Foram encontradas 100 questões.
Considere que um advogado esteja defendendo os direitos
de uma criança e um adolescente em um caso de violação de
seus direitos fundamentais. Com base no Estatuto da Criança
e do Adolescente (ECA), aponte a alternativa que está em total
conformidade com as diretrizes legais de proteção integral e
garantias desses direitos.
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Conforme disposto na Lei nº 7.419/2003, que regula o Plano
de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério do Estado
da Paraíba, é possível afirmar que, respeitadas as condições
legais, ao profissional da educação poderão ser concedidos
determinados afastamentos e licenças específicas, desde que
observados os critérios legais e o interesse do Estado. Nesse
sentido, assinale a alternativa correta.
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Entre as alternativas abaixo, assinale a única cujas palavras
estão todas escritas conforme a ortografia oficial da língua
portuguesa.
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Assinale a única alternativa em que a palavra retirada
do texto recebe uma explicação correta para o uso do acento
gráfico que ela recebe.
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A respeito da regência verbal, assinale a única alternativa
adequada ao que preceitua a gramática normativa da Língua
Portuguesa.
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Quanto à concordância verbal, assinale a única alternativa
cuja construção se encontra correta.
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Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher
um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei
escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio
pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim.
Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até
que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que
não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em
questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com
tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz
em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas
numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida
que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim,
sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim
não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha
vocação profissional.
YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)
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Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher
um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei
escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio
pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim.
Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até
que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que
não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em
questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com
tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz
em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas
numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida
que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim,
sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim
não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha
vocação profissional.
YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)
1º: paixão → apaixonar – de substantivo para verbo 2º: apaixonar → apaixonada – de verbo para adjetivo
Estes dois processos de formação são denominados, respectivamente, como
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Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher
um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei
escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio
pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim.
Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até
que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que
não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em
questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com
tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz
em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas
numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida
que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim,
sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim
não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha
vocação profissional.
YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)
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Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher
um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei
escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio
pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim.
Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até
que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que
não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em
questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com
tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz
em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas
numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida
que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim,
sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim
não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha
vocação profissional.
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