Foram encontradas 120 questões.
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).
De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o economês
Provas
Texto CG1A1
O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.
O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.
Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.
Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.
Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.
O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: <www.paulogaia.com.br> (com adaptações).
No texto CG1A1, o vocábulo “economês”
Provas
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
A característica da nuvem pública que permite o escalonamento rápido de recursos sem afetar as cargas de trabalho da nuvem privada é denominada
Provas
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
Assinale a opção que corresponde a uma vantagem da arquitetura serverless.
Provas
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
Assinale a opção que apresenta corretamente a tarefa de mineração de dados adequada a ser utilizada caso um banco deseje prever, a partir de variáveis como renda, idade e histórico de pagamentos, o valor do limite de crédito que deve conceder a um cliente.
Provas
No modelo ACID de transações em bancos de dados relacionais, o princípio de isolamento garante que transações concorrentes não interfiram de forma incorreta umas nas outras. Assinale a opção em que é indicado o mecanismo que implementa o princípio de isolamento por meio do uso de bloqueios que só são liberados depois da conclusão da fase de crescimento da transação.
Provas
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
O Hadoop é um ecossistema para processamento distribuído de grandes volumes de dados, estruturados ou não. Sua arquitetura central é composta por módulos complementares. Considerando essas informações, assinale a opção em que são corretamente apresentados os três principais componentes do Hadoop.
Provas
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
Assinale a opção em que é corretamente citada a metodologia ou prática ágil que se destaca por enfatizar a criação de uma linguagem ubíqua entre desenvolvedores e especialistas do domínio, realizar a modelagem estratégica com contextos delimitados e utilizar agregados, entidades e objetos de valor como padrões para representar conceitos do negócio, caracterizando-se como uma abordagem segundo a qual a estrutura do código deve refletir o modelo mental do domínio do problema.
Provas
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
- Gestão de ProcessosBPM: Gerenciamento de Processos de NegócioBPMN: Business Process Model and Notation
Na notação DMN (decision model and notation), o elemento que representa uma lógica de decisão composta por múltiplas entradas e regras é denominado
Provas
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-SE
Com base no COBIT 2019, assinale a opção que apresenta o objetivo de governança que busca garantir que a estratégia de TI esteja conectada às necessidades do negócio.
Provas
Caderno Container