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Na metade do século passado, o contato dos brancos com
os Xetá, grupo indígena de língua tupi-guarani, fragilizado
demograficamente e violentado de diferentes maneiras,
consolidou-se na Serra dos Dourados, no noroeste do estado do
Paraná. Por meio de envenenamentos, remoção forçada, raptos
de crianças e mortes, os brancos, a partir da frente cafeeira que
adentrou o território do grupo, fizeram os Xetá sucumbirem nos
primeiros anos de contato efetivo. Consolidava-se, assim, o
pretendido “vazio demográfico” que permitiria a colonização do
noroeste paranaense. Não tardou para que os Xetá acabassem
declarados oficialmente extintos. Edilene Coffaci de Lima. De documentos etnográficos a
documentos históricos: a segunda vida dos registros sobre os Xetá (Paraná, Brasil). In: Sociologia e
Antropologia, Rio de Janeiro, v. 8, n.º 2, ago./2018 (com adaptações).
Nas décadas de 20 e de 30 do século XX, a expansão cafeeira atingiu a região denominada de Norte Novo (longo território do norte do Paraná, localizado à margem esquerda do rio Tibagi). Nessa região, a colonização das terras e a divisão dos lotes contou com ampla participação da Companhia de Terras Norte do Paraná. A princípio, essa empresa, de origem britânica, ocuparia a região e estimularia a produção de algodão, para que essa matéria-prima se tornasse predominante na Inglaterra. Porém, isso não ocorreu, já que as primeiras plantações de algodão na região não obtiveram resultados satisfatórios. A empresa mudou o seu foco e começou a revender as suas terras em pequenas parcelas territoriais. Além dessa companhia, uma dezena de outras companhias de terras se instalou ao longo do norte do Paraná, atuando na colonização e fixação de famílias em pequenas propriedades. Essa política atraiu para a região milhares de imigrantes, que vinham com o sonho de conquistar o seu pedaço de terra e produzir café e outros produtos alimentícios. O imigrante passou a ser considerado o fator de estabilidade para o desenvolvimento das cidades e o aumento da produção. Nessa época, o Paraná tornou-se a principal fronteira agrária e agrícola do país, atraindo tanto imigrantes europeus quanto migrantes nacionais.
Angelo Priori et al. História do Paraná: séculos XIX e XX. Maringá: Eduem, 2012 (com adaptações).
Considerando os textos precedentes, assinale a opção correta, acerca do avanço agrícola no Paraná.
Nas décadas de 20 e de 30 do século XX, a expansão cafeeira atingiu a região denominada de Norte Novo (longo território do norte do Paraná, localizado à margem esquerda do rio Tibagi). Nessa região, a colonização das terras e a divisão dos lotes contou com ampla participação da Companhia de Terras Norte do Paraná. A princípio, essa empresa, de origem britânica, ocuparia a região e estimularia a produção de algodão, para que essa matéria-prima se tornasse predominante na Inglaterra. Porém, isso não ocorreu, já que as primeiras plantações de algodão na região não obtiveram resultados satisfatórios. A empresa mudou o seu foco e começou a revender as suas terras em pequenas parcelas territoriais. Além dessa companhia, uma dezena de outras companhias de terras se instalou ao longo do norte do Paraná, atuando na colonização e fixação de famílias em pequenas propriedades. Essa política atraiu para a região milhares de imigrantes, que vinham com o sonho de conquistar o seu pedaço de terra e produzir café e outros produtos alimentícios. O imigrante passou a ser considerado o fator de estabilidade para o desenvolvimento das cidades e o aumento da produção. Nessa época, o Paraná tornou-se a principal fronteira agrária e agrícola do país, atraindo tanto imigrantes europeus quanto migrantes nacionais.
Angelo Priori et al. História do Paraná: séculos XIX e XX. Maringá: Eduem, 2012 (com adaptações).
Considerando os textos precedentes, assinale a opção correta, acerca do avanço agrícola no Paraná.
