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3228551 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 05.

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O problema não é só falta de chuva (texto adaptado)

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Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo o que foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reuso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reuso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas.

Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte, onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. Em países com redes efi cientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.

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Disponível em: http://www.revistaplaneta.com.br/o-problema-nao-e-so-falta-de-chuva/. Acesso em 21/04/2016.

No trecho “No mundo todo, há vários El-Erian que ainda não receberam sua listinha de momentos perdidos, mas certamente perceberão esse vazio um dia.”, o emprego da primeira vírgula justifica-se por:

 

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3228550 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 05.

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O problema não é só falta de chuva (texto adaptado)

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Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo o que foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reuso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reuso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas.

Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte, onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. Em países com redes efi cientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.

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Disponível em: http://www.revistaplaneta.com.br/o-problema-nao-e-so-falta-de-chuva/. Acesso em 21/04/2016.

Considere o seguinte o trecho: “Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água”. As palavras “ação”, “fomentar” e “reduzir” podem ser substituídas, sem perda significativa de sentido, no contexto em que se apresentam, por:

 

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3228549 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Considere o texto para responder às questões de 01 a 05.

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O problema não é só falta de chuva (texto adaptado)

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Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos. O Sistema São Lourenço captará água do rio Juquiá, em Ibiúna, a 80 quilômetros, na bacia do rio Ribeira do Iguape. Já o sistema Cantareira vai captar água a 90 quilômetros, no rio Jaguari, em Extrema (MG). As fontes estão cada vez mais longe e o transporte do insumo, mais caro. Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento. Não é possível depender só das chuvas. É preciso recarregar as bacias hidrográficas e implementar programas de proteção às nascentes. “O planejamento tem que anteceder a crise”, diz Maud. “Temos tecnologia avançada e técnicos. A questão é de prioridade pública. Vemos o crescimento econômico da cidade e da população, mas não vemos medidas que deveriam ser tomadas sempre, não durante crises. O racionamento é o pior e último recurso. Significa que tudo o que foi planejado e feito deu errado”, critica. Para especialistas estrangeiros como Giulio Boccaletti, a solução requer o amadurecimento da sociedade. Há três campos de ação. Primeiro, é preciso fomentar a economia no uso, usando incentivos e taxação para reduzir o desperdício de água. Em segundo lugar, é preciso expandir a produção de água de reuso industrial, como faz o Projeto Aquapolo, da Sabesp e da Odebrecht Ambiental, que converte água de esgoto do rio Tietê em insumo para as indústrias do polo petroquímico de Capuava, em Mauá. No Rio de Janeiro, a Estação de Tratamento de Alegria, da companhia estadual de águas Cedae, também vai converter esgoto em água de reuso para abastecer as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, e a reurbanização do Porto Maravilha. O uso de água reciclada aumenta a disponibilidade de água tratada para o consumo da população e gera lucros para as empresas.

Um terceiro foco de atuação é reduzir as perdas por vazamento nas redes. Em todos os Estados há desperdício. Na região Norte, onde a água existe em abundância, os índices são assustadores: o Amapá perde 76% da água da sua rede pública e o Acre, 62,78%. Alagoas perde 65,87%. O Rio de Janeiro, quase a metade do que trata, 46,95%. O Estado com menor índice de perdas é Mato Grosso do Sul, com 19,65%. Em São Paulo, a Sabesp divulga perdas de 24%, mas o índice real chegou em 31,2% em 2013, segundo a Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo. Em média, o país perde 37,57% da água que circula pelas redes. Se essas perdas fossem reduzidas, não se cogitaria em racionamento. Em países com redes efi cientes como Japão e Alemanha, as perdas são de 7%; no Reino Unido chegam a 16% e na França, a 26%. A comparação revela uma faceta “subdesenvolvida” do trabalho de conservação. Japoneses e alemães não lidam com fraude, “gatos” ou submedição de água. Quando visitam o Brasil, os técnicos se surpreendem com a quantidade de artimanhas para desviar água e a criatividade dos fraudadores. Na área da Sabesp, os vazamentos respondem por 20,3% das perdas; já as fraudes, “gatos” e submedição configuram 10,9% de perdas. Desde 1990, a companhia paulista promove ações para controlar e reduzir perdas. O Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água, desenvolvido com R$ 5,9 bilhões oriundos do BNDES e da Agência de Cooperação Internacional do Japão, prevê a renovação da infraestrutura, substituição de redes e ramais, pesquisas de vazamentos não visíveis, reparos em vazamentos, implantação de melhorias no sistema de distribuição, redução e controle de pressão, substituição de hidrômetros e combate a fraudes.

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Disponível em: http://www.revistaplaneta.com.br/o-problema-nao-e-so-falta-de-chuva/. Acesso em 21/04/2016.

De acordo com o texto, julgue (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas abaixo e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A solução da crise hídrica depende exclusivamente das chuvas. Não há qualquer medida que atenue o problema.

( ) Vazamentos e gatos consomem mais de 70% da água a ser tratada, posteriormente distribuída em São Paulo.

( ) Para superar a crise de demanda, São Paulo aposta no Sistema São Lourenço, que aumentará a oferta com 4.700 litros por segundo de água tratada, o suficiente para abastecer mais 1,5 milhão de paulistanos.

( ) Frederico Fábio Mauad, professor da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, cobra uma política constante que assegure o abastecimento.

