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Nova estrutura da Receita Estadual prioriza combate à sonegação
Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul, iniciadas com a aprovação da Lei
Orgânica da Administração Tributária, em 2010, ainda não estão plenamente consolidadas, mas produzem
significativos resultados positivos. Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos
adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos,
permitem que os conhecimentos técnicos e profissionais aperfeiçoados em estudos no exterior, no debate
com especialistas nas universidades públicas e privadas e na discussão interna entre auditores-fiscais da
Secretaria da Fazenda sejam implementados e produzam números favoráveis ao caixa do Tesouro do
Estado.
A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta
é extremamente positiva. Desenvolvida aqui, com base em experiências internacionais, a Administração
Tributária Setorial parte das movimentações do mercado e acompanha o desenvolvimento das empresas
para estabelecer parâmetros de crescimento e reconhecimento de tributos e indícios de sonegação em um
determinado setor econômico. O conceito, no entender de um dos auditores-fiscais gaúcho, torna a atuação
fiscal neutra e eficaz no acompanhamento dos movimentos do mundo econômico. Em seu trabalho, o
auditor defendeu que a política tributária influencia o processo econômico, interferindo na renda, no volume
da demanda e da poupança e nas expectativas de investimento, tornando a política fiscal uma das políticas
econômicas relacionada com o gasto público e a geração de receita.
“Assim, como desdobramento da política fiscal, a política tributária trata do nível e distribuição da carga
de tributos e da estrutura e modelagem tributárias”, afirma no trabalho, que tratou em sua maior parte de
demonstrar como a simplificação e harmonização da estrutura tributária pode e deve contribuir para o
crescimento econômico, pela diminuição de sua complexidade e do custo com o cumprimento das
obrigações acessórias e pela administração eficiente dos tributos.
O foco nas atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança tem caracterizado a atuação atual da
Receita Estadual. Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para
enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. Hoje, o
órgão age preventivamente na convergência de interesses e busca o cumprimento voluntário do pagamento
do tributo como meta prioritária. Trabalha também para assegurar a justiça e a equidade fiscal, mantendo
um diálogo cortês e ágil na resposta aos contribuintes e agilizando sempre que possível a solução de
consultas.
Também são pontos de destaque na atuação da Receita Estadual a racionalização do uso dos recursos
públicos da Secretaria da Fazenda, o aperfeiçoamento dos sistemas de informação, serviços e processos
voltados ao cumprimento das atribuições e competências dos auditores-fiscais e a gestão tecnológica dos
recursos.
Fonte: texto adaptado – Revista Enfoque Fiscal n.06/Jan.2014. Disponível em
I. Supressão de no exterior (l.05).
II. Inserção de ‘muitos’ imediatamente após números (l.07).
III. Alteração de torna (l.13) por ‘enceta’.
IV. Transferência de de informação (l.31) para imediatamente após serviços e processos (l.31).
Quais causam alteração semântica?
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Nova estrutura da Receita Estadual prioriza combate à sonegação
Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul, iniciadas com a aprovação da Lei
Orgânica da Administração Tributária, em 2010, ainda não estão plenamente consolidadas, mas produzem
significativos resultados positivos. Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos
adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos,
permitem que os conhecimentos técnicos e profissionais aperfeiçoados em estudos no exterior, no debate
com especialistas nas universidades públicas e privadas e na discussão interna entre auditores-fiscais da
Secretaria da Fazenda sejam implementados e produzam números favoráveis ao caixa do Tesouro do
Estado.
A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta
é extremamente positiva. Desenvolvida aqui, com base em experiências internacionais, a Administração
Tributária Setorial parte das movimentações do mercado e acompanha o desenvolvimento das empresas
para estabelecer parâmetros de crescimento e reconhecimento de tributos e indícios de sonegação em um
determinado setor econômico. O conceito, no entender de um dos auditores-fiscais gaúcho, torna a atuação
fiscal neutra e eficaz no acompanhamento dos movimentos do mundo econômico. Em seu trabalho, o
auditor defendeu que a política tributária influencia o processo econômico, interferindo na renda, no volume
da demanda e da poupança e nas expectativas de investimento, tornando a política fiscal uma das políticas
econômicas relacionada com o gasto público e a geração de receita.
“Assim, como desdobramento da política fiscal, a política tributária trata do nível e distribuição da carga
de tributos e da estrutura e modelagem tributárias”, afirma no trabalho, que tratou em sua maior parte de
demonstrar como a simplificação e harmonização da estrutura tributária pode e deve contribuir para o
crescimento econômico, pela diminuição de sua complexidade e do custo com o cumprimento das
obrigações acessórias e pela administração eficiente dos tributos.
