Foram encontradas 40 questões.
Pedro pegou R$ 1.500,00 emprestados, no regime de juros simples, com seu irmão João. Pedro irá pagar sua dívida ao final de 10 meses. Determine o valor a ser pago por Pedro, quando quitar sua dívida, sabendo que João emprestou o dinheiro a uma taxa de2%ao mês.
Provas
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira e depois assinale a resposta que contém a sequência correta.
1. mata germes e bactérias
2. desinfeta pisos
3. tira as sujeiras de pratos e garfos
4. mata ou expulsa insetos
( ) detergente líquido
( ) desinfetante
( ) inseticida
( ) água sanitária
A sequência correta é:
Provas
Um carro percorre 300 quilômetros, consumindo 45 litros de gasolina. Determine o custo de cada quilômetro percorrido pelo proprietário com esse carro, sabendo que o litro da gasolina custa R$ 2,80.
Provas
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Texto 2:
Rir, o melhor remédio
Em janeiro de 1962, um surto de riso num internato para garotas de Kahasha, um pequeno vilarejo na Tanzânia, obrigou o fechamento temporário da escola. A “epidemia” começara da maneira mais simples do mundo. Três alunas desataram a rir – sim, apenas “rá! rá! rá!” – e logo as gargalhadas tomaram conta de outras 95 das 159 meninas do internato. Eram ataques que podiam durar poucos minutos, um par de horas – mas também vários dias. A escola reabriu suas portas quatro meses depois, porém teve que fechá-las novamente em poucas semanas. Tudo porque outras 57 meninas haviam sido contaminadas pelo surto de hilaridade.
As risadas não se restringiram aos corredores da escola. Tal como uma versão cômica (e benigna) do vírus ebola, a epidemia espalhou-se rapidamente por alguns grotões do país africano. Como relata Robert R. Provine professor de Psicologia e Neurociências na Universidade de Maryland, Estados Unidos, e autor de Laughter: A Scientific Investigation (“Risada: uma investigação científica”, ainda sem tradução no Brasil), logo outras regiões da Tanzânia estavam sofrendo com o surto de gargalhadas espalhado pelas alunas do internato.
As risadas foram parar em Nshamba, cidade natal de várias garotas.
(...)
A ideia central do livro, que sintetiza dez anos de dedicação ao tema, apresenta o riso como a mais poderosa forma de interação social entre humanos. Provine, que pesquisou com seus alunos 1 200 situações de risadas em locais como praças, shopping centers, pátios de universidades e hospitais, mostra que a risada arreganha as contradições do nosso comportamento. Somos tão racionais e, no entanto, rimos de frases que não têm a menor sombra de humor – muitas vezes porque outras pessoas começaram a rir antes. O motivo é simples, explica o pesquisador: temos no cérebro mecanismos que detectam e reproduzem o riso. Esses mecanismos seriam responsáveis por surtos hilários como o da Tanzânia, por exemplo.
(...)
Antes da ciência, o mundo dos espetáculos e do show business já havia descoberto como tirar proveito da combinação entre piadas e risos. Sabe aquela risada coletiva que ecoa nos programas humorísticos das tevês do mundo inteiro e contagia os espectadores? Pois sua forma “industrializada” existe desde setembro de 1950, quando o seriado cômico The Hank McCune Show inaugurou a prática de inserir risadas em playback de uma claque especialmente contratada ao final de cada gag (piada). A invenção foi um sucesso instantâneo e é praticada até os dias de hoje, mesmo tendo sido considerada, em 1999, uma das 100 Piores Ideias do Mundo em votação da revista Time. Sem a claque, acredite, a risada que você vê na tela seria muito menos engraçada.
Até parece piada.
(In: http://super.abril.com.br/ciencia/rirmelhor- remedio-442631.shtml)
Em “a mais poderosa forma de interação social...”, o adjetivo em negrito está flexionado no grau:
Provas
A imensa biodiversidade amazônica está ameaçada pelo desmatamento e pela biopirataria. O que é biopirataria?
Provas
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta
Texto 1:
A mulher que não ri
Encontrei-a na rua.
É bonita mas não chega a ser nenhuma miss(a). Nem ex-miss. Pelos olhos, pelo rosto, pelos cabelos, acredito que não frequenta salões de beleza.
Ia andando de pé, pela cidade, e encontreia. É que ainda sinto prazer em andar e andar, sem propósito, sem preocupação, pelas ruas da cidade onde habito, apesar de todos os pesares. E nas minhas andanças, poucas vezes em busca de resolver meus que fazeres e tantas outras nas minhas caminhadas matinais e vespertinas, tenho observado hábitos e comportamentos. As diferenças me aprazem.
Como as criaturas são estranhas!
Há pessoas que, mesmo em se lhe dando bom dia, ou boa tarde, conforme a hora não se abrem, não dizem nada em resposta, às vezes nem olham, ou viram a cara. Raras são aquelas que, sem serem conhecidas, respondem à saudação dos passantes ou lhes dirigem a palavra junto comum sorriso prazenteiro.
