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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
Com referência a esse caso clínico e considerando os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue os itens subsecutivos.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forrest IA na parede posterior do bulbo duodenal. Após esses resultados, optou-se por realizar terapia endoscópica com injetoterapia de adrenalina.
Acerca desse caso clínico e considerando os diversos aspectos por ele suscitados, julgue os itens subsequentes.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forrest IA na parede posterior do bulbo duodenal. Após esses resultados, optou-se por realizar terapia endoscópica com injetoterapia de adrenalina.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forrest IA na parede posterior do bulbo duodenal. Após esses resultados, optou-se por realizar terapia endoscópica com injetoterapia de adrenalina.
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Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forrest IA na parede posterior do bulbo duodenal. Após esses resultados, optou-se por realizar terapia endoscópica com injetoterapia de adrenalina.
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Um paciente de quarenta e seis anos de idade, do sexo masculino, queixava-se de queimação retroesternal, disfagia e desconforto retroesternal. Ele apresentou índice de massa corpórea igual a 33 e estava em uso irregular de inibidor de bomba de prótons. Várias endoscopias realizadas anteriormente demonstravam a presença de esofagite erosiva por refluxo e de hérnia hiatal por deslizamento de médio tamanho. A manometria esofágica demonstrou a presença de esfíncter inferior do esôfago intratorácico, de pequeno tamanho e hipotônico, associado a distúrbio hipocontrátil leve do corpo do esôfago. O paciente procurou o serviço médico para avaliação quanto à possibilidade de tratamento cirúrgico da doença do refluxo gastresofágico.
A propósito desse caso clínico e aos diversos aspectos a ele relacionados, julgue os itens seguintes.
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Um paciente de quarenta e seis anos de idade, do sexo masculino, queixava-se de queimação retroesternal, disfagia e desconforto retroesternal. Ele apresentou índice de massa corpórea igual a 33 e estava em uso irregular de inibidor de bomba de prótons. Várias endoscopias realizadas anteriormente demonstravam a presença de esofagite erosiva por refluxo e de hérnia hiatal por deslizamento de médio tamanho. A manometria esofágica demonstrou a presença de esfíncter inferior do esôfago intratorácico, de pequeno tamanho e hipotônico, associado a distúrbio hipocontrátil leve do corpo do esôfago. O paciente procurou o serviço médico para avaliação quanto à possibilidade de tratamento cirúrgico da doença do refluxo gastresofágico.
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Um paciente de quarenta e seis anos de idade, do sexo masculino, queixava-se de queimação retroesternal, disfagia e desconforto retroesternal. Ele apresentou índice de massa corpórea igual a 33 e estava em uso irregular de inibidor de bomba de prótons. Várias endoscopias realizadas anteriormente demonstravam a presença de esofagite erosiva por refluxo e de hérnia hiatal por deslizamento de médio tamanho. A manometria esofágica demonstrou a presença de esfíncter inferior do esôfago intratorácico, de pequeno tamanho e hipotônico, associado a distúrbio hipocontrátil leve do corpo do esôfago. O paciente procurou o serviço médico para avaliação quanto à possibilidade de tratamento cirúrgico da doença do refluxo gastresofágico.
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