Foram encontradas 329 questões.
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, alcoolista, ao chegar à triagem de um hospital, diz ao médico de plantão que sente pequenos animais andando sobre sua pele, animais como besouros, aranhas e piolhos. Durante a entrevista, ela diz estar retirando da sua cabeça e da sua testa punhados de pequenas aranhas e coloca-as sobre a mesa, mostrando-as ao médico, que nada vê. |
Este é um exemplo de alucinação
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Leia o caso a seguir.
Paciente de vinte e oito anos de idade, com formação universitária, funcionária pública, casada, mãe de dois filhos, gozando de ótima saúde, com hábitos alimentares adequados e seu desempenho no trabalho sempre elogiado, é atendida na emergência. Durante a anamnese, queixase de que, ao longo dos anos, está sempre apreensiva e preocupada com as mais diferentes questões, mesmo aquelas menores e aparentemente sem importância para a maioria das pessoas. Além disso, relata inquietação constante, dificuldade para se concentrar, irritabilidade exacerbada e interrupção do sono de três a quatro vezes durante a noite, sobressaltos frequentes e mãos frias e úmidas. |
Para a situação hipotética descrita, o diagnóstico mais provável da paciente é o de
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De acordo com Dalgalarrondo (2009), a síndrome psiquiátrica caracterizada pelo “empobrecimento e pela simplificação progressiva de todos os processos psíquicos, cognitivos e afetivos” é
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Diante de situações que provocam destruição em larga escala e do sofrimento humano com difíceis e demoradas perspectivas de reparação, somos impelidos a oferecer às pessoas nosso melhor em conhecimento e experiência para que elas enfrentem e retomem a vida. Franco (2005; 2012) apontou que o objetivo da intervenção na crise desencadeada por desastres é resolver situações de grande pressão, em um período reduzido, com uso de intervenção
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Em contexto hospitalar, a intervenção do psicólogo tem sido uma constante na equipe de saúde, visando ao bem-estar do paciente por intermédio da minimização dolorosa. Independentemente do mecanismo de uma doença, o manejo da dor de um paciente está sujeito
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Leia o relato que segue.
G. perdeu a mãe aos onze meses de idade em um acidente automobilístico. Na ocasião, seu pai ficou tão abalado que não saiu do quarto por vários dias e não conseguiu atender às necessidades básicas do filho que era deixado sozinho no berço chorando por horas. Por essa razão, a família achou melhor que G. se mudasse para a casa da avó materna em outra cidade. Um tempo depois da mudança, G. passou a apresentar insônia e irritabilidade, com crises frequentes de birra e choro persistente. Em uma dessas crises, G. teve dificuldade de respirar, dificuldade que persistiu mesmo após cessar o choro. Sua avó achou prudente levá-lo ao hospital onde foi socorrido e, após diversos exames, diagnosticado com asma. Hoje, G. tem treze anos e já retornou para a casa do pai, com quem mantém uma relação muito conturbada. Ainda apresenta ataques de asma que podem surgir inesperadamente, mas são mais frequentes na época das avaliações escolares. Ele faz acompanhamento médico regular para a enfermidade. |
Segundo Simonetti (2004), a psicologia hospitalar trata da identificação e do manejo dos aspectos psicológicos envolvidos no adoecimento, independentemente da posição que eles ocupam no processo. Em situações como a descrita no relato, os aspectos psicológicos estão funcionando como
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Uma longa permanência em um acontecimento estressante, envolvendo dor, sofrimento humano e morte, faz com que mecanismos de defesa psíquica sejam acionados, visando à preservação da sanidade mental. Quando um profissional tem um afastamento das emoções, fazendo com que deixe de tomar consciência de pensamentos e de sentimentos impróprios para o desenvolvimento do seu trabalho, ele está se apropriando do mecanismo de defesa de
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Leia o caso a seguir.
H., de trinta e cinco anos, deu entrada no setor de emergência inconsciente. Depois do almoço, havia reclamado de dor epigástrica e, em seguida, teve crise convulsiva, aparentemente tônico-clônica generalizada, com queda ao solo e traumatismo craniano. Chegou ao hospital em estado de coma, trazida por seus familiares, que relataram bastante angustiados que H. teve convulsões. |
Nessa situação, cabe ao psicólogo:
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Leia o relato a seguir.
Durante entrevista com psicóloga, um paciente com HIV relatou o impacto que o diagnóstico e a evolução da doença tiveram em sua rotina diária e demais esferas de sua vida. Em