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Impactos da pandemia na educação
Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.
Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.
Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”c, explica.
Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.
Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.
Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidasb. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.
Desigualdade social e os impactos na educação
O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.
Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”d, diz.
Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo
O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.
“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casaa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.
(Disponível em: https://www.futura.org.br/
impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Foram retirados do texto parte de parágrafos reescritos, evidenciando algumas inadequações. É possível inferir que houve perda de sentido em:
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Impactos da pandemia na educação
Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.
Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.
Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.
Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.
Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.
Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.
Desigualdade social e os impactos na educação
O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.
Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.
Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo
O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.
“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.
(Disponível em: https://www.futura.org.br/
impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
“Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.” Os verbos destacados estão flexionados nos seguintes tempos e modos verbais, respectivamente:
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“[...] Atualmente, o erro não é só um erro, é uma possibilidade de rever conceitos, avaliar aspectos e/ou elementos que contribuíram direta ou indiretamente para o erro acontecer. Dessa forma, deve-se considerar que [...], do ponto de vista da invenção, um erro corrigido pode ser mais fecundo que um êxito imediato, porque a comparação da hipótese falsa e suas consequências proporcionam novos conhecimentos; a comparação entre erros dá lugar a novas ideias.”
(Piaget, 1987. P. 60-61 apud Colello, 2004. P. 35.)
Considerando o exposto é papel do professor alfabetizador, EXCETO:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: SEED-PR
“O Referencial Curricular do Paraná estabelece os princípios orientadores da Educação Básica a serem considerados na elaboração do currículo pelas redes de ensino e suas escolas. Os mesmos visam à garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem dos estudantes e são delineados a partir da trajetória do Paraná, sendo imprescindível afirmá-los no momento de reelaboração das propostas pedagógicas curriculares, pautadas no âmbito da gestão democrática.”
(Disponível em: http://www.referencialcurriculardoparana.pr.gov.br/ modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=11.)
O Referencial Curricular do Paraná tem como princípios orientadores, dentre outros:
I. Igualdade e equidade.
II. Educação como direito inalienável de todos os cidadãos.
III. Prática fundamentada na realidade dos sujeitos da escola.
IV. Transição entre as etapas e fases da educação básica.
V. Avaliação dentro da perspectiva quantitativa e classificatória.
Estão corretos apenas os princípios
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“A escrita não é um produto escolar; mas, sim, um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade [...]. Existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.”
(Ferreiro e Teberosky, 2010. P. 44-45.)
Emília Ferreiro e Ana Teberosky partiram do pressuposto da teoria piagetiana; realizaram o estudo da Psicogênese da Língua Escrita, em Buenos Aires, na década de 70, do século anterior, e concluíram que, quando as crianças estão no processo de aquisição da língua escrita, elas pensam e notam o código, suas características formais gráficas e suas interpretações, principalmente no que tange: à quantidade mínima e à variedade de caracteres aceitas pelo sujeito; à relação entre desenho e texto; ao reconhecimento e ànomeação das letras; à distinção entre letras e demais sinais gráficos e à orientação espacial da leitura e da escrita etc.; e, dessa pesquisa, resultou a definição pelas autoras dos cinco níveis sucessivos e hipotéticos da escrita: grafismo, pré-silábico; silábico; silábico-alfabético; e, alfabético. Diante do exposto, analise as imagens a seguir.


(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/11/emilia-ferreiro-ana-teberosky-e-a-gnese-da-lngua-escrita.)
Considere as hipóteses definidas pelas autoras e as figuras dadas, relacionando-as. Assinale a alternativa que determina correta e sequencialmente as hipóteses da escrita.
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Segundo Magda Soares (2006), “letramento e alfabetização têm duas ações diferentes; porém, são inseparáveis”. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Alfabetização: é o processo de compreensão e expressão de significados morfológicos, sintáticos e semânticos da língua escrita.
( ) Letramento: é um conjunto de práticas sociais que usam a escrita e a leitura, que definem os modos privilegiados de participar e produzir na sociedade de cultura escrita, tanto em ambientes escolares quanto em demais ambientes sociais.
( ) Letramento: é o processo de aquisição da “tecnologia da escrita”, isto é, do conjunto de técnicas necessárias para a prática da leitura e da escrita – as habilidades de codificação de fonemas em grafemas e de decodificação de grafemas em fonemas.
