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Foram encontradas 309 questões.

378373 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC

Assinale a alternativa correta, considerando a função a seguir.



Enunciado 378373-1

 

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378372 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC

Resolva a inequação abaixo.



Enunciado 378372-1

 

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378371 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC
Determine, se existir, a moda dos valores apresentados a seguir.

Enunciado 378371-1
 

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378370 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC

Resolva a equação a seguir.



Enunciado 378370-1

 

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378369 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC

Determine a média aritmética e a mediana, nessa ordem, dos valores na tabela seguinte.



Enunciado 378369-1

 

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378368 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC

Determine a soma dos termos da sequência numérica infinita a seguir.



Enunciado 378368-1

 

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378367 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC
Calcule a medida da projeção ortogonal de um cateto sobre a hipotenusa de um triângulo retângulo, sabendo que o referido cateto mede 12 e a hipotenusa mede 20.
 

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378366 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC
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O belo texto adiante, de autoria do jornalista acriano Elson Martins, é parte da apresentação do portal eletrônico do governo doAcre. Leia-o, atentamente, e responda às questões propostas a seguir.

Enunciado 378366-1

“Eu gosto de comparar o mapa do Acre com uma grande e colorida borboleta de asas abertas pairando no espaço. Sinto orgulho dessa comparação. Afinal, aprendi ao longo da vida que minha terra é incomum: pelos povos (seringueiros e índios) que a ocuparam e desenvolveram, pela riqueza e exuberância de sua floresta, e por sua história cheia de bravura e sentimento.

Quando criança eu desenhava o mapa em folhas de papel almaço imaginando a beleza dos rios e lagos, a floresta densa, os cheiros da natureza, os mitos e as histórias dos que viviam entranhados nesse mundo mágico. Na fase adulta, posso ampliar essa acreanidade: sonho com um Acre amazônico por excelência, que se desenvolva valorizando suas tradições e tudo que a floresta nos ensinou e ensina.”

No trecho “...os mitos e as histórias dos que viviam entranhados nesse mundo MÁGICO.”, a palavra destacada com letras maiúsculas concorda com:
 

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378365 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC
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O texto adiante é uma adaptação da matéria “Índia Yawanawá vence preconceito e faz revolução feminina na floresta”, originalmente publicada por Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de 2014. Leia-o, atentamente, e responda às questões propostas a seguir.

Índia Yawanawá vence preconceito e faz revolução feminina na floresta

Enunciado 378365-1

A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada. Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou gargalha. Seus modos contrastam com a revolução que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá. Em uma aldeia nomeio da densa Floresta Amazônica e distante sete horas de barco do município acriano mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher pajé - líder espiritual - de seu povo e, talvez, do país. É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena feminina no Brasil.

O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior autoridade de um grupo indígena. No caso dos Yawanawá, são eles os guardiões dos conhecimentos da tribo, desde a medicina até as artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais - de adivinhação, de cura e até mesmo de matar inimigos telepaticamente. Fazem também a interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações acontecem em rituais em que os líderes espirituais tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e inalamrapé (uma mistura de tabaco em pó e da casca moída de uma árvore amazônica chamada por eles de tsunu).

O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e nos sonhos das pessoas doentes. As doenças, segundo os Yawanawá, sempre têm explicação espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do problema nessas incursões oníricas [...].

O processo para se tornar líder espiritual é, assim como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era também exclusivamente masculino [...].

No período da reclusão, Rucharlo começou a desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer as letras, ela se fazia entender e registrava seu aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus quadros já foram expostos em museus no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das doenças”, como descreve - habilidade fundamental para qualquer curandeiro. Mas, no processo, também chegou muito perto d amorte. [...].

— Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era minha missão colocar as mulheres em um novo patamar, eu tinha que resistir - afirma Rucharlo [...].

Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o mundo de Rucharlo mudou depois de sua experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das demais mulheres da aldeia.

“As doenças, segundo os Yawanawá, sempre TÊM explicação espiritual.”

A acentuação da forma verbal em destaque nesse trecho é:
 

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378364 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEE-AC
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O texto adiante é uma adaptação da matéria “Índia Yawanawá vence preconceito e faz revolução feminina na floresta”, originalmente publicada por Mariana Sanches, em O GLOBO, em outubro de 2014. Leia-o, atentamente, e responda às questões propostas a seguir.

Índia Yawanawá vence preconceito e faz revolução feminina na floresta

Enunciado 378364-1

A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada. Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou gargalha. Seus modos contrastam com a revolução que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá. Em uma aldeia nomeio da densa Floresta Amazônica e distante sete horas de barco do município acriano mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher pajé - líder espiritual - de seu povo e, talvez, do país. É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena feminina no Brasil.

O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior autoridade de um grupo indígena. No caso dos Yawanawá, são eles os guardiões dos conhecimentos da tribo, desde a medicina até as artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais - de adivinhação, de cura e até mesmo de matar inimigos telepaticamente. Fazem também a interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam ao pajé os segredos mágicos. [...] Tais comunicações acontecem em rituais em que os líderes espirituais tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e inalamrapé (uma mistura de tabaco em pó e da casca moída de uma árvore amazônica chamada por eles de tsunu).

O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e nos sonhos das pessoas doentes. As doenças, segundo os Yawanawá, sempre têm explicação espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do problema nessas incursões oníricas [...].

O processo para se tornar líder espiritual é, assim como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era também exclusivamente masculino [...].

No período da reclusão, Rucharlo começou a desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer as letras, ela se fazia entender e registrava seu aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus quadros já foram expostos em museus no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das doenças”, como descreve - habilidade fundamental para qualquer curandeiro. Mas, no processo, também chegou muito perto d amorte. [...].

— Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era minha missão colocar as mulheres em um novo patamar, eu tinha que resistir - afirma Rucharlo [...].

Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o mundo de Rucharlo mudou depois de sua experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das demais mulheres da aldeia.

“Fazem também a INTERLOCUÇÃO entre os vivos e os ANCESTRAIS.”

Marque a alternativa com as palavras que substituem, respectivamente, os dois termos destacados com letras maiúsculas e modificam o sentido desse fragmento do texto
 

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