 

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3228538 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Atentados que ocorreram no dia 22/03/2016 deixaram dezenas de mortos e feridos no Aeroporto Internacional de Zaventeme, e na estação de metrô Maelbeek, em Bruxelas. O fato ocorreu na:

 

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3228532 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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O festival de Cannes, na França é um dos principais eventos do calendário de cinema internacional. Até agora apenas um filme brasileiro ganhou a Palma de Ouro, “o Pagador de Promessas” (1962). Este ano, mais um filme brasileiro foi selecionado para a mostra competitiva, dirigido por Kleber Mendonça. O filme em questão é:

 

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3228531 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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A __________________ tem como objetivo fiscalizar e monitorar, preventiva e corretivamente, as fontes de poluição e os empreendimentos que possam vir a causar impactos ou danos ao meio ambiente, em conformidade com a legislação vigente. Os agentes ambientais realizam em solo, de barco e também aérea, com o uso de um helicóptero.

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Completa corretamente a lacuna acima:

 

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3228530 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Em sua décima terceira edição o ______________________________ é uma ótima opção de passeio durante o feriado de 21 de abril. O publico poderá conferir atrações musicais, teatro, oficinas, e a tradicional feira de produtos e artesanato no antigo mercado de Paranapiacaba. O roteiro gastronômico, no qual os empreendimentos locais oferecem receitas de pratos salgados, doces e bebidas elaboradas com o fruto típico da Mata Atlântica.

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Completa corretamente a lacuna acima:

 

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3228529 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Falecido em fevereiro de 2016 o escritor, filosofo, e linguista italiano _____________________ nasceu em Alessandria, em Piemonte, na Itália. Famoso mundialmente por seus escritos sobre semiótica, estética medieval, comunicação de massa, seu maior sucesso literário foi o consagrado romance “O Nome da Rosa” de 1980.

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O nome correto que completa a lacuna é:

 

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3228823 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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Em relação ao texto abaixo, indique a alternativa correta.

Em relação às fontes de emissão, podem ser de dois tipos: as provenientes de Fontes Fixas e aquelas oriundas de Fontes Móveis. As fontes fixas são aquelas que ocupam uma área relativamente limitada, permitindo uma avaliação direta na fonte, como por exemplo, as indústrias. As fontes móveis são as que se dispersam pela comunidade, por exemplo, os veículos automotores. Fontes fixas são aquelas que estão dentro da indústria, como exemplo, chaminés, reatores de processos químicos e pilhas de depósito de minerais.

A - Fontes móveis são aquelas que se deslocam pelas áreas, como exemplo, geradores Diesel ou gasolina, caminhões e ônibus que transportam os funcionários.

B - Fontes semi fixas são aquelas que estão dentro da indústria, como exemplo, chaminés de caminhões transportadores de minério e estações analisadoras de qualidade do ar.

C - Fontes móveis estacionárias, são aquelas que se deslocam pelas áreas, como exemplo, correias transportadoras de grãos em geral e gruas de elevação e movimentação de cargas, instaladas em convés de navios.

D - Fontes semi móveis são aquelas que estão baseadas em solo mas que tem mobilidade, como exemplo os guindastes que elevam cargas em construções civis e em cais do porto.

Atende corretamente ao enunciado somente os itens:

Questão Anulada

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3228646 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Federal
Banca: CAIP-IMES
Orgão: SEMASA Santo André
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O Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Acidentes Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2), do MMA, vem ao encontro da preocupação crescente relacionada aos riscos potenciais desses contaminantes para a saúde humana e o meio ambiente. O objetivo do Plano P2R2 é prevenir a ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos, bem como aprimorar o sistema de preparação e resposta a emergências químicas no País. No sentido de promover a necessária integração intersetorial e transversalidade, no âmbito do governo federal, foram instalados os Grupos de Trabalho (GT) , sendo que participaram como membros desses GTs, além de representantes do governo federal, técnicos das instituições estaduais de meio ambiente e representantes da ANAMMA. Em relação aos os objetivos dos GTs instituídos, indique a alternativa correta.

A - O GT de Mapeamento de Áreas de Risco elabora propostas técnicas para a identificação, caracterização e mapeamento de áreas/atividades que efetiva ou potencialmente, apresentem risco de ocorrência de acidente de contaminação ambiental, decorrente de atividades que envolvam produtos perigosos.

B - O GT Banco de Dados planeja, de modo estratégico, o desenvolvimento do Plano P2R2, de modo a orientar os processos decisórios referentes a elaboração de propostas técnicas para o desenvolvimento, manutenção e atualização de banco de dados sobre vários temas pertinentes à matéria, que darão sustentação estratégica e operacional ao Plano P2R2.

C - O GT Desenvolvimento Estratégico planeja, de modo estratégico, o desenvolvimento do Plano P2R2, de modo a orientar os processos decisórios referentes a sua implantação e manutenção.

D - O GT Recursos Financeiros identifica fontes de recursos financeiros nacionais e internacionais que poderão ser acessadas e indicar alternativas viáveis para suprimento de recursos financeiros na implementação e operacionalização do Plano P2R2.

E - O GT Avaliação de Produtos Químicos avalia a necessidade de se providenciar situações e locais adequados para armazenamento de produtos perigosos.

Atende corretamente ao enunciado somente os itens:

Questão Anulada

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