O foco nas atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança tem caracterizado a atuação atual da
Receita Estadual. Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para
enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. Hoje, o
órgão age preventivamente na convergência de interesses e busca o cumprimento voluntário do pagamento
do tributo como meta prioritária. Trabalha também para assegurar a justiça e a equidade fiscal, mantendo
um diálogo cortês e ágil na resposta aos contribuintes e agilizando sempre que possível a solução de
consultas.
Também são pontos de destaque na atuação da Receita Estadual a racionalização do uso dos recursos
públicos da Secretaria da Fazenda, o aperfeiçoamento dos sistemas de informação, serviços e processos
voltados ao cumprimento das atribuições e competências dos auditores-fiscais e a gestão tecnológica dos
recursos.
Fonte: texto adaptado – Revista Enfoque Fiscal n.06/Jan.2014. Disponível em
I. “Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul [...] ainda não estão plenamente consolidadas” (01-02) – Todas as mudanças propostas já estão em pleno funcionamento.
II. “Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos” (l.03-04) – A Receita Estadual é um órgão existente no RS há décadas.
III. “A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta é extremamente positiva.” (l.09-10) – A Administração Tributária Setorial é a única invenção e o único objetivo da Receita Estadual.
Quais informações não estão pressupostas na frase original?
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Instrução: Questão referente ao texto abaixo.
O relógio das culturas
Atrase uma hora no Brasil e ninguém nem irá se importar muito. Mas, na Suíça, deixe alguém
esperando mais que cinco ou dez minutos e terá muito a explicar. Em algumas culturas, o tempo é elástico,
em outras, monolítico. De fato, o modo como membros de uma cultura percebem e usam o tempo reflete as
prioridades da sociedade e até sua visão do mundo.
Cientistas sociais registraram grande diferença no ritmo de vida em vários países e em como as
sociedades percebem o tempo: se como uma flecha penetrando o futuro ou como uma roda em movimento,
onde passado, presente e futuro giram sem parar. Algumas culturas combinam tempo e espaço: o conceito
dos aborígenes australianos do “tempo de sonhos” abrange não só o mito da criação, mas também o
método de se localizar no campo. Mas algumas visões de tempo interessantes, como o conceito de ser
aceitável uma pessoa poderosa manter alguém de status inferior esperando, _________ desconhecer
diferenças culturais. Elas são universais.
O estudo de tempo e sociedade ___________ em pragmático e cosmológico. Do ponto de vista
prático, nos anos 50, o antropólogo Edward T. Hall escreveu que as regras de tempo social compõem uma
“linguagem silenciosa” para determinada cultura. As regras nem sempre são explícitas, analisou ele, mas
“subentendidas... Ou são cômodas e familiares, ou erradas e estranhas”.
Em 1955, ele descreveu na Scientific American como percepções diferentes de tempo podem levar
a mal-entendidos entre pessoas de culturas diversas. “Um embaixador que espera um visitante estrangeiro
mais que meia hora deve entender que se este último ‘mal murmura uma desculpa’ isto não é
necessariamente um insulto”, exemplifica. “O sistema de tempo no país estrangeiro pode ser composto de
unidades básicas diferentes, então o visitante não está tão atrasado quanto parece. Deve-se conhecer o
sistema de tempo do país, para saber a partir de que ponto as desculpas são realmente necessárias...
Culturas diferentes atribuem valores diversos para as unidades de tempo.”
A maioria das culturas do mundo agora usa relógios e calendários, unindo a maior parte do globo no
mesmo ritmo geral de tempo. Mas isso não significa que todos acertem o mesmo passo. Algumas pessoas
se estressam com o ritmo da vida moderna e ___ combatem com o movimento “slow food” enquanto em
outras sociedades as pessoas sentem pouca pressão no gerenciamento do tempo.
“Uma das curiosidades do estudo de tempo está no fato de ele ser uma janela para a cultura”, avalia
Robert V. Levine, psicólogo social na California State University, em Fresno. “É possível obter respostas
sobre valores e crenças culturais: uma boa ideia do que importa para as pessoas.”
Levine e seus colegas fizeram novos estudos do “ritmo de vida” em 31 países. Em A geography of
time, publicado pela primeira vez em 1997, Levine descreve a classificação dos países usando três
medidas: velocidade para andar nas calçadas urbanas, rapidez de um funcionário do correio em vender um
simples selo e a precisão dos relógios públicos. Baseado nessas curiosas variáveis ele concluiu que os
cinco países mais rápidos são Suíça, Irlanda, Alemanha, Japão e Itália e os cinco mais lentos, Síria, El
Salvador, Brasil, Indonésia e México. Os Estados Unidos ocupam o 16º lugar, próximo ao mediano.
A natureza obscura do tempo pode dificultar a tarefa dos antropólogos e psicólogos sociais. “Não se
pode simplesmente chegar numa sociedade, se aproximar de alguém e perguntar: ‘Qual é a sua noção de
tempo?’”, adverte Kevin K. Birth, antropólogo no Queens College. “As pessoas não terão resposta. Então,
tente outros meios para descobrir isso.”
