Foram encontradas 495 questões.
Em relação à pontuação, leia o fragmento
apresentado.
“De forma breve, o Método Paulo Freire possui dois momentos importantes para entendermos seu princípio: o ato educativo como processo de aprendizagem que implica a politização, ou seja, o desenvolver da consciência crítica e a dialogicidade, com base na Pedagogia da Autonomia, em que o educando começa a repensar sua própria história, ao ler e escrever”.
Analise as afirmativas abaixo:
I. Usa-se o ponto final para a finalização de proposições declarativas, simples ou compostas, com sentido completo.
II. Usa-se o ponto final após interjeições, com foco em demonstrar admiração, afeto, cólera, espanto dentre outros estados racionais.
III. Use-se o sinal de dois-pontos com a finalidade de introduzir aposto explicativo ou enumerativo.
Estão corretas as afirmativas:
“De forma breve, o Método Paulo Freire possui dois momentos importantes para entendermos seu princípio: o ato educativo como processo de aprendizagem que implica a politização, ou seja, o desenvolver da consciência crítica e a dialogicidade, com base na Pedagogia da Autonomia, em que o educando começa a repensar sua própria história, ao ler e escrever”.
Analise as afirmativas abaixo:
I. Usa-se o ponto final para a finalização de proposições declarativas, simples ou compostas, com sentido completo.
II. Usa-se o ponto final após interjeições, com foco em demonstrar admiração, afeto, cólera, espanto dentre outros estados racionais.
III. Use-se o sinal de dois-pontos com a finalidade de introduzir aposto explicativo ou enumerativo.
Estão corretas as afirmativas:
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Observe as palavras em destaque no fragmento
apresentado: “ (...) Contudo, cada educando se
dedica a aprender para suprir suas necessidades
prementes, então, essas diferenças não causam
diminuição de aprendizado”. Essas palavras são
consideradas marcadores discursivos e podem
ser substituídas, sem perda de sentido, assinale a
alternativa que pode substituir os termos em
destaque corretamente.
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Observe as orações a seguir e assinale a
alternativa em que a oração não está
estruturada na voz passiva.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Sintaticamente, analise a oração:
“É importante que o trabalho em sala de aula se organize”.
Assinale a alternativa correta.
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Analise o fragmento abaixo para responder à questão.
“Sabe-se que há diferenças entre os educandos
da EJA em referência a: idade, estilo de vida, ritmo
de aprendizado, entrada e/ou tempo de
permanência no ensino regular, necessidade de ser
alfabetizado para (re)ingressar ao mercado de
trabalho. Contudo, cada educando se dedica a
aprender para suprir suas necessidades
prementes, então, essas diferenças não causam
diminuição de aprendizado”.
I. Objetividade – eliminou quaisquer marcas de elementos afetivos ou subjetivos. II. Racionalidade – evidenciou conhecimento teórico sobre um tema. III. Universo lexical – apresentou vocabulário que aproximou o leitor ao seu cotidiano, portanto, fez-se o uso de linguagem coloquial.
Estão corretas as afirmativas:
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Analise o fragmento abaixo para responder à questão.
“Sabe-se que há diferenças entre os educandos
da EJA em referência a: idade, estilo de vida, ritmo
de aprendizado, entrada e/ou tempo de
permanência no ensino regular, necessidade de ser
alfabetizado para (re)ingressar ao mercado de
trabalho. Contudo, cada educando se dedica a
aprender para suprir suas necessidades
prementes, então, essas diferenças não causam
diminuição de aprendizado”.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
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TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
I. Dois níveis de desenvolvimento na aprendizagem, o real e o potencial. II. A linguagem, a identidade e a ética são elementos que devem estar contidos em uma visão crítica de mundo. III. A relação entre língua, território e cultura.
Estão corretas as afirmativas:
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TEXTO 2
CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
I. Os professores desenvolvem o ensino de leitura e de escrita a partir do método tradicional, ou seja, o professor é o detentor do conhecimento e os alunos devem acompanhar apenas os seus ensinamentos.
II. A habilidade de escrita ocupa um lugar especial nas aulas de língua estrangeira. Por ser a mais tradicional das atividades e pelo fato de a maior parte dos programas de exames exigir que os alunos produzam algum trabalho escrito.
III. Professores e alunos iniciam juntos atividades de escrita, eles se envolvem em processos de escrita, moldando significados, trabalhando para alcançar objetivos e criar diferentes textos.
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CONCEITOS-CHAVE E ABORDAGEM
METODOLÓGICA: LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
E LINGUAGEM
(O texto a seguir foi modificado para este concurso. O texto
original consta do Currículo de Referência Único do Acre
A concepção de língua do Currículo de Referência Único
do Estado do Acre está relacionada ao conceito de língua
franca e está intimamente ligada às funções política, social
e econômica, assim como aborda Kanavillil Rajagopalan
(2003), que defende uma linguística crítica, que envolva a
linguagem, a identidade e a ética. A visão de linguagem e
de aprendizagem baseia-se na teoria de Vygotsky (1996),
que identifica dois níveis de desenvolvimento na
aprendizagem, o real e o potencial. No primeiro, encontra-se a habilidade de execução de diversas atividades de
maneira independente. O segundo envolve as tarefas que
o aluno pode desenvolver com a ajuda de uma pessoa
mais experiente, o que pode implicar artefatos com a
linguagem ou recursos tecnológicos. Desse modo, o
trabalho de colaboração é fundamental, não só para o
sucesso do aluno, mas de toda a turma. Além disso, a
colaboração entre pares propicia o desenvolvimento do
pensamento crítico, promove o protagonismo juvenil, eleva
a motivação e a autoestima e, também, proporciona uma
atmosfera positiva no ambiente de aprendizagem.
Língua franca– A BNCC preconiza a relação entre língua,
território e cultura, considerando a função social e política
da língua estrangeira (inglês/espanhol) enquanto língua
franca. Esta possui imensa importância nestes conceitos,
pois, a partir de agora o aluno deixa (mais do que nunca)
de ser submisso às normas linguísticas, para tornar-se
autônomo e independente. O professor assume seu caráter
de não nativo e não mais aspira alcançar a posição
inatingível e idealizada do falante nativo. Não apenas a
língua inglesa deixa de ser a “língua do imperialismo” ou do
“centro”, restrita a países como os Estados Unidos ou a
Inglaterra, assim como a Língua Espanhola também deixa
de ser a língua da Espanha, México, Peru ou Bolívia, por
exemplo. Assim, a noção de “língua estrangeira” passa a
ser ressignificada em contraponto com a percepção do
local, da aprendizagem de si e do outro.
Outro conceito importante, presente na BNCC (BRASIL,
2017, p. 240), é o do multiletramento. Utiliza-se a
conceituação de Roxane Rojo (2012: 13): “Trabalhar com
multiletramentos pode ou não envolver o uso de novas
tecnologias da comunicação e de informação, mas
caracteriza-se como um trabalho que parte das culturas de
referência do alunado e de gêneros, mídias e linguagens
por eles conhecidos, para buscar um enfoque crítico,
pluralista, ético e democrático de textos/discursos que
ampliem o repertório cultural, na direção de outros
letramentos”. A autora nos lembra ainda que é importante
levar em consideração as produções culturais que estão à
nossa volta (textos híbridos de diferentes gêneros) e a
necessidade de novas ferramentas que nos permitem
interagir não mais com textos engessados, mas com
hipertextos, hipermídias e afins, e incentiva um aluno crítico
e autônomo, não desconsiderando os conhecimentos de
mundo que cada aprendiz carrega.
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