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O texto adiante é uma adaptação da matéria "Índia
Yawanawá vence preconceito e faz revolução
feminina na floresta" , originalmente publicada por
Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de
2014. Leia-o, atentamente, e responda a questão
propostas a seguir.
Fonte:

A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada.
Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se
a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o
interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou
gargalha. Seus modos contrastam com a revolução
que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá.
Emuma aldeia nomeio da densa FlorestaAmazônica
e distante sete horas de barco do município acriano
mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher
pajé – líder espiritual – de seu povo e, talvez, do país.
É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena
feminina no Brasil.
O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior
autoridade de um grupo indígena. No caso dos
Yawanawá, são eles os guardiões dos
conhecimentos da tribo, desde a medicina até as
artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais –
de adivinhação, de cura e até mesmo de matar
inimigos telepaticamente. Fazem também a
interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo
a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam
ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações
acontecem em rituais em que os líderes espirituais
tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e
inalamrapé (umamistura de tabaco empó e da casca
moída de uma árvore amazônica chamada por eles
de tsunu).
O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias
permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e
nos sonhos das pessoas doentes. As doenças,
segundo os Yawanawá, sempre têm explicação
espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do
problema nessas incursões oníricas [...].
O processo para se tornar líder espiritual é, assim
como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era
também exclusivamente masculino [...].
No período da reclusão, Rucharlo começou a
desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer
as letras, ela se fazia entender e registrava seu
aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus
quadros já foram expostos em museus no Rio de
Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também
descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das
doenças”, como descreve – habilidade fundamental
para qualquer curandeiro.Mas, no processo, também
chegou muito perto da morte. [...].
– Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era
minha missão colocar as mulheres em um novo
patamar, eu tinha que resistir – afirma Rucharlo [...].
Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a
meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso
falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o
mundo de Rucharlo mudou depois de sua
experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das
demais mulheres da aldeia.
De acordo com o texto, para os Yawanawá, falar mansa e pausadamente, não encarar o interlocutor, não gesticular nem gritar ou gargalhar são demonstrações de:Yawanawá vence preconceito e faz revolução
feminina na floresta" , originalmente publicada por
Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de
2014. Leia-o, atentamente, e responda a questão
propostas a seguir.
Fonte:


A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada.
Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se
a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o
interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou
gargalha. Seus modos contrastam com a revolução
que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá.
Emuma aldeia nomeio da densa FlorestaAmazônica
e distante sete horas de barco do município acriano
mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher
pajé – líder espiritual – de seu povo e, talvez, do país.
É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena
feminina no Brasil.
O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior
autoridade de um grupo indígena. No caso dos
Yawanawá, são eles os guardiões dos
conhecimentos da tribo, desde a medicina até as
artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais –
de adivinhação, de cura e até mesmo de matar
inimigos telepaticamente. Fazem também a
interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo
a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam
ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações
acontecem em rituais em que os líderes espirituais
tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e
inalamrapé (umamistura de tabaco empó e da casca
moída de uma árvore amazônica chamada por eles
de tsunu).
O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias
permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e
nos sonhos das pessoas doentes. As doenças,
segundo os Yawanawá, sempre têm explicação
espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do
problema nessas incursões oníricas [...].
O processo para se tornar líder espiritual é, assim
como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era
também exclusivamente masculino [...].
No período da reclusão, Rucharlo começou a
desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer
as letras, ela se fazia entender e registrava seu
aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus
quadros já foram expostos em museus no Rio de
Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também
descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das
doenças”, como descreve – habilidade fundamental
para qualquer curandeiro.Mas, no processo, também
chegou muito perto da morte. [...].
– Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era
minha missão colocar as mulheres em um novo
patamar, eu tinha que resistir – afirma Rucharlo [...].
Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a
meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso
falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o
mundo de Rucharlo mudou depois de sua
experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das
demais mulheres da aldeia.
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Considerando os elementos da comunicação verbal, é correto afirmar que, nesse trecho, o remetente (ou emissor ) e o código por este utilizado, respectivamente, são:
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O texto adiante é uma adaptação da matéria "Índia
Yawanawá vence preconceito e faz revolução
feminina na floresta" , originalmente publicada por
Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de
2014. Leia-o, atentamente, e responda a questão
propostas a seguir.
Fonte:

A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada.
Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se
a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o
interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou
gargalha. Seus modos contrastam com a revolução
que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá.
Emuma aldeia nomeio da densa FlorestaAmazônica
e distante sete horas de barco do município acriano
mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher
pajé – líder espiritual – de seu povo e, talvez, do país.
É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena
feminina no Brasil.
O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior
autoridade de um grupo indígena. No caso dos
Yawanawá, são eles os guardiões dos
conhecimentos da tribo, desde a medicina até as
artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais –
de adivinhação, de cura e até mesmo de matar
inimigos telepaticamente. Fazem também a
interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo
a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam
ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações
acontecem em rituais em que os líderes espirituais
tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e
inalamrapé (umamistura de tabaco empó e da casca
moída de uma árvore amazônica chamada por eles
de tsunu).
O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias
permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e
nos sonhos das pessoas doentes. As doenças,
segundo os Yawanawá, sempre têm explicação
espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do
problema nessas incursões oníricas [...].
O processo para se tornar líder espiritual é, assim
como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era
também exclusivamente masculino [...].
No período da reclusão, Rucharlo começou a
desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer
as letras, ela se fazia entender e registrava seu
aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus
quadros já foram expostos em museus no Rio de
Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também
descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das
doenças”, como descreve – habilidade fundamental
para qualquer curandeiro.Mas, no processo, também
chegou muito perto da morte. [...].
– Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era
minha missão colocar as mulheres em um novo
patamar, eu tinha que resistir – afirma Rucharlo [...].
Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a
meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso
falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o
mundo de Rucharlo mudou depois de sua
experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das
demais mulheres da aldeia.
Conforme registra o texto, Rucharlo Yawanawá reconhece e valoriza a cultura milenar de seu povo. Mesmo assim, com suas determinação e coragem, ela:Yawanawá vence preconceito e faz revolução
feminina na floresta" , originalmente publicada por
Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de
2014. Leia-o, atentamente, e responda a questão
propostas a seguir.
Fonte:


A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada.
Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se
a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o
interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou
gargalha. Seus modos contrastam com a revolução
que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá.
Emuma aldeia nomeio da densa FlorestaAmazônica
e distante sete horas de barco do município acriano
mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher
pajé – líder espiritual – de seu povo e, talvez, do país.
É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena
feminina no Brasil.
O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior
autoridade de um grupo indígena. No caso dos
Yawanawá, são eles os guardiões dos
conhecimentos da tribo, desde a medicina até as
artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais –
de adivinhação, de cura e até mesmo de matar
inimigos telepaticamente. Fazem também a
interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo
a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam
ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações
acontecem em rituais em que os líderes espirituais
tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e
inalamrapé (umamistura de tabaco empó e da casca
moída de uma árvore amazônica chamada por eles
de tsunu).
O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias
permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e
nos sonhos das pessoas doentes. As doenças,
segundo os Yawanawá, sempre têm explicação
espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do
problema nessas incursões oníricas [...].
O processo para se tornar líder espiritual é, assim
como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era
também exclusivamente masculino [...].
No período da reclusão, Rucharlo começou a
desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer
as letras, ela se fazia entender e registrava seu
aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus
quadros já foram expostos em museus no Rio de
Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também
descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das
doenças”, como descreve – habilidade fundamental
para qualquer curandeiro.Mas, no processo, também
chegou muito perto da morte. [...].
– Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era
minha missão colocar as mulheres em um novo
patamar, eu tinha que resistir – afirma Rucharlo [...].
Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a
meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso
falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o
mundo de Rucharlo mudou depois de sua
experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das
demais mulheres da aldeia.
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Texto 1:
Tras leer el texto, contesta a las cuestiones.
El español avanza en todo el mundo
Nuestro idioma se refuerza como una de las lenguas principales del planeta, en continua expansión y con grandes oportunidades económicas para los países hispanohablantes.