A sequência está correta em
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Piaget (2006), Vygotski (2007) e Wallon (2007) são os teóricos mais defendidos da psicologia no Brasil, no campo educacional. Pode-se afirmar que eles possuem, nas suas construções, significativas contribuições; cada um a seu modo se destaca naquilo que se propõe. Em comum, buscaram explicar como surge o pensamento humano, ou seja, estudaram as funções psíquicas à luz de sua gênese e evolução; por isso, são classificados como teóricos da psicologia genética. Apesar de encontrar uma classificação comum, nos deparamos com uma série de conceitos, pressupostos, hipóteses, problematizações e abordagens metodológicas sobre suas teorias, partindo de enfoques distintos. Considere os teóricos citados e os relacione com as premissas a seguir.
I. “Para , a aprendizagem se estrutura no processo de equilibração e envolve a assimilação e acomodação de novos esquemas de conhecimento. A inteligência depende do desenvolvimento biológico.”
II. “Para , a aprendizagem é um processo conduzido pelos domínios funcionais, conforme o momento e o desenvolvimento da criança. A inteligência é uma relação indissociável entre desenvolvimento biológico e psíquico.”
III. “Para , a aprendizagem tem caráter social e cultural. A internalização completa o processo, ou seja, adianta-se ao processo de desenvolvimento. A busca do conhecimento é uma função psicológica e especificamente humana.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
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Segundo Soares (2011), as discussões epistemológicas em torno do conceito de alfabetização não podem deixar de considerar algumas perspectivas que delimitam a natureza do processo da aquisição da leitura e da escrita, por ser um procedimento múltiplo, complexo, com diferentes facetas. Para ela, as perspectivas são:
1. Psicológicas.
2. Psicolinguísticas.
3. Sociolinguísticas.
4. Linguísticas.
Considerando as diferentes perspectivas e a sua ênfase, relacione adequadamente as colunas a seguir. (Algum número poderá se repetir.)
( ) Abordagens cognitivas e análise dos problemas linguísticos.
( ) “Ideologia do dom” (sucesso / fracasso na aprendizagem da leitura e da escrita).
( ) Disfunções psiconeurológicas da leitura e da escrita: afasia, dislexia, disgrafia, disortografia, disfunção cerebral mínima, dentre outras.
( ) Progressivo domínio de regularidades e irregularidades, ou seja, relação entre sons e símbolos gráficos / fonemas- grafemas.
( ) Problema dos diferentes dialetos e das diversas funções de comunicação usadas em inúmeras situações sociais e com distintos objetivos.
A sequência está correta em
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Na Teoria Epistemológica de Piaget, a capacidade de organizar e estruturar a experiência vivida vem da própria atividade das estruturas mentais, que funcionam seriando, ordenando, classificando e estabelecendo relações. Há um isomorfismo entre a forma pela qual a criança organiza a sua experiência e a lógica de classes e relações. Os variados níveis de expressão dessa lógica são o resultado do funcionamento das estruturas mentais em diferentes momentos de sua construção. Tal funcionamento, explicitado na atividade das estruturas dinâmicas, produz, no nível estrutural, o que Piaget denomina de “estágios” de desenvolvimento cognitivo. Considerando que os estágios expressam as etapas pelas quais se dá a construção do mundo pela criança, NÃO se trata de uma de suas características:
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Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”.
Considerando os métodos tradicionais de alfabetização: analíticos e sintéticos, que se subdividem em três, relacione- os adequadamente.
1. Alfabético.
2. Fônico.
3. Silábico.
4. Palavração.
5. Sentenciação.
6. Conto e historieta.
( ) Visualiza e memoriza as palavras para formar novos vocábulos.
( ) Tem como princípio que a leitura parte da decoração oral das letras do alfabeto. A principal crítica a tal método está relacionada à repetição de exercícios.
( ) Consiste em apresentar a palavra ao aluno acompanhada da imagem; porém, é dirigida aos detalhes da palavra como sílabas. A palavra é composta e decomposta.
( ) Consiste em uma ideia fundamental, fazendo com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito. É também decompor pequenos textos em partes cada vez menores.
( ) Consiste no aprendizado através de associação entre fonemas e grafemas, ou seja, sons e letras se baseiam no ensino do código alfabético; tem como crítica o método da soletração.
( ) Consiste na decifração das palavras; a aprendizagem é feita através de uma leitura mecânica do texto. Nesse método, as cartilhas são utilizadas para orientar os alunos; são usados fonemas e seus grafemas.
A sequência está correta em
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