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Em 1896, indígenas brasileiros mataram 19
austro-cranianos recém-imigrados em um aldeamento em linha
Moema, no estado do Paraná. As vítimas foram três homens,
nove mulheres e sete crianças. Antes do massacre, os indígenas
já haviam alertado os colonos europeus de que, naquele local,
estavam sepultados seus antepassados. No entanto, o diretor da
colônia subestimou o gesto de ameaça e tratou de acalmar os
recém-chegados. Enquanto alguns artigos na imprensa
noticiavam “botocudos antropófagos” que teriam esquartejado
suas vítimas, outros artigos tentavam entender os motivos que
teriam levado o grupo indígena a cometer tais atos.
Ursula Prutsch. Migrantes na periferia: indígenas, europeus e japoneses no Paraná durante as primeiras décadas do século XX. In: História, Ciências, Saúde – Manguinhos (online), Rio de Janeiro, v. 21, n.º 1, 2014 (com adaptações).
Jayme A. Cardoso e Cecília M. Westphalen. Atlas Histórico do Paraná.
2.ª edição (revista e ampliada). Curitiba: Livraria do Chain, 1986.
A partir do texto anterior e dos mapas do estado do Paraná apresentados, julgue os itens a seguir, a respeito do processo de colonização do território paranaense.
I Como é possível verificar no mapa que faz referência a meados do século XVI, o território onde hoje se localiza o estado do Paraná foi um local de disputa entre colonizadores. II Pela comparação dos dois mapas, pode-se perceber o uso de antigos caminhos indígenas para o deslocamento de conquistadores no território, o que mostra a influência ameríndia no processo de colonização brasileiro. III Houve trágicos confrontos entre indígenas e colonizadores europeus no território onde se encontra o atual estado do Paraná. IV Mesmo monarquias que não possuíam colônias na América — como é o caso da austro-húngara — tiveram alguma participação na colonização das Américas. V Nem sempre os indígenas foram passivos ao processo de colonização dos territórios em que viviam.
Assinale a opção correta.
Ursula Prutsch. Migrantes na periferia: indígenas, europeus e japoneses no Paraná durante as primeiras décadas do século XX. In: História, Ciências, Saúde – Manguinhos (online), Rio de Janeiro, v. 21, n.º 1, 2014 (com adaptações).
Jayme A. Cardoso e Cecília M. Westphalen. Atlas Histórico do Paraná.
2.ª edição (revista e ampliada). Curitiba: Livraria do Chain, 1986.A partir do texto anterior e dos mapas do estado do Paraná apresentados, julgue os itens a seguir, a respeito do processo de colonização do território paranaense.
I Como é possível verificar no mapa que faz referência a meados do século XVI, o território onde hoje se localiza o estado do Paraná foi um local de disputa entre colonizadores. II Pela comparação dos dois mapas, pode-se perceber o uso de antigos caminhos indígenas para o deslocamento de conquistadores no território, o que mostra a influência ameríndia no processo de colonização brasileiro. III Houve trágicos confrontos entre indígenas e colonizadores europeus no território onde se encontra o atual estado do Paraná. IV Mesmo monarquias que não possuíam colônias na América — como é o caso da austro-húngara — tiveram alguma participação na colonização das Américas. V Nem sempre os indígenas foram passivos ao processo de colonização dos territórios em que viviam.
Assinale a opção correta.
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Jayme A. Cardoso e Cecília M. Westphalen. Atlas Histórico do Paraná. 2.ª edição (revista e ampliada). Curitiba: Livraria do Chain, 1986.
Tendo como referência esse mapa, relativo ao território do atual estado do Paraná, assinale a opção correta.
