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Foram encontradas 60 questões.

321807 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabela, que ocorreu em São Paulo, em 2008, estão presos aguardando julgamento. A prisão masculina, onde está Alexandre Nardoni, é considerada modelo, oferecendo aos presos:
 

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321806 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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Somente neste ano, os piratas somalis atacaram mais de 80 embarcações e sequestraram 16 navios com 290 tripulantes. (...) As ações audaciosas de piratas fortemente armados têm atingido cada vez mais navios mercantes no golfo de Áden, uma rota importante, na entrada do mar Vermelho, seguida por navios que utilizam o canal de Suez rumo ao Mediterrâneo.”

(18/04/2009) (http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u552818.shtml)

A Somália, país de origem dos piratas deste novo milênio, fica no continente denominado:

 

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321805 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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A dengue é uma grande preocupação das autoridades brasileiras, já que em todos os anos, epidemias são registradas em áreas diversas do país. No entanto, existem outras doenças conhecidas como doenças tropicais, cuja manifestação ocorre, principalmente, em regiões onde este clima incide. Dentre as alternativas abaixo, marque a que NÃO condiz com o rótulo de doença tropical:
 

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321804 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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O Forte dos Reis Magos é, a um só tempo, atração turística e um símbolo de um período da história da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Para oficializar a conquista e a colonização da então capitania do Rio Grande, a Coroa Portuguesa ordenou que ali fosse instalada uma fortaleza militar. No ano de 1597, do século XVI, chegava uma esquadra liderada por Manoel Mascarenhas Homem, Capitão-Mor de Pernambuco, para povoar o território e construir uma base militar, com o objetivo de:
 

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321859 Ano: 2009
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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Sobre o tema prisão, marque a alternativa INCORRETA:
Questão Anulada

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321851 Ano: 2009
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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Constituem deveres do preso, EXCETO:
Questão Anulada

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321844 Ano: 2009
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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Sobre a Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº. 4.898, de 9 de dezembro de 1965, publicada no D.O.U. em 13 de dezembro de 1965), marque a alternativa INCORRETA:
Questão Anulada

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321826 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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TEXTO:

A crise que estamos esquecendo

O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.

Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.

Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.

Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes.

Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

(Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)

O trecho “Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás.” pode ser reescrito, de acordo com a norma culta, sem alteração de sentido, da seguinte forma:
Questão Anulada

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321820 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
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TEXTO:

A crise que estamos esquecendo

O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas.

Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés.

Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar.

Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes.

Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.

(Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)

Cumprimento” tem significado distinto de seu parônimo “comprimento”. Das frases abaixo, aquela em que houve troca na escolha dos parônimos, entre parênteses, é:
Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
321818 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: SEAP-RN
Provas:
Dois estados brasileiros passaram por processos de cassação de seus governadores realizados pelos tribunais eleitorais, em que os segundos colocados nas eleições de outubro do ano de 2004 assumiram o governo. Trata-se das unidades federativas:
Questão Anulada

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