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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Como uma espécie de anjo da morte, a AIDS está se espalhando pela África subsaariana e é, agora, a maior causa de mortes no continente mais pobre do mundo, de acordo com o relatório relativo ao ano 2001 do Programa da AIDS das Nações Unidas (UNAIDS). Essa parte da África continua sendo a região mais atingida pela pandemia, com 70% — ou 28,1 milhões de pessoas — do total de infectados pelo vírus HIV. A ONU estima que 3,4 milhões de pessoas na África subsaariana tenham sido infectadas em 2001, em um total de 5 milhões de novas infecções em todo o mundo. Mais da metade dessas pessoas são mulheres. A África do Sul ainda é o país mais afetado da região.

Segundo os especialistas, os êxitos obtidos pelo programa de combate à AIDS conduzido pelo Brasil explicam-se por um conjunto de fatores, um dos quais teria sido o estratégico apoio recebido dos EUA para que o acesso a medicamentos, como os que compõem o coquetel utilizado no tratamento, fosse reconhecido como um direito humano, portanto livre das limitações impostas pelo acordo internacional de patentes.
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Como uma espécie de anjo da morte, a AIDS está se espalhando pela África subsaariana e é, agora, a maior causa de mortes no continente mais pobre do mundo, de acordo com o relatório relativo ao ano 2001 do Programa da AIDS das Nações Unidas (UNAIDS). Essa parte da África continua sendo a região mais atingida pela pandemia, com 70% — ou 28,1 milhões de pessoas — do total de infectados pelo vírus HIV. A ONU estima que 3,4 milhões de pessoas na África subsaariana tenham sido infectadas em 2001, em um total de 5 milhões de novas infecções em todo o mundo. Mais da metade dessas pessoas são mulheres. A África do Sul ainda é o país mais afetado da região.

O programa brasileiro de combate à AIDS ganhou projeção nacional: iniciado há poucos anos, ficou ainda mais conhecido quando, mesmo em meio à crise que abalou o real, no início de 1999, o Estado decidiu promover a distribuição gratuita dos remédios utilizados no tratamento da doença.
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Como uma espécie de anjo da morte, a AIDS está se espalhando pela África subsaariana e é, agora, a maior causa de mortes no continente mais pobre do mundo, de acordo com o relatório relativo ao ano 2001 do Programa da AIDS das Nações Unidas (UNAIDS). Essa parte da África continua sendo a região mais atingida pela pandemia, com 70% — ou 28,1 milhões de pessoas — do total de infectados pelo vírus HIV. A ONU estima que 3,4 milhões de pessoas na África subsaariana tenham sido infectadas em 2001, em um total de 5 milhões de novas infecções em todo o mundo. Mais da metade dessas pessoas são mulheres. A África do Sul ainda é o país mais afetado da região.

Há um componente novo, já detectado pelos analistas da dramática situação africana, que chama a atenção pelo que apresenta de inusitado e improvável, mas que efetivamente ocorre na região: à medida que aumenta o número de infectados pelo HIV, fortalecem-se os laços familiares para enfrentar a doença, o que acaba por se refletir no aumento da produção agrícola e da renda auferida.
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Orgão: Senado
Como uma espécie de anjo da morte, a AIDS está se espalhando pela África subsaariana e é, agora, a maior causa de mortes no continente mais pobre do mundo, de acordo com o relatório relativo ao ano 2001 do Programa da AIDS das Nações Unidas (UNAIDS). Essa parte da África continua sendo a região mais atingida pela pandemia, com 70% — ou 28,1 milhões de pessoas — do total de infectados pelo vírus HIV. A ONU estima que 3,4 milhões de pessoas na África subsaariana tenham sido infectadas em 2001, em um total de 5 milhões de novas infecções em todo o mundo. Mais da metade dessas pessoas são mulheres. A África do Sul ainda é o país mais afetado da região.

Apesar dos números chocantes, como os apresentados pelo texto, sabe-se que a disseminação da AIDS no continente africano, especialmente na porção centro-meridional de seu território, atravessa estágio de franco declínio, o que permite vislumbrar, a curto e a médio prazos, a reversão do atual quadro.
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A linguagem cotidiana freqüentemente confunde território e espaço. E a palavra extensão não raro se instala nesse vocabulário, aumentando as ambigüidades. Uma discussão nos meios geográficos se preocupa em indicar a precedência entre essas entidades. Isso se dá em função da acepção atribuída a cada um dos vocábulos. Para uns, o território viria antes do espaço; para outros, o contrário é que é verdadeiro. Por território entende-se geralmente a extensão apropriada e usada. Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país.

