Foram encontradas 40 questões.
As informações contextualizam a questão. Leia-as atentamente.
“Neste período de pandemia Covid-19, as ‘pesquisas educacionais’ são realizadas para entender as relações educacionais no chamado ‘novo normal’. Elas, em termos gerais, se referem à coleta e compilação de informações necessárias para tomada de decisões a respeito da estrutura da educação em vários níveis da gestão.”
O quadro retrata os resultados de uma pesquisa sobre a satisfação de alunos com a prática pedagógica docente:

De acordo com a pesquisa educacional sobre a prática educacional dos docentes, analise as afirmativas a seguir.
I. 89% dos alunos afirmam que sua experiência têm sido insatisfatória.
II. 34 em cada 50 alunos afirmam que sua experiência foi satisfatória.
III. 14% dos alunos assumem posição mediana ou de neutralidade; esta população é maior do que a declarante insatisfeita.
IV. Cerca de 9% dos alunos estão altamente satisfeitos; número que supera os alunos totalmente insatisfeitos.
V. Para 68% dos alunos, a experiência é altamente satisfatória.
Está correto o que se afirma apenas em
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Diversos rios paranaenses escoam as suas águas diretamente no mar; outros seguem sentido oeste e são afluentes do rio Paraná, formando importantes bacias hidrográficas no estado. Considerando as bacias hidrográficas do estado do Paraná, assinale a correspondência correta.
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Além da contribuição indígena e negra na alimentação, é importante entender a cultura e os ingredientes que fazem parte dessa culinária. Para tanto, no currículo escolar, esse tema pode ser abordado tanto no ensino fundamental quanto médio, tratando de diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, especialmente a partir de dois grupos étnicos: indígenas e negros, enfatizando a sua colaboração nas áreas social, política, econômica e cultural da História do país. O Paraná é um dos estados que mais receberam culturas, costumes e tradições, em que peculiaridades da nossa cultura foram implantadas pelos costumes indígenas, negros, europeus e demais etnias. Considerando a influência diversificada e cultural assinale a afirmativa INCORRETA.
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Fortemente influenciada pela cultura dos imigrantes europeus, a região Sul do país evidencia grande pluralidade cultural. Particularmente, no Paraná, está entre as suas manifestações culturais:
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Os elementos que fazem parte do Brasão estão relacionados a fatos históricos, lugar ou família; são considerados símbolos que contam uma história e criam uma identidade. Quando relacionados a cidades, estados ou países são símbolos oficiais; observe, a seguir, o Brasão do estado do Paraná:

(Disponível em: https://www.paranaturismo.com.br/brasao-de-armasdo- parana/. Acesso em: 07/09/2021.)
Assinale a correta relação entre os elementos do Brasão paranaense e seu significado.
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Marcado pela sua altitude significativamente elevada frente ao restante do Brasil, o estado paranaense reflete paisagens, diversas composições naturais, bem como inspira o turismo da região. Apresenta, basicamente, superfícies planas, dispostas em grande altitude com planaltos escarpados. Ao longo da área paranaense, é possível identificar as seguintes unidades de relevo:
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Os gráficos, estruturas visuais que representam informações, têm como objetivo destacar dados importantes em uma linguagem de fácil compreensão.

(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/ha-mais-
mulheresprofessoras- nas-series-iniciais-que-nas-series-finais/. Acesso em: 07/09/2021.)
Em relação às informações retratadas no gráfico “Há mais mulheres professoras nas séries iniciais que nas séries finais”, sobre as docentes mulheres, é INCORRETO afirmar que:
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A partir do século XVI, os europeus começaram a conquistar o continente Americano e entraram em conflito com as populações aqui existentes. A partir da emancipação política, foi colocada em evidência a ocupação das terras paranaenses, principalmente após a vinda de imigrantes. Como as populações indígenas ocupavam essa região, tornou-se necessário criar políticas em relação ao destino dos indígenas. Fatos históricos ligados à ocupação do estado do Paraná indicam que:
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“Antônio Nóvoa, Catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa e Presidente da Associação Internacional de História da Educação, garante que o melhor lugar para aprender a lecionar é a própria escola e que ‘neste século, devido à complexidade do fenômeno educativo, à diversidade das crianças que estudam e aos dilemas morais e culturais que seremos chamados a enfrentar, teremos que repensar o horizonte ético da profissão (...). Para mim, ser professor no século XXI é reinventar um sentido para a escola, tanto do ponto de vista ético quanto cultural’.”
(Disponível em: https://novaescola.org.br
/conteudo/179/entrevistaformacao- antonio-novoa. Acesso em: 26/08/2021. Adaptado.)
A principal função do trecho é:
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Impactos da pandemia na educação
Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.
Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.
Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.
Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.
Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.
Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.
Desigualdade social e os impactos na educação
O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.
Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.
Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo
O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.
“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.
(Disponível em: https://www.futura.org.br/
impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando as ideias textuais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) “Dois a cada três alunos” representa o quantitativo aproximado de “70% dos alunos”.
( ) O ensino remoto proporciona a transformação individual, mas não a coletiva, por não haver conteúdo.
( ) Os impactos negativos causados pela pandemia na educação brasileira farão com que as crianças de dez anos não aprendam a ler adequadamente um texto simples.
( ) O ensino remoto é um impositivo necessário no contexto pandêmico.
( ) Um dos objetivos da educação é proporcionar a construção do bem comum.
A sequência está correta em
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