era primitiva, de tal forma que não havia conflito social e transformação.
as formas de organização social não mudavam ao longo do tempo, e portanto não tinham história.
o trabalho especializado impedia que houvesse luta de classes, considerada o motor da história.
eram sociedades que não conheciam a escrita, e portanto não produziram documentos textuais.
poucos vestígios dessas sociedades foram preservados, impossibilitando a escrita da história da época.
da imposição dos mecanismos da globalização em todas as esferas.
dos malefícios de economias fechadas em países subdesenvolvidos.
da articulação entre a economia formal (empresarial) e informal (individual).
dos limites para o pleno desenvolvimento do meio técnico-científico.
de movimentos que questionam o sentido da globalização atual.
cores frias e cores quentes.
corografia e monografia.
mapa mudo e croqui.
visão oblíqua e visão vertical.
mapa mental e topográfico.
ao surgimento de grupos industriais nacionais em países periféricos, a partir da adoção do neoliberalismo na década de 1950.
à expansão das multinacionais para países periféricos, principalmente a partir dos anos de 1950, criando uma nova divisão internacional do trabalho.
aos efeitos da Guerra Fria sobre as empresas norte-americanas e europeias, que passaram a se transferir para países pacíficos.
à entrada do Brasil, na década de 1950, no grupo dos países subdesenvolvidos, que apoiava a industrialização nacional.
ao fim da economia socialista no Brasil, que predominou no governo de Vargas e terminou com a abertura econômica do governo JK.
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