Com os judeus, deu-se, no imediato pós-Segunda Guerra Mundial, uma experiência não muito comum: nação, país — na acepção que lhe foi dada pelo texto — e Estado surgiram simultaneamente, a partir de uma resolução das Nações Unidas.
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A linguagem cotidiana freqüentemente confunde território e espaço. E a palavra extensão não raro se instala nesse vocabulário, aumentando as ambigüidades. Uma discussão nos meios geográficos se preocupa em indicar a precedência entre essas entidades. Isso se dá em função da acepção atribuída a cada um dos vocábulos. Para uns, o território viria antes do espaço; para outros, o contrário é que é verdadeiro. Por território entende-se geralmente a extensão apropriada e usada. Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país.

No caso do povo basco, que preserva as características definidoras de sua identidade nacional, em vez de um Estado, há a subordinação política em relação a dois Estados distintos, Espanha e França.
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A linguagem cotidiana freqüentemente confunde território e espaço. E a palavra extensão não raro se instala nesse vocabulário, aumentando as ambigüidades. Uma discussão nos meios geográficos se preocupa em indicar a precedência entre essas entidades. Isso se dá em função da acepção atribuída a cada um dos vocábulos. Para uns, o território viria antes do espaço; para outros, o contrário é que é verdadeiro. Por território entende-se geralmente a extensão apropriada e usada. Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país.

Como em inúmeros outros casos existentes no mundo contemporâneo, não há equívoco conceitual quando se fala em nação palestina, malgrado ainda inexistir formalmente um Estado da Palestina.
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A linguagem cotidiana freqüentemente confunde território e espaço. E a palavra extensão não raro se instala nesse vocabulário, aumentando as ambigüidades. Uma discussão nos meios geográficos se preocupa em indicar a precedência entre essas entidades. Isso se dá em função da acepção atribuída a cada um dos vocábulos. Para uns, o território viria antes do espaço; para outros, o contrário é que é verdadeiro. Por território entende-se geralmente a extensão apropriada e usada. Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país.

Não há relação direta, automática e necessária entre a existência de uma nação e a de um Estado; assim, é possível falar-se de territorialidade sem Estado, enquanto o contrário é praticamente impossível.
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A linguagem cotidiana freqüentemente confunde território e espaço. E a palavra extensão não raro se instala nesse vocabulário, aumentando as ambigüidades. Uma discussão nos meios geográficos se preocupa em indicar a precedência entre essas entidades. Isso se dá em função da acepção atribuída a cada um dos vocábulos. Para uns, o território viria antes do espaço; para outros, o contrário é que é verdadeiro. Por território entende-se geralmente a extensão apropriada e usada. Num sentido mais restrito, o território é um nome político para o espaço de um país.

Enquanto a existência de um país pressupõe um território, a existência de uma nação nem sempre se faz acompanhar da posse de um território.
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Impossível imaginar os novos paradigmas com os quais trabalha a Geografia atual — essencialmente marcada por um viés crítico, em que o conhecimento geográfico é concebido como a tentativa de compreensão do processo pelo qual a sociedade constrói e reconstrói continuamente o seu espaço — sem a marcante presença de Milton Santos. Falecido em junho de 2001, aos 75 anos de idade, ele deixou vasta e densa produção intelectual, com mais de 40 livros publicados. Milton Santos recebeu 14 títulos de doutor honoris causa em universidades de vários países. Em 1994, foi laureado com o Prêmio Vautrin Lud, uma espécie de Nobel da Geografia.
A propósito da evolução desses novos caminhos teóricos e metodológicos percorridos pela Geografia contemporânea, dos quais o brasileiro Milton Santos foi um dos precursores e maiores expoentes, julgue os itens seguintes.Abrindo vasos comunicantes com as demais ciências, a Geografia crítica busca estudar a sociedade contemporânea — nascida da Revolução Industrial — a partir de sua configuração econômica e política, vista como determinante para a compreensão do modo pelo qual a natureza é transformada.
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