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Enchente
Chama o Alexandre!
Chama!
Olha a chuva que chega!
É a enchente.
Olha o chão que foge com a chuva...
Olha a chuva que encharca a gente.
Põe a chave na fechadura.
Fecha a porta por causa da chuva...
olha a rua como se enche!
Enquanto chove, bota a chaleira
no fogo: olha a chama! olha a chispa!
Olha a chuva nos feixes de lenha!
Vamos tomar chá, pois a chuva
é tanta que nem de galocha
se pode andar na rua cheia!
Chama o Alexandre!
Chama!
(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo.
Em: Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
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Enchente
Chama o Alexandre!
Chama!
Olha a chuva que chega!
É a enchente.
Olha o chão que foge com a chuva...
Olha a chuva que encharca a gente.
Põe a chave na fechadura.
Fecha a porta por causa da chuva...
olha a rua como se enche!
Enquanto chove, bota a chaleira
no fogo: olha a chama! olha a chispa!
Olha a chuva nos feixes de lenha!
Vamos tomar chá, pois a chuva
é tanta que nem de galocha
se pode andar na rua cheia!
Chama o Alexandre!
Chama!
(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo.
Em: Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
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Enchente
Chama o Alexandre!
Chama!
Olha a chuva que chega!
É a enchente.
Olha o chão que foge com a chuva...
Olha a chuva que encharca a gente.
Põe a chave na fechadura.
Fecha a porta por causa da chuva...
olha a rua como se enche!
Enquanto chove, bota a chaleira
no fogo: olha a chama! olha a chispa!
Olha a chuva nos feixes de lenha!
Vamos tomar chá, pois a chuva
é tanta que nem de galocha
se pode andar na rua cheia!
Chama o Alexandre!
Chama!
(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo.
Em: Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
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(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. 2019)
De acordo com o Currículo Paulista: ensino fundamental, a reflexão linguística-semiótica deve ser desenvolvida em sala de aula articulada
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De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), em sua análise sobre o continuum da relação fala-escrita, “um aspecto interessante é o que se dá no círculo intermediário que envolve alguns gêneros (intermodais?) que são de difícil localização em uma ou outra modalidade de maneira muito clara. Trata-se dos chamados gêneros mistos ou híbridos, sob o ponto de vista da modalidade.”
Os gêneros que exemplificam a explicação do autor são:
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Conforme explica Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), há os gêneros escolares 2, chamados por Rojo de “gêneros escolarizados, que são objeto de ensino/aprendizagem (gêneros secundários do discurso, transpostos para a sala de aula)”. Entre eles, está o que “seria o protótipo por excelência desse tipo de gêneros, visto que é feito para a escrita, para o ensino da escrita, para toda a escolaridade e não existe, evidentemente, fora da escola”.
O gênero referido é a
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De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), as obras da tradição literária “... proporcionam o contato com uma linguagem que amplia o repertório linguístico dos jovens e oportuniza novas potencialidades e experimentações de uso da língua, no contato com as ambiguidades da linguagem e seus múltiplos arranjos.”
Essas ambiguidades da linguagem e seus múltiplos arranjos decorrem
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(Ingedore Grunfeld Villaça Koch. Desvendando os segredos do texto. 2018)
As informações apresentadas pela autora no excerto dado referem-se ao conhecimento
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