(...) foi por causa da idade que me vem chegando, talvez, que observei aquela moça especial, desde muito tempo na minha presença – quando a vejo e quando deixo de vê-la, a que tomo agora por minha “persona”. Não é caminhante como eu e sim empregada de uma loja cujo nome não vai dito aqui porque seria uma propaganda gratuita, e mais, por resguardo da identidade daquela de quem falo ao meu leitor.
Ela, minha personagem, nunca ri. Fala pouco, só o necessário, embora seja expedita no atendimento dos que procuram comprar alguma mercadoria ou pedir informações esclarecimentos. Mas não ri, não ri nunca. Está sempre ocupada, trabalhando. Seria por causa disto? Já a encontrei na rua outras vezes, além da primeira de que me lembro. É o mesmo comportar-se: o rosto não contraído, mas não ri; e tem poucas palavras para com as pessoas que a cercam, por exemplo uma companheira de trabalho com quem chega na loja. Daquela vez dei-lhe o meu bom dia e não ouvi resposta, ou então era muito baixa sua voz. Conheço-a de três anos a mais. Sabe, leitor, o que ela me falou até agora na loja?Apenas isto:
– Já foi atendido, senhor?
Outras colegas suas já me atenderam e soltaram seus meio-sorrisos, ou falaram alguma coisa mais que o referente ao simples ato comercial.
Minto. No ano passado, quando publiquei minha crônica costumeira de dezembro, ela me dirigiu duas palavras, em meio a seu serviço de vendedora. A provocação partiu de mim.
– Já leu meu conto de Natal deste ano? Eu sou escritor – apresentei-me.
– Como é seu nome? – ela perguntou.
Eu balbuciei meu nome, depois criei coragem e o disse completo.
– Meu nome literário!
E ainda acrescentei onde havia saído – o nome do jornal.
–Ah, sim! Li e gostei. É por ali mesmo.
Agradeci por ter a simpatia de tão agradável leitora e fiquei esperando seu sorriso.
Qual nada!
(...)
No ano seguinte, nova crônica de Natal no mesmo jornal, e fico na escuta dos leitores que se manifestam. Uns o fazem agradando, outros não. Pior os que esquecem. Ou não leram. Continuei a passar por onde minha “persona” atende profissionalmente. E continuo freguês do estabelecimento. Esperando sua reação, lógico. Mas até hoje não me falou nada.
Esse é um dos enigmas que tento desvendar, talvez o mais difícil. Não me parece pessoa infeliz. Nem doente. Ao contrário tem uma aparência agradável(e). Também não pode ser considerada feia de feição, muito menos de corpo. Não faz muito que a vi fora do balcão, mostrava toda a sua estatura, suas formas(b) dentro de uma veste comum, de trabalho. Mulher atraente(c). Mas como milhares de outras por aí. Convenci-me de que não eram suas formas que me atraíam, nem seu olhar, nem seus cabelos. Era o enigma(d). Que faz de sua vida a moça que não tem o prazer do riso? Todos os seres humanos se enfeitam com o sorriso, a mulher então!...
Já pensava em quebrar mais um pouco de minha timidez, na próxima passagem por ali, coisa que não seria difícil porque minha andança em redor se tornara mais constante. Era só perguntar-lhe o nome. Depois emendava com outras perguntinhas à toas. O nome é coisa importante para todo o mundo. É a partir dele que nascem outras palavras. E das palavras, uma história, o comentário de um fato, uma confissão mesmo diminuta. De sequência em sequência estaria lhe declarando amor nem que fosse para quebrar a cara. Quebrar a cara seria conhecê-la mais, até então o meu obsessivo propósito.
Qual não foi a minha surpresa quando, no dia seguinte, ela não voltou. Nem no outro, nem no outro. Uma semana inteira. E nenhuma de suas colegas quis dar-me seu endereço.
Pode ser que eu tenha sido o seu constrangimento e onde esteja agora sorria como qualquer criatura.
*Francisco Miguel de Moura, escritor, membro do Conselho de Cultura e da Academia Piauiense de Letras. Mora em Teresina. In: http://www.quemtemsedevenha.com.br/ mulher_que_nao_ri.htm
O narrador sente-se atraído pela “mulher que não ri”. Assinale o fragmento do texto em que ele justifica o motivo dessa atração.
Provas
Em 2009, o litro do leite custava R$ 2,50 e, em 2010, passou a custar R$ 3,25. Determine o percentual de aumento do preço do leite, em relação ao preço em 2009.
Provas
A água é um recurso natural essencial à vida, o que torna fundamental o estudo das bacias hidrográficas. Uma bacia hidrográfica é formada pelo conjunto de terras banhadas por um rio principal e seus afluentes. A rede hidrográfica de Rondônia faz parte da imensa bacia Amazônica. São importantes formadores de bacias hidrográficas em território rondoniense, os rios:
Provas
Resolva a expressão !$ { \large 1 \over 2} + { \large 12 \over 20} + { \large 3 \over 4} + { \large 4 \over 16} + { \large 4 \over 5} !$
Provas
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta
Texto 1:
A mulher que não ri
Encontrei-a na rua.
É bonita mas não chega a ser nenhuma miss. Nem ex-miss. Pelos olhos, pelo rosto, pelos cabelos, acredito que não frequenta salões de beleza.