El español gana terreno en el mundo y, con él, las oportunidades económicas para los países de habla hispana.
Según el anuario de 2012 del Instituto Cervantes, el español es hoy la segunda lengua por número de hablantes nativos después del chino y también la segunda lengua de comunicación internacional, solo superada por el inglés. Tras el chino y el inglés, es el tercer idioma más utilizado en Internet. Hay 495 millones de hablantes de español en todo el mundo, 18 millones de estudiantes y una tasa de inscripción para estudiarlo que crece a un ritmo del 8%anual.
Brasil incorporó hace años el español a su sistema educativo y este se extiende imparable por Estados Unidos, donde los hispanohablantes no solo son cada vez más, sino que también tienen más capacidad adquisitiva, con sus efectos sobre el comercio. En el Extremo Oriente, China y Japón han tomado conciencia de la importancia del español en sus relaciones comerciales con América Latina, una región que, en contraste con la crisis económica en Europa, registra un continuo crecimiento, que será del 3,8%del PIB demedia en 2013.
En este contexto internacional, España “hace de puente”, afirma el director académico del Instituto Cervantes, Francisco Moreno, como enlace entre Europa yAmérica Latina. ParaMoreno, la pujanza del español “ofrece muchas posibilidades, porque el hecho de que se hable cada vez pormás gente quiere decir que cada vez se valora más, no solo porque es lengua de cultura, transmisora de elementos culturales de primera línea como cine, gastronomía o música, también porque se considera una lengua útil con fines económicos, comerciales y de intercambio de todo tipo”.
Los principales socios comerciales de España fuera de la UE han sido tradicionalmente países hispanohablantes. Existe el convencimiento de que entre las oportunidades que ofrece un idioma ampliamente utilizado está el de la pertenencia a un club que “reduce la distancia psicológica entre los países” y facilita importaciones e inversiones extranjeras directas, a través de las cuales España tiene una notable presencia en América Latina.
Disponible en: < http://www.tiempodehoy.com/cultura/el-espanol- avanza-en-todo-el-mundo>
La palabra que sigue la misma regla de formación del plural de la palabra CRISIS (párrafo 3) es:Tras leer el texto, contesta a las cuestiones.
El español avanza en todo el mundo
Nuestro idioma se refuerza como una de las lenguas principales del planeta, en continua expansión y con grandes oportunidades económicas para los países hispanohablantes.

El español gana terreno en el mundo y, con él, las oportunidades económicas para los países de habla hispana.
Según el anuario de 2012 del Instituto Cervantes, el español es hoy la segunda lengua por número de hablantes nativos después del chino y también la segunda lengua de comunicación internacional, solo superada por el inglés. Tras el chino y el inglés, es el tercer idioma más utilizado en Internet. Hay 495 millones de hablantes de español en todo el mundo, 18 millones de estudiantes y una tasa de inscripción para estudiarlo que crece a un ritmo del 8%anual.
Brasil incorporó hace años el español a su sistema educativo y este se extiende imparable por Estados Unidos, donde los hispanohablantes no solo son cada vez más, sino que también tienen más capacidad adquisitiva, con sus efectos sobre el comercio. En el Extremo Oriente, China y Japón han tomado conciencia de la importancia del español en sus relaciones comerciales con América Latina, una región que, en contraste con la crisis económica en Europa, registra un continuo crecimiento, que será del 3,8%del PIB demedia en 2013.
En este contexto internacional, España “hace de puente”, afirma el director académico del Instituto Cervantes, Francisco Moreno, como enlace entre Europa yAmérica Latina. ParaMoreno, la pujanza del español “ofrece muchas posibilidades, porque el hecho de que se hable cada vez pormás gente quiere decir que cada vez se valora más, no solo porque es lengua de cultura, transmisora de elementos culturales de primera línea como cine, gastronomía o música, también porque se considera una lengua útil con fines económicos, comerciales y de intercambio de todo tipo”.
Los principales socios comerciales de España fuera de la UE han sido tradicionalmente países hispanohablantes. Existe el convencimiento de que entre las oportunidades que ofrece un idioma ampliamente utilizado está el de la pertenencia a un club que “reduce la distancia psicológica entre los países” y facilita importaciones e inversiones extranjeras directas, a través de las cuales España tiene una notable presencia en América Latina.
Disponible en: < http://www.tiempodehoy.com/cultura/el-espanol- avanza-en-todo-el-mundo>
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- GramáticaPronombres | PronomesEl Uso del “Tú” y el “Usted” | Uso de tú-usted
- GramáticaVerbosModo Verbal


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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
São funções do planejamento escolar, EXCETO:
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
Segundo as Orientações Curriculares para o ensino Fundamental e Médio, reduzir a expressão poética dos sujeitos à funcionalidade do resultado daquilo que é realizado significa restringir a possibilidade de livre articulação do código expressivo. Portanto, quando as aulas de arte são aplicadas apenas como prática utilitária, demonstra a incompreensão, por parte da escola, da importância:
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