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Durante o período regencial no Brasil, surgiram rebeliões
em várias partes do Império. Uma das revoltas mais intensas
aconteceu no Rio Grande Sul, conhecida como Revolta
Farroupilha, desencadeada pelo descaso das autoridades
imperiais em relação à economia de criação de gado e de
produção de charque na região Sul. Temendo que as forças
revolucionárias encontrassem adesão no Paraná, a província de
São Paulo buscou apoio em Curitiba, prometendo, em troca, a
emancipação dessa comarca. Com essa promessa, Curitiba
passou a cooperar com o Governo Central, lutando contra os
revolucionários. O apoio eficaz de Curitiba agradou o presidente
da província de São Paulo, Barão de Monte Alegre, que solicitou
ao governo imperial, em 1842, a emancipação da comarca,
indicando Curitiba para capital da nova Província, por sua
localização geográfica. Essa situação incomodou a Câmara de
Paranaguá, que requeria para si o papel de capital, justamente por
sua importância histórica. Essa disputa entre Paranaguá e
Curitiba adiou a emancipação. Angelo Priori et al. História do Paraná: séculos XIX e XX. Maringá: Eduem, 2012 (com adaptações).
Acerca da emancipação política da Província do Paraná, é correto afirmar que
Acerca da emancipação política da Província do Paraná, é correto afirmar que
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Texto CB1A1-I
Há quem valorize, mas também quem subestime o poder
das férias. Pais de alunos pedem aos professores para passar
atividades a serem feitas nos meses de férias, e os próprios
docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o
próximo semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas
descansar, além de bom, é necessário, segundo médicos e
especialistas.
De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de
Ciências Médicas da Universidade de Campinas, o cérebro tem
redes que exercem diferentes funções: algumas que fazem a
pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar
com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse
— quando nosso organismo acha que estamos sob ameaça, de
alguma maneira, ou sob pressão intensa —, “alguns circuitos
particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência.
O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer
situação. Só que esse é um estado que você precisa ativar e
desativar”, indica.
O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas
jornadas, sem tirar férias, é que esse estado de alerta nunca é
desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, o seu
organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado
normal”, alerta Li Li Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele
não consegue ativar as funções de criatividade ou elaboração,
porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito
perigoso”. Por isso descansar é tão importante.
A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro
Ativo do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, explica que essa é
uma primeira vantagem das férias: a ausência de tensão. “Diante
da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, aumenta
a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o
índice de cortisol no nosso organismo, uma substância liberada
pelo hipotálamo”. Com isso, temos uma sensação de desconforto
e chegamos a sentir dores musculares e nas costas. Nas férias,
com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o
humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada.
Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade
do sono melhora, já que também se costuma dormir mais horas:
não há tanta necessidade de acordar cedo ou tarefas que te
deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao
cérebro.
Paula Peres. Por que o cérebro precisa de descanso? In: Revista Nova Escola.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações)
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Texto CB1A1-I
Há quem valorize, mas também quem subestime o poder
das férias. Pais de alunos pedem aos professores para passar
atividades a serem feitas nos meses de férias, e os próprios
docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o
próximo semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas
descansar, além de bom, é necessário, segundo médicos e
especialistas.
De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de
Ciências Médicas da Universidade de Campinas, o cérebro tem
redes que exercem diferentes funções: algumas que fazem a
pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar
com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse
— quando nosso organismo acha que estamos sob ameaça, de
alguma maneira, ou sob pressão intensa —, “alguns circuitos
particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência.
O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer
situação. Só que esse é um estado que você precisa ativar e
desativar”, indica.
O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas
jornadas, sem tirar férias, é que esse estado de alerta nunca é
desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, o seu
organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado
normal”, alerta Li Li Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele
não consegue ativar as funções de criatividade ou elaboração,
porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito
perigoso”. Por isso descansar é tão importante.
A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro
Ativo do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, explica que essa é
uma primeira vantagem das férias: a ausência de tensão. “Diante
da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, aumenta
a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o
índice de cortisol no nosso organismo, uma substância liberada
pelo hipotálamo”. Com isso, temos uma sensação de desconforto
e chegamos a sentir dores musculares e nas costas. Nas férias,
com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o
humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada.
Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade
do sono melhora, já que também se costuma dormir mais horas:
não há tanta necessidade de acordar cedo ou tarefas que te
deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao
cérebro.
Paula Peres. Por que o cérebro precisa de descanso? In: Revista Nova Escola.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações)
I A substituição de “que” por onde, no trecho “o cérebro tem redes que exercem diferentes funções” (segundo parágrafo), manteria a correção gramatical do texto. II O pronome “isso”, na expressão “Por isso”, no último período do terceiro parágrafo, retoma a ideia expressa nos períodos que o antecedem no mesmo parágrafo. III Em “Mas há outras vantagens” (último parágrafo), a forma verbal “há” poderia ser substituída por existem sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Assinale a opção correta.
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Texto CB1A1-I
Há quem valorize, mas também quem subestime o poder
das férias. Pais de alunos pedem aos professores para passar
atividades a serem feitas nos meses de férias, e os próprios
docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o
próximo semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas
descansar, além de bom, é necessário, segundo médicos e
especialistas.
De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de
Ciências Médicas da Universidade de Campinas, o cérebro tem
redes que exercem diferentes funções: algumas que fazem a
pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar
com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse
— quando nosso organismo acha que estamos sob ameaça, de
alguma maneira, ou sob pressão intensa —, “alguns circuitos
particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência.
O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer
situação. Só que esse é um estado que você precisa ativar e
desativar”, indica.
O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas
jornadas, sem tirar férias, é que esse estado de alerta nunca é
desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, o seu
organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado
normal”, alerta Li Li Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele
não consegue ativar as funções de criatividade ou elaboração,
porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito
perigoso”. Por isso descansar é tão importante.
A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro
Ativo do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, explica que essa é
uma primeira vantagem das férias: a ausência de tensão. “Diante
da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, aumenta
a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o
índice de cortisol no nosso organismo, uma substância liberada
pelo hipotálamo”. Com isso, temos uma sensação de desconforto
e chegamos a sentir dores musculares e nas costas. Nas férias,
com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o
humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada.
Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade
do sono melhora, já que também se costuma dormir mais horas:
não há tanta necessidade de acordar cedo ou tarefas que te
deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao
cérebro.
Paula Peres. Por que o cérebro precisa de descanso? In: Revista Nova Escola.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações)
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Texto CB1A1-I
Há quem valorize, mas também quem subestime o poder
das férias. Pais de alunos pedem aos professores para passar
atividades a serem feitas nos meses de férias, e os próprios
docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o
próximo semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas
descansar, além de bom, é necessário, segundo médicos e
especialistas.
De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de
Ciências Médicas da Universidade de Campinas, o cérebro tem
redes que exercem diferentes funções: algumas que fazem a
pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar
com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse
— quando nosso organismo acha que estamos sob ameaça, de
alguma maneira, ou sob pressão intensa —, “alguns circuitos
particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência.
O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer
situação. Só que esse é um estado que você precisa ativar e
desativar”, indica.
O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas
jornadas, sem tirar férias, é que esse estado de alerta nunca é
desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, o seu
organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado
normal”, alerta Li Li Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele
não consegue ativar as funções de criatividade ou elaboração,
porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito
perigoso”. Por isso descansar é tão importante.
A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro
Ativo do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, explica que essa é
uma primeira vantagem das férias: a ausência de tensão. “Diante
da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, aumenta
a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o
índice de cortisol no nosso organismo, uma substância liberada
pelo hipotálamo”. Com isso, temos uma sensação de desconforto
e chegamos a sentir dores musculares e nas costas. Nas férias,
com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o
humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada.
Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade
do sono melhora, já que também se costuma dormir mais horas:
não há tanta necessidade de acordar cedo ou tarefas que te
deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao
cérebro.
Paula Peres. Por que o cérebro precisa de descanso? In: Revista Nova Escola.
Internet: <novaescola.org.br> (com adaptações)
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A historiografia brasileira contou, ao longo do século XX, com
grandes autores que procuraram compreender vários aspectos da
formação do país. A respeito do pensamento de alguns desses
autores consagrados, assinale a opção correta.
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O imperialismo foi uma fase do capitalismo na qual os países
mais desenvolvidos e industrializados expandiram sua influência
econômica e política para muito além de suas fronteiras
nacionais. Com relação ao imperialismo, assinale a opção
correta.
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