Ia andando de pé, pela cidade, e encontreia. É que ainda sinto prazer em andar e andar, sem propósito, sem preocupação, pelas ruas da cidade onde habito, apesar de todos os pesares. E nas minhas andanças, poucas vezes em busca de resolver meus que fazeres e tantas outras nas minhas caminhadas matinais e vespertinas, tenho observado hábitos e comportamentos. As diferenças me aprazem.
Como as criaturas são estranhas!
Há pessoas que, mesmo em se lhe dando bom dia, ou boa tarde, conforme a hora não se abrem, não dizem nada em resposta, às vezes nem olham, ou viram a cara. Raras são aquelas que, sem serem conhecidas, respondem à saudação dos passantes ou lhes dirigem a palavra junto comum sorriso prazenteiro.
(...) foi por causa da idade que me vem chegando, talvez, que observei aquela moça especial, desde muito tempo na minha presença – quando a vejo e quando deixo de vê-la, a que tomo agora por minha “persona”. Não é caminhante como eu e sim empregada de uma loja cujo nome não vai dito aqui porque seria uma propaganda gratuita, e mais, por resguardo da identidade daquela de quem falo ao meu leitor.
Ela, minha personagem, nunca ri. Fala pouco, só o necessário, embora seja expedita no atendimento dos que procuram comprar alguma mercadoria ou pedir informações esclarecimentos. Mas não ri, não ri nunca. Está sempre ocupada, trabalhando. Seria por causa disto? Já a encontrei na rua outras vezes, além da primeira de que me lembro. É o mesmo comportar-se: o rosto não contraído, mas não ri; e tem poucas palavras para com as pessoas que a cercam, por exemplo uma companheira de trabalho com quem chega na loja. Daquela vez dei-lhe o meu bom dia e não ouvi resposta, ou então era muito baixa sua voz. Conheço-a de três anos a mais. Sabe, leitor, o que ela me falou até agora na loja?Apenas isto:
– Já foi atendido, senhor?
Outras colegas suas já me atenderam e soltaram seus meio-sorrisos, ou falaram alguma coisa mais que o referente ao simples ato comercial.
Minto. No ano passado, quando publiquei minha crônica costumeira de dezembro, ela me dirigiu duas palavras, em meio a seu serviço de vendedora. A provocação partiu de mim.
– Já leu meu conto de Natal deste ano? Eu sou escritor – apresentei-me.
– Como é seu nome? – ela perguntou.
Eu balbuciei meu nome, depois criei coragem e o disse completo.
– Meu nome literário!
E ainda acrescentei onde havia saído – o nome do jornal.
–Ah, sim! Li e gostei. É por ali mesmo.
Agradeci por ter a simpatia de tão agradável leitora e fiquei esperando seu sorriso.
Qual nada!
(...)
No ano seguinte, nova crônica de Natal no mesmo jornal, e fico na escuta dos leitores que se manifestam. Uns o fazem agradando, outros não. Pior os que esquecem. Ou não leram. Continuei a passar por onde minha “persona” atende profissionalmente. E continuo freguês do estabelecimento. Esperando sua reação, lógico. Mas até hoje não me falou nada.
Esse é um dos enigmas que tento desvendar, talvez o mais difícil. Não me parece pessoa infeliz. Nem doente. Ao contrário tem uma aparência agradável. Também não pode ser considerada feia de feição, muito menos de corpo. Não faz muito que a vi fora do balcão, mostrava toda a sua estatura, suas formas dentro de uma veste comum, de trabalho. Mulher atraente. Mas como milhares de outras por aí. Convenci-me de que não eram suas formas que me atraíam, nem seu olhar, nem seus cabelos. Era o enigma. Que faz de sua vida a moça que não tem o prazer do riso? Todos os seres humanos se enfeitam com o sorriso, a mulher então!...
Já pensava em quebrar mais um pouco de minha timidez, na próxima passagem por ali, coisa que não seria difícil porque minha andança em redor se tornara mais constante. Era só perguntar-lhe o nome. Depois emendava com outras perguntinhas à toas. O nome é coisa importante para todo o mundo. É a partir dele que nascem outras palavras. E das palavras, uma história, o comentário de um fato, uma confissão mesmo diminuta. De sequência em sequência estaria lhe declarando amor nem que fosse para quebrar a cara. Quebrar a cara seria conhecê-la mais, até então o meu obsessivo propósito.
Qual não foi a minha surpresa quando, no dia seguinte, ela não voltou. Nem no outro, nem no outro. Uma semana inteira. E nenhuma de suas colegas quis dar-me seu endereço.
Pode ser que eu tenha sido o seu constrangimento e onde esteja agora sorria como qualquer criatura.
*Francisco Miguel de Moura, escritor, membro do Conselho de Cultura e da Academia Piauiense de Letras. Mora em Teresina. In: http://www.quemtemsedevenha.com.br/ mulher_que_nao_ri.htm
Em “Eu balbuciei meu nome. . . ” ao substituirmos o termo sublinhado por Vossa Senhoria, teremos:
Provas
Caderno Container