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Homem de 72 anos, obeso, com história de cirurgia de joelho esquerdo há 22 dias, sofreu acidente automobilístico e foi levado a avaliação de urgência. Foi observado traumatismo cranioencefálico e internado com hematoma intraparenquimatoso cerebral e hematoma subdural agudo extenso. Foi submetido a neurocirurgia para drenagem do hematoma subdural, não havendo possibilidades de intervenção cirúrgica do hematoma intraparenquimatoso. No 3º dia de pós-operatório, foi observado edema no membro inferior esquerdo e leve queda da saturação de oxigênio na oximetria de pulso. O paciente encontra-se estável hemodinamicamente e sem esforço respiratório. Realizada tomografia computadorizada do crânio de controle pósoperatório, com melhora significativa do hematoma subdural, porém permanecia o hematoma intraparenquimatoso. Solicitou-se Ultrassonografia com Doppler dos membros inferiores, que evidenciou trombose venosa em veia femoral superficial e profunda do membro inferior esquerdo. Na tomografia computadorizada com contraste venoso, foram observadas pequenas imagens sugestivas de trombos segmentares à direita. O ventrículo direito apresenta tamanho e função sistólica preservada ao ecocardiograma com Doppler. De acordo com esses dados, foi diagnosticada trombose venosa profunda, seguida de tromboembolismo pulmonar sem repercussão hemodinâmica. O tratamento indicado nesse caso é
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Homem de 59 anos, diabético, foi atendido no ambulatório por apresentar dor anginosa aos grandes esforços de início há 4 meses, sem piora com o decorrer do tempo. Nega hipertensão arterial. Vem em uso regular de metformina, glibenclamida e aspirina. Exame físico com ritmo cardíaco regular e bulhas normofonéticas. Sopro carotídeo à esquerda. Restante do exame físico sem alterações. Pressão arterial de 126 x 82 mmHg e frequência cardíaca de 69 batimentos por minuto. Realizou exames laboratoriais recentemente. Entres esses exames, destacam-se os seguintes resultados:
Creatinina = 1,0 mg /dL
Ureia = 29 mg /dL
Glicemia = 104 mg/dL
Triglicerídeos = 145 mg/dL
Colesterol total = 290 mg/dL
LDL- colesterol = 216
HDL-colesterol = 45 mg/dL
Nessa consulta foi proposta uma abordagem diagnóstica mais ampla. Em relação à dislipidemia, a medicação indicada entre as alternativas abaixo é
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Adolescente de 16 anos, previamente hígido, iniciou um quadro de dor torácica nos últimos dias. Como evoluiu com dispneia aos esforços e ortopneia, procurou atendimento médico em um setor de emergência. Ao exame clínico, o ritmo cardíaco era regular, com bulhas normofonéticas. Na ausculta pulmonar, havia discretos estertores crepitantes nos terços inferiores bilateralmente. Pressão arterial = 102 x 68 mgH, Frequência cardíaca = 128 batimentos por minuto. Entre os exames realizados na emergência, destacam-se os seguintes:
Eletrocardiograma com taquicardia sinusal
Troponina T elevada
Ecocardiograma evidenciou hipocinesia difusa do ventrículo esquerdo, com disfunção sistólica global moderada
Após a estabilização clínica, dos exames descritos abaixo, aquele que contribuiria para a confirmação da hipótese diagnóstica é
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Em relação à miocardiopatia hipertrófica obstrutiva, avalie as afirmativas a seguir:
I. O sopro da miocardiopatia hipertrófica obstrutiva tipicamente aumenta de intensidade quando o paciente assume a posição ortostática e com a manobra de Valsalva.
II. Em pacientes com sintomas associados à obstrução significativa do trato de saída do ventrículo esquerdo a medicação de escolha é a furosemida.
III. Nos pacientes com obstrução acentuada do trato de saída do ventrículo esquerdo com indicação cirúrgica, uma alternativa à cirurgia é a ablação septal com álcool.
Assinale
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A manifestação extra-hepática mais comum da hepatite crônica decorrente da infecção pelo vírus da hepatite C é
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Mulher de 52 anos, procurou atendimento ambulatorial pois vinha apresentando episódios súbitos de palpitações, cefaleia, sudorese e ansiedade. Um familiar lhe falou da possibilidade de “doença do pânico”. Contudo, em um desses episódios foi observado aumento muito acentuado da pressão arterial. Por conta própria iniciou o seguinte esquema anti-hipertensivo de uso diário: hidroclorotiazida 25mg e losartam 100mg. Exame físico sem alterações. Pressão arterial de 178 x 96 mmHg. Frequência cardíaca de 92 batimentos por minuto. Levou os exames laboratoriais realizados recentemente, que incluíram a dosagem de eletrólitos, creatinina, ureia, glicemia e hemograma completo, que estavam com os valores dentro da normalidade.
Além do ajuste terapêutico pertinente, foram solicitados alguns exames complementares. Entre os exames abaixo, os que contribuirão para o diagnóstico da provável causa de hipertensão secundária nesse caso é
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Paciente feminina, 39 anos, é atendida no ambulatório com queixas de cansaço, astenia e ganho de peso progressivo. Exame físico sem alterações significativas. Entre as alterações dos exames laboratoriais, havia elevação dos níveis séricos dos anticorpos antitireoglobulina e antiperoxidase, redução de T4 livre e aumento do TSH. Diante do diagnóstico que foi elaborado para essa doença tiroidiana, o tratamento de escolha é
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Mulher de 78 anos é atendida no ambulatório com um quadro de fraqueza, apatia e alterações cognitivas. Entre as alterações ao exame neurológico, destaca-se o comprometimento da capacidade de discernir vibrações com diapasão de alta frequência. A família apresentou os seguintes exames:
Hematócrito = 28,2 %
Hemoglobina = 9,4 g/dl
Volume corpuscular médio (VCM) = 122 fL
Ferritina com níveis séricos normais
Ácido metilmalônico sérico aumentado
Homocisteína sérica aumentada
Esfregaço de sangue periférico – hipersegmentação nuclear dos neutrófilos e presença de macro-ovalócitos.
Essa paciente deve ter anemia por deficiência de
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Homem de 25 anos procurou ambulatório, pois vem apresentando lombalgia há 6 meses, acompanhada de rigidez matinal, que melhora com o exercício. Fez uso irregular de anti-inflamatórios não esteroides com alívio sintomático temporário. Trouxe exames que haviam sido solicitados por outros médicos. Foram evidenciados sinais de sacroileíte bilateralmente nos exames radiológicos direcionados para as articulações sacroilíacas. Ao exame físico observou-se alguma redução da expansibilidade torácica e limitação da movimentação da coluna lombar nos planos sagital e frontal. Nesse caso a causa mais provável da lombalgia é
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Mulher de 82 anos, foi levada para atendimento médico de urgência pois estava sonolenta, desorientada e com sudorese profusa. Os familiares não sabiam o nome das medicações que a paciente estava em uso regular. Ao exame, a pressão arterial era de 90 x 52 mmHg. É imediatamente realizado um eletrocardiograma, cuja parte do traçado se encontra abaixo.

Além das medidas de suporte hemodinâmico de urgência, como hidratação venosa vigorosa, o medicamento ou procedimento que deve ser feito de imediato é
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