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Foram encontradas 149 questões.

956909 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Por ocasião da finalização dos trabalhos de auditoria, e imediatamente antes da emissão do parecer final com a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis, o auditor, obrigatoriamente, e por força de Norma Contábil (NBC TA 580), solicita informações e confirmações da administração da empresa, como evidência de auditoria, que estarão formalizadas num documento denominado
 

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956908 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
A Norma Brasileira de Contabilidade – NBC TA 550 –, que trata da responsabilidade do auditor no que se refere ao relacionamento e transações com partes relacionadas durante a execução da auditoria de demonstrações contábeis, especificamente, amplia a maneira como a NBC TA 315, a NBC TA 330 e a NBC TA 240 devem ser aplicadas em relação aos riscos
 

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956907 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Os trabalhos de avaliação requeridos pelo Judiciário estão diretamente relacionados a
 

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956906 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Trata-se da aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades-base tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite ao auditor concluir sobre toda a população.

O texto refere-se ao conceito de
 

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956905 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
O auditor, ao considerar todos os fatos divulgados; as atas de reuniões de acionistas, administradores e outros órgãos estatutários ou decisórios; os informes de qualquer espécie divulgados pela entidade; e a existência de fatos não revelados pela administração nas demonstrações contábeis que tenham efeitos retroativos relevantes sobre essas demonstrações, está buscando suporte para formar uma opinião, considerando:
 

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956904 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Um auditor, ao confrontar com uma empresa que apresenta prejuízos anuais recorrentes, na qual não há eficiência nas unidades geradoras de caixa e que mantém o seu patrimônio líquido a descoberto, avaliará a empresa no pressuposto de
 

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956903 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
O gerente de uma loja tem títulos de cobrança com 3 agentes, A, B e C. Ele quer distribuir os R$ 340.000,00 para cobrança de modo que cada agente receba proporcionalmente ao que cada um deles recebeu no último mês. No ultimo mês, o agente A recebeu 80% dos títulos, o agente B recebeu 70% e o agente C recebeu apenas 50%. Nessas condições, pode-se afirmar corretamente que
 

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956902 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
O tempo não para

O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.

Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de gestão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, realizada na medida certa, traz efeitos positivos.

A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propósito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.

Além disso, a juniorização segue na contramão da demografia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo busca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclusões são preocupantes.

Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de centenas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de crescimento.

Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, essas companhias não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas.

(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
Na frase do primeiro parágrafo – Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. –, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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956901 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Tão arcaico quanto

Já reparou que não se vê mais nas ruas gente de mãos nos bolsos? Que são raros os homens que ainda usam as calças acima do umbigo? Que os colarinhos com barbatanas, assim como o lenço no bolso do paletó, se extinguiram? E que flor na lapela, hoje, é exclusividade da Velha Guarda das escolas de samba em dia de desfile?

Ninguém mais carrega o pente no bolso da camisa - aliás, há quanto tempo não se vê um homem se penteando em público? Ninguém mais ouve radinho de pilha - os próprios porteiros o abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito, nem no caixa das melhores padarias. Ninguém mais enfeita a geladeira com pinguins de louça. Ninguém mais decora o jardim com estátuas de anões. E ninguém mais usa CD-ROM.

Quem diria? Há apenas 15 anos, o CD-ROM era a “ferramenta” que iria absorver, resumir e comportar todo o conhecimento do Universo. Iria substituir as bibliotecas, o livro, o cinema, os museus, a TV e, quem sabe, o cérebro. Quem poderia adivinhar que, em tão pouco tempo, sua glória se extinguiria e ele ficaria tão arcaico quanto os anões de jardim e os pinguins de geladeira?

(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 15.04.2013. Adaptado)
No segundo parágrafo, ao afirmar – Ninguém mais ouve radinho de pilha – os próprios porteiros o abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito, nem no caixa das melhores padarias. – o autor sugere que encontrar porteiros ouvindo o radinho de pilha e caixas de padaria com lápis atrás da orelha era algo que, no passado, acontecia em condições
 

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956900 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEFAZ-SP
Tomadas e oboés

“O do meio, com heliponto, tá vendo?", diz o taxista, apontando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez". Ficamos admirando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elétricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé. “Fio, disjuntor, tomada, tudo!", insiste o motorista, com tanto orgulho que chega a contaminar-me.

Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo. Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada sala tem o quê? Duas tomadas?"

“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador, essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode botar aí pra uma média de seis tomadas/sala."

Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas! Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo número de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no prédio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja, negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.

Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos profissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movimento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de contemplação.


Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escritório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos, não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais voltará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.

“Onze mil, cento e cinquenta", diz o taxista, me mostrando o celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas."

Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elétrica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito cágados, pela marginal.

(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
No trecho do sexto parágrafo – Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos profissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movimento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de contemplação. –, o segmento em destaque expressa, de modo figurado, um sentido equivalente ao da expressão: profissionais que acreditam ser
 

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