A forma de lidar com o tempo no cotidiano não está relacionada ao conceito de tempo como
entidade abstrata. “Muitas vezes há uma separação entre como uma cultura encara a mitologia do tempo e
como as pessoas pensam a respeito do tempo em suas vidas,” relata Birth. “Não pensamos sobre as teorias
de Stephen Hawking do mesmo modo que sobre a rotina diária.” [...]
Ziauddin Sardar, autor e crítico britânico muçulmano, escreveu sobre o tempo e culturas islâmicas,
especialmente a seita fundamentalista wahhabista. Os muçulmanos “sempre carregam o passado consigo”,
afirma Sardar, editor da revista Futures e professor convidado de estudos pós-coloniais da City University,
em Londres. “No Islã o tempo é uma tapeçaria que _________ o passado, o presente e o futuro. O passado
é sempre presente.”
Sardar afirma que o Ocidente colonizou o tempo ao divulgar a expectativa de que a vida deveria se
tornar melhor conforme o tempo passa: “Ao colonizar o tempo, se coloniza o futuro. Acreditando-se que o
tempo é uma flecha, então o futuro seria o progresso, seguindo uma direção. Mas pessoas diferentes
podem desejar futuros diferentes.”
Fonte: texto adaptado – Disponível em http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/relogio_das_culturas.html
I. “O sistema de tempo no país estrangeiro pode ser composto de unidades básicas diferentes” (l.19-20) – Não existe a obrigatoriedade de o sistema de tempo no país estrangeiro ser composto de unidades básicas diferentes.
II. “Levine e seus colegas fizeram novos estudos do “ritmo de vida” em 31 países.” (l.30) – Já houve outros estudos do ritmo de vida.
III. “Em A geography of time, publicado pela primeira vez em 1997, Levine descreve a classificação dos países” (l.30-31) – A obra referida foi publicada uma única vez.
Quais informações estão pressupostas na frase original?
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I. O acesso de leitura ao disco rígido se torna contínuo e muito frequente, mesmo quando ocorrem as seguintes situações: (1) o usuário já fechou todos os aplicativo que são possíveis de serem encerrados, como editores de texto, planilhas eletrônicas, navegadores, aplicativos de vídeo e som, programa de e-mail, etc.; (2) a ferramenta antimalware não se encontra executando nenhuma ação ou varredura no computador; (3) não está sendo executado nenhum mecanismo de swapping no computador.
II. As atualizações do sistema operacional ou do antimalware não podem ser aplicadas, mesmo não havendo um motivo técnico que justifique tal fato, como, por exemplo, falta de espaço em disco rígido, falta de memória principal, sobrecarga do processador, execução de outros sistemas informatizados, aplicativos ou programas, etc.
III. As janelas de pop-up aparecem de forma inesperada e sem a realização de nenhuma ação do usuário.
Quais estão corretas?
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A questão baseia-se na Figura 5, que mostra um diagrama elaborado durante o processo de modelagem de dados.

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A questão baseia-se na Figura 5, que mostra um diagrama elaborado durante o processo de modelagem de dados.

I. Uma ocorrência de "FORNECEDOR" poderá ser cadastrada, em um banco de dados, sem estar associada, obrigatoriamente, a uma ocorrência de "FUNCIONÁRIO".
II. Uma mesma ocorrência de "CLIENTE" poderá ser associada a uma mesma ocorrência de "FUNCIONÁRIO" diversas vezes, desde que seja em data/hora diferentes.
III. Todo "CLIENTE" deverá estar associado a um "CARTÃO FIDELIDADE".
Quais estão corretas?
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"proteção dos sistemas de informação contra a negação de serviço a usuários autorizados, assim como contra a intrusão, e a modificação desautorizada de dados ou informações, armazenados, em processamento ou em trânsito, abrangendo, inclusive, a segurança dos recursos humanos, da documentação e do material, das áreas e instalações das comunicações e computacional, assim como as destinadas a prevenir, detectar, deter e documentar eventuais ameaças a seu desenvolvimento". Nesse caso, o texto apresentado acima conceitua a:
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I. Preservação da confidencialidade.
II. Preservação da integridade.
III. Preservação a disponibilidade.
IV. Não repúdio.
Quais estão corretas?
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Um determinado usuário recebeu um e-mail falso, aparentemente proveniente de um Banco comercial. O conteúdo desse e-mail o induziu a clicar em um link, fazendo com que fosse mostrada a página eletrônica da Figura 3, que é falsa. Caso esse usuário insira os seus dados financeiros nessa página eletrônica e os envie, os seus dados pessoais serão enviados a um golpista, que poderá fazer uso criminoso desses dados. Nesse caso, esse tipo de golpe na Internet é chamado de:
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