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Sobre o estudo da moeda e dos instrumentos de política monetária, assinale a afirmação correta.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
"Bebo para esquecer e como para recordar." Com essas palavras, Pepe Carvalho explica pelo menos uma vez em cada uma de suas aventuras literárias por que bebe em excesso ou por que come tanto assim. O esquecimento e a lembrança, dois antípodas na abordagem do passado histórico, estão sempre espreitando no fundo - quando o detetive particular de Manuel Vázquez Montalbán cozinha pastel de puerros y brioche con tuetano y foie, quando prepara farcellets de col rellenos de langosta y lenguado con moras, ou simplesmente come pan amb tomat - sempre acompanhado dos vinhos apropriados. Recorrendo(I) a diversos exemplos dos romances de Montalbán, seria possível explicar como o tema passado, ou seja, a tensa relação entre fixação pela História e recalque da História, se liga(II) em seus livros aos temas cozinhar, comer e experimentar.
Mas esta sua criação literária, Pepe Carvalho, não é o único bom garfo. O próprio autor tem tudo para se autodenominar um gastrósofo: trabalhou como crítico de restaurante na década de 70, escreveu colunas, livros culinários e um ensaio intitulado Contra los gourmets (Barcelona 1990). Não se pode deixar iludir pelo título: trata-se simplesmente de uma história cultural da culinária que defende a comida tradicional (no melhor sentido) contra a cozinha degenerada, compatível com o gosto dos críticos profissionais de restaurante. Para Montalbán, a comida evidentemente não tem a ver(III) somente com(III) saciedade; o que lhe interessa - além dos prazeres sensoriais elementares - é a superestrutura cultural, isto é, a metafísica da comida.
Um romance de Montalbán intitulado Reflexiones de Robinson ante un bacalao (Paris 1995) trata de um bispo que sofre um naufrágio num veleiro no Caribe e acaba sendo levado com sua amada para a ilha dos sonhos, desprovido de qualquer coisa, a não ser uma caixa de bacalhau. Então o bispo fica pensando em tudo o que poderia fazer com o bacalhau, se tivesse os ingredientes certos. Citação: "O que chegou até a minha praia não foi nenhum bicho irrisório e nenhuma conserva insípida, mas a evidente prova da transubstanciação". Afinal, tanto para o bispo como para Montalbán, o preparo do bacalhau corporifica, como nenhum outro prato, o caminho elementar desde o cru até o cozido, por meio do uso correto do fogo. E, se acreditarmos no antropólogo Claude Lévi-Strauss, é justamente nesta passagem do cru para o cozido que surge a cultura.
Adaptado de: BUSCHMANN, A. A metafísica do bacalhau ou os limites do bom gosto em Manuel Vázquez Montalbán. Humboldt. http://www.goethe.de. Edição 90-2005.
Considere as seguintes afirmações sobre regência.
I. A substituição de Recorrendo por Evocando implicaria uma mudança adicional na seqüência da frase.
II. A substituição de se liga por se relaciona não acarretaria outras mudanças na frase.
III. A substituição de tem a ver por corresponde implica a substituição de com por a.
Quais estão corretas?
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Amostragem de auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria sobre parte da totalidade dos itens que compõem o saldo de uma conta, ou classe de transações, para permitir que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria sobre algumas características dos itens selecionados, para formar, ou ajudar a formar, uma conclusão sobre a população. É importante reconhecer que certos procedimentos de auditoria aplicados na base de testes não estão dentro da definição de amostragem. NÃO se considera amostragem de auditoria
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Assinale a alternativa correspondente àquela espécie de exações, classificável, pela sua hipótese de incidência, como tributos vinculados a atividades realizadas pelo poder público.
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O resultado orçamentário obtido na execução do Balanço é
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Aeroporto para alienígena, sinalização de chifre de boi, multa para motorista morto no trânsito... O que explica o fato de nossos legisladores perderem tempo com leis desse nível?
Quando o assunto é lei absurda, o primeiro país que vem .......... mente são os Estados Unidos, onde já se legislou a respeito da proibição de pescar montado em uma girafa (!) ou de ser preso num domingo ou feriado de 4 de julho - curiosamente, ninguém determinou que nessas datas os delitos estariam suspensos. Mas por aqui as coisas não são muito diferentes.
O texto do "novo" Código de Trânsito (de 1998) precisou ser alterado de última hora porque um de seus artigos, o que estipulava multa aos motoristas envolvidos em acidente de trânsito que se recusassem a realizar exame de teor alcoólico, punia inclusive os mortos. Em Barra do Garças, Mato Grosso, o ex-prefeito e ex-governador do Estado Wilmar Peres de Farias (PPS) chegou a propor .......... construção de um aeroporto para discos voadores na cidade. E que tal o projeto de lei de José Filho (sem partido), quando vereador de Quixeramobim, Ceará, exigindo que caudas de animais fossem pintadas de amarelo fluorescente a fim de evitar atropelamentos? Melhor que isso só um colega de Câmara que apresentou uma emenda determinando também a "sinalização" em chifres, cascos e orelhas. Isso sem mencionar os incontáveis projetos de lei que mudam nomes de ruas, escolas, aeroportos etc., ou estipulam datas comemorativas, como o Dia do Vaqueiro, o Dia da Oração, o Dia do Karatê.
A pergunta que fica é: será que os legisladores não têm mais o que fazer? ISTOÉ Online ouviu cientistas políticos em busca desta resposta. Foram levantadas pelo menos três razões.
Uma primeira resposta possível aos projetos de lei que, no mínimo, soam estranhos é o acerto de contas do político com seu eleitorado. "O voto no Brasil é personalizado. Para conseguir se eleger, um deputado certamente estabeleceu vínculos com eleitores de determinada região, determinado grupo econômico, determinada profissão. E tem que retribuir o apoio. É a regra do jogo", afirma o cientista político Carlos Ranulfo, professor da UFMG.
Outro ponto a ser analisado é a cultura do "mostrar serviço" que se instalou no País. A opinião pública, motivada pela imprensa, criou a impressão de que legislador que não apresenta projeto é incompetente. O consultor político Murillo Aragão alerta que tal análise é superficial: "Tancredo Neves foi um dos parlamentares mais influentes da história da política brasileira e raramente fazia discurso, quase nunca apresentava projeto de lei".
David Fleischer, professor da Universidade de Brasília, acrescenta mais um ingrediente .......... receita que resulta em propostas estapafúrdias: a falta de conhecimento da Constituição, tanto por parte dos legisladores quanto por parte do eleitorado. "Em princípio , as Comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara têm assessores em direito constitucional que podem flagrar e barrar as idéias que fogem .......... Constituição. Já nas Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores é mais difícil ter esse serviço, principalmente em municípios pequenos", explica.
Ao eleitor também sobra sua parcela de culpa. Afinal, não dá para acreditar em prefeito que promete aumentar o salário mínimo. É engraçado como os eleitores desqualificam os representantes e esquecem que todos eles, sem exceção, estão ali porque votamos neles.
Adaptado de: Boscoli, Cláudia Zucare. Cuidado, isso pode virar lei. Isto é, 05/07/2006. http://www.istoe.com.br.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das linhas 01, 03, 08 e 24, respectivamente.
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I. Os Tribunais de Contas auxiliam o Poder Legislativo no controle interno no Poder Executivo.
II. Os Tribunais de Contas não exercem fiscalização sobre a Administração Indireta.
III. As decisões dos Tribunais de Contas não podem ter eficácia de título executivo.
Quais estão corretas?
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