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Com o advento da Idade Moderna, começam a ocorrer mudanças, como:
I. A técnica passa a se vincular à ciência.
II. A filosofia começa a perder a primazia para a ciência.
III. A matemática passa a ser mais valorizada em detri mento da lógica.
IV. A teologia começa a se tornar o principal objeto de estudos.
V. A física passa a investigar as finalidades internas a cada ser natural.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Um aspecto importante a ser percebido é o fato de a ciência não só estar amplamente presente na nossa vida cotidiana, como a sua presença tem um sinal bastante específico: ela aparece como sendo a forma de conhecimento, isto é, a forma de decifração do mundo por excelência. A ciência tal como é concebida por muitas pessoas e tal como é concebida a partir de pelo menos uma posição filosófica − o positivismo − parece colidir e não coexistir com outras formas de conhecimento, parece relativizá-las e mesmo invalidá-las.
(LEITE, P. Orientação Pedagógica: Teoria e Experiência I: Introdução)
No texto, a autora argumenta que a
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As Orientações Pedagógicas/MG sugerem, relativamente ao problema da indução, que o professor levante para os seus alunos as seguintes questões: Pode existir experiência sem teoria? Todo conhecimento provém da experiência? Os fatos científicos são simplesmente constatados? Em que condições uma experiência é científica? A teoria pode prescindir da experiência? Pode-se ter razão contra os fatos? A experiência pode confirmar uma ideia falsa? De maneira geral, o objetivo destas perguntas é o de estimular os alunos a refletirem sobre
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Segundo as Orientações Pedagógicas/MG concernentes ao problema da indução, a principal diferença entre a inferência indutiva e a dedutiva é que, enquanto a indução
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As Orientações Pedagógicas/MG sugerem como estratégia na iniciação ao problema da verdade e da objetividade o levantamento de uma discussão sobre algum tema, como o aborto e globalização, por exemplo. O professor deve, então, fazer com que os alunos, ao se depararem com a pluralidade de opiniões,
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A objetividade, de maneira geral, se define como
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Ora, está longe de ser óbvio, de um ponto de vista lógico, haver justificativa no inferir enunciados universais de enunciados singulares, independentemente de quão numerosos sejam estes; com efeito, qualquer conclusão colhida deste modo sempre pode revelar-se falsa: independentemente de quantos casos de cisnes brancos possamos observar, isso não justifica a conclusão de que todos os cisnes são brancos.
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. São Paulo:
Cultrix/Edusp, 1975, p. 27-8, citado por FENATI, R. Orientação
pedagógica: o problema da objetividade)
No texto, Popper defende que
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[...] todo o poder criativo da mente se reduz a nada mais do que a faculdade de compor, transpor, aumentar ou diminuir os materiais que nos fornecem os sentidos e a experiência. Quando pensamos em uma montanha de ouro, não fazemos mais do que juntar duas ideias consistentes, ouro e montanha, que já conhecíamos. Podemos conceber um cavalo virtuoso; porque somos capazes de conceber a virtude a partir de nossos próprios sentimentos; e podemos unir a isso a figura e a forma de um cavalo, animal que nos é familiar. Em resumo, todos os materiais do pensamento derivam ou do nosso sentimento exterior ou do interior: a mistura e a composição de ambos dizem respeito à mente ou à vontade. Ou seja, para me expressar em linguagem filosófica, todas as nossas ideias, percepções mais débeis, são cópias de nossas impressões, mais vívidas.
(HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano,
citado por FENATI, R. Orientação pedagógica: o problema da
verdade).
A partir do texto, está correto afirmar que, para Hume,
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Há já algum tempo eu me apercebi de que, desde os meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto; de modo que me era necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente desde os fundamentos, se quisesse estabelecer algo de firme e de constante nas ciências.
(DESCARTES, René. Meditações metafísicas)
Para Descartes, a ciência só pode se tornar firme e constante se
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Um dos argumentos principais a favor do fisicalismo refere- se à conexão causal entre estados cerebrais e estados mentais. Esse nexo causal é empiricamente verificável quando se evidencia que a eliminação ou alteração de uma etapa sequer na sequência de transmissão dos impulsos nervosos é suficiente para modificar o estado mental. Isso leva à consideração de que tudo o que acontece na nossa consciência depende do que acontece no nosso corpo. O estado consciente seria assim o resultado de uma certa configuração cerebral. A dor que sentimos, por exemplo, no dedo do pé quando topamos numa pedra, se reduz, em última instância, às alterações químicas e elétricas nas células nervosas que compõem o nosso cérebro, estimuladas pelos impulsos transmitidos pelos nervos do nosso pé ao cérebro.
(LEITE, P. Orientação pedagógica: a posição monista)
De acordo com o texto, um argumento que o fisicalismo utiliza a favor da tese de que a mente é redutível ao corpo é a evidência experimental de que
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