Foram encontradas 732 questões.
Texto para responder à questão.
A leucemia mieloide crônica é uma neoplasia
mieloproliferativa com incidência entre um e dois casos por
100 mil adultos, corresponde entre 10% e 15% dos novos
casos de leucemia em adultos.
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Texto para responder à questão.
A leucemia mieloide crônica é uma neoplasia
mieloproliferativa com incidência entre um e dois casos por
100 mil adultos, corresponde entre 10% e 15% dos novos
casos de leucemia em adultos.
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A leucemia mieloide crônica é uma neoplasia
mieloproliferativa com incidência entre um e dois casos por
100 mil adultos, corresponde entre 10% e 15% dos novos
casos de leucemia em adultos.
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Uma enfermeira de 29 anos de idade apresentou-se para
consulta e relatou que tem urticária crônica há dois anos,
com urticas evanescentes, com bastante prurido, distribuídas
aleatoriamente pelo corpo. Já procurou alguns especialistas e
tomou diversos tipos de anti-histamínicos, mas sempre com
resultados parciais. Ela apresentou uma série de exames
realizados e perguntou a respeito do que os exames
informam acerca do prognóstico da doença que ela apresenta.
A respeito dos marcadores de urticária crônica, assinale a alternativa correta.
A respeito dos marcadores de urticária crônica, assinale a alternativa correta.
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Em consulta ambulatorial a mãe de um lactente de 8 meses
de vida relatou que a criança teve reação alérgica grave e, por
isso, ficou internada por 48 horas. Explicou que a alergia se
devia ao ovo, inclusive com todos os exames positivos para
ovo, porém, tinha esquecido os exames em casa. Disse que
evitava rigorosamente o ovo, mas que havia procurado
consulta porque tinha ido ao centro de saúde para vacinar o
bebê e a enfermagem havia solicitado uma avaliação prévia
do médico para aplicar as vacinas.
Considerando a alergia ao ovo, assinale a alternativa correta.
Considerando a alergia ao ovo, assinale a alternativa correta.
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Caso clínico para responder à questão.
Em um ambulatório de alergia, dois médicos residentes
avaliam o caso de um operário da construção civil de 27 anos
de idade, que apresenta dermatite atópica grave, com
SCORAD de 78. O paciente já fez diversos tratamentos
tópicos que não apresentaram resultados satisfatórios.
Ponderaram que a melhor escolha para o paciente poderia ser
o uso de imunobiológico, porém o acesso e o custo de
tratamento seriam proibitivos para ele. Assim, consideraram
que o uso de um imunossupressor seria a escolha a ser feita,
na tentativa de que um tratamento sistêmico fosse o caminho
para melhorar o controle da patologia. Porém, divergiram a
respeito de qual imunossupressor seria o mais adequado
nesse caso.
Quanto ao mecanismo de ação desses novos medicamentos, assinale a afirmativa correta.
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Caso clínico para responder à questão.
Em um ambulatório de alergia, dois médicos residentes
avaliam o caso de um operário da construção civil de 27 anos
de idade, que apresenta dermatite atópica grave, com
SCORAD de 78. O paciente já fez diversos tratamentos
tópicos que não apresentaram resultados satisfatórios.
Ponderaram que a melhor escolha para o paciente poderia ser
o uso de imunobiológico, porém o acesso e o custo de
tratamento seriam proibitivos para ele. Assim, consideraram
que o uso de um imunossupressor seria a escolha a ser feita,
na tentativa de que um tratamento sistêmico fosse o caminho
para melhorar o controle da patologia. Porém, divergiram a
respeito de qual imunossupressor seria o mais adequado
nesse caso.
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Um paciente de 18 meses de vida, encaminhado para
consulta ambulatorial com o alergista um mês após
internação em terapia intensiva. A família levou relatório o
qual atestava que a criança apresentou episódio grave, súbito,
de vômitos incoercíveis, duas horas após tomar iogurte de
morango. Evoluiu, seis horas depois, para diarreia líquida e
intensa. Havia dado entrada no pronto atendimento com
letargia, palidez, desidratação grave e respiração compatível
com acidose metabólica. Foi imediatamente encaminhado à
terapia intensiva, e foram realizadas reposição volêmica
agressiva e diversos exames, a fim de comprovar quadro de
sepse, mas que apresentaram resultados negativos. Em 48
horas, houve recuperação total. A criança recebeu alta
hospitalar com o diagnóstico de alergia a leite e foi
encaminhada ao especialista. Na consulta ambulatorial,
estava muito bem, com desenvolvimento pondero-estatural
normal para a idade. Não havia antecedentes atópicos. Foi
amamentada no seio materno até os 15 meses de vida. Não
havia registro de outros antecedentes de morbidade.
Qual o raciocínio médico mais adequado para essa situação?
Qual o raciocínio médico mais adequado para essa situação?
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Caso clínico para responder à questão.
Uma professora do ensino médio, com 35 anos de idade, foi
à consulta com o alergista para acompanhamento de urticária
crônica. A doença já completou dois anos, porém está
controlada há um ano quando começou a fazer uso de
omalizumabe. A paciente, por orientação do médico, toma 4
comprimidos de levocetirizina por dia. Na consulta ela
confidenciou a seu médico que viu em mídia social,
informações a respeito de uma nova classe de medicamentos
para alergia, chamados genericamente de pequenas
moléculas. Mais especificamente, ela tomou conhecimento
de que essas medicações são chamadas pelos médicos de
inibidores de JAK. Ela ficou animada, pois trata-se de
medicação oral, e ela está desgastada por ter que tomar o
imunobiológico de modo parenteral. Por fim, ela perguntou
ao alergista se poderia trocar o tratamento que usa por essa
nova medicação para alergia.
Em relação ao uso de omalizumabe, assinale a alternativa correta.
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Caso clínico para responder à questão.
Uma professora do ensino médio, com 35 anos de idade, foi
à consulta com o alergista para acompanhamento de urticária
crônica. A doença já completou dois anos, porém está
controlada há um ano quando começou a fazer uso de
omalizumabe. A paciente, por orientação do médico, toma 4
comprimidos de levocetirizina por dia. Na consulta ela
confidenciou a seu médico que viu em mídia social,
informações a respeito de uma nova classe de medicamentos
para alergia, chamados genericamente de pequenas
moléculas. Mais especificamente, ela tomou conhecimento
de que essas medicações são chamadas pelos médicos de
inibidores de JAK. Ela ficou animada, pois trata-se de
medicação oral, e ela está desgastada por ter que tomar o
imunobiológico de modo parenteral. Por fim, ela perguntou
ao alergista se poderia trocar o tratamento que usa por essa
nova medicação para alergia.
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