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Aluguel pode subir 25%, mas situação
econômica favorece negociação
Inflado pelo dólar, o IGP-M, usado para reajustar os contratos, teve, neste mês, a maior alta desde 2003. O IGP-M é o índice mais usado para fazer os reajustes anuais dos aluguéis e também de diversos outros tipos de contratos, como academias, mensalidades de escolas e serviços às empresas. A variação em dozes meses registrada agora é a maior desde 2003, e isto em um momento em que a renda e o emprego vivem um de seus piores anos.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br
/esporte/igpm-aluguelpode- subir-mas-da-para-tentar-negociar-veja-dicas/. Acesso em: 24/08/2021. Adaptado.)
Antes deste aumento, os gastos de uma família com aluguel já representavam 40% da sua renda total. Porém, com a venda de doces, sabe-se que a renda dessa família sofrerá um acréscimo de 10% nos próximos dias. Com o possível reajuste do aluguel e, ainda, considerando a contribuição da venda de doces, a porcentagem da renda dessa família, que será comprometida com o aluguel (x), deverá ser obtida obedecendo ao seguinte raciocínio:
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Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”.
Considerando os métodos analíticos e sintéticos, analise as afirmativas a seguir.
I. “No método , a criança aprende a fazer uma correspondência entre o som e a grafia, ou seja, fonemas x grafemas.”
II. “No método , a criança é capaz de perceber os símbolos gráficos de uma forma geral, mas apresenta dificuldades de compreender e criar textos; a leitura permanece pouco.”
III. “No método , a criança aprende a ler de maneira global ou audiovisual, na qual vai em uma direção do todo para as partes, ou seja, a partir de unidades complexas da linguagem, para, depois, decompor em unidades simples: textos, palavras, frases sílabas e letras.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
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Carolina irá encomendar um armário com três prateleiras. De acordo com os objetos que ela colocará no móvel, percebeu que a segunda prateleira deverá ter o dobro do tamanho da primeira e a terceira o triplo, considerando a altura total do armário que é de 240 cm.

É possível afirmar as alturas das prateleiras são, nessa ordem, em cm:
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Segundo Vygotsky apud Smolka (1994:27), “enquanto produção histórica de natureza social, as palavras oral e escrita constituem um ‘instrumento de desenvolvimento cultural e de pensamento’. Na medida em que se integra à dinâmica da atividade do indivíduo, a palavra, como signo, como ‘instrumento psicológico’, modifica o desenrolar e a estrutura das funções psíquicas, gerando, por suas propriedades, a estrutura de novo ‘ato instrumental’, redimensionando as possibilidades da ação humana. Em um importante artigo de Orlandi (1988) intitulado “Nem escritor nem sujeito: apenas autor”, a autora desenvolve uma reflexão crítica sobre a importância da leitura e da escrita na constituição dos sujeitos como autores. A escola é considerada um dos espaços possíveis para o exercício e a formação de sujeitos autores quando, EXCETO:
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“O planejamento está previsto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei nº 9.394 de 1996), como sendo ‘responsabilidade da instituição de ensino, junto com seu corpo docente, que, por sua vez, tem como incumbência não só ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidas, mas também participar de forma integral dos períodos dedicados ao planejamento, além de participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino a qual ele pertença’.”
(BRASIL, 1996, P. 6.)
Acerca do exposto e, ainda, considerando dois importantes documentos de planejamento escolar: o Projeto Político- -Pedagógico (PPP) e a Proposta Pedagógica Curricular (PPC), analise as premissas que tratam da relação entre ambos.
I. O PPP norteia o trabalho educativo proposto pela instituição de ensino como um todo, trazendo, no seu marco operacional, a PPC que expressa a forma como as concepções assumidas coletivamente serão efetivadas na prática pedagógica.
II. A PPC expressa os fundamentos conceituais, metodológicos e avaliativos de cada componente curricular ou área do conhecimento, elencados na matriz curricular. O PPP estabelece diretrizes básicas de funcionamento e de organização da escola, sempre integradas às normas comuns da rede ou do sistema a que pertence e do sistema nacional.
III. A base para a elaboração da PPC é a matriz curricular, com sua parte de Base Nacional Comum e de Parte Diversificada e/ou Flexível. O PPP tem, em sua estrutura, os encaminhamentos metodológicos, os recursos didáticos, os instrumentos e os critérios de avaliação docentes.
Está correto o que se afirma em
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“Em um ensino tradicional, baseado na transmissão de conteúdo, o estudante tem uma postura passiva diante dos processos de ensino e de aprendizagem, tendo a função de receber e absorver uma quantidade enorme de informações apresentadas pelo docente. Muitas vezes, não há espaço para o estudante se manifestar e se posicionar de forma crítica. Em oposição a isso, ao desenvolver práticas pedagógicas norteadas pela metodologia ativa, o estudante passa a assumir uma postura ativa, exercitando uma atitude crítica e construtiva, que fará dele um profissional melhor preparado.”
(Berbel, 2011; Souza; Iglesias; Pazin-Filho, 2014.)
Com base na citação e, ainda, considerando o desenvolvimento da autonomia e motivação dos alunos, pode-se inferir que o professor deve:
I. Usar linguagem formal.
II. Nutrir os recursos motivacionais internos.
III. Oferecer explicações racionais para o estudo de determinado conteúdo.
IV. Regulamentar o tempo e o ritmo de aprendizagem dos alunos.
V. Reconhecer e aceitar as expressões de sentimentos negativos dos alunos.
Estão corretas apenas as ações
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A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.
Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.
A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.
(Lino de Macedo. Competências e
Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando a realidade dos textos digitais e multimodais, de acordo com Roxane Rojo – mestre e doutora em Linguística Aplicada – a escola precisa “reestruturar seus processos de ensino-aprendizagem às novas configurações que se apresentam no mundo contemporâneo e globalizado e [...] tomar para si a tarefa de trabalhar com esses novos modos de ver/sentir/agir e de significar o mundo e a realidade social”. A afirmativa anterior, em relação ao tema explorado no texto em análise, pode ser vista como:
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A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejoa, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitosb pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.
Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.
A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é propostac. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivasd, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.
(Lino de Macedo. Competências e
Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Em relação ao emprego das regras de concordância de acordo com a gramática oficial, assinale a afirmativa correta.
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A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.
Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.
A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.
(Lino de Macedo. Competências e
Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando as ideias e informações trazidas ao texto, pode-se afirmar que:
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As informações contextualizam a questão. Leia-as atentamente.
“Neste período de pandemia Covid-19, as ‘pesquisas educacionais’ são realizadas para entender as relações educacionais no chamado ‘novo normal’. Elas, em termos gerais, se referem à coleta e compilação de informações necessárias para tomada de decisões a respeito da estrutura da educação em vários níveis da gestão.”
O quadro retrata os resultados de uma pesquisa sobre a satisfação de alunos com a prática pedagógica docente:

O quadro revela os resultados de uma pesquisa em relação à satisfação de alunos sobre o ensino on-line durante a pandemia Covid-19:

Ao analisar os resultados apresentados pelo gráfico de linhas, podemos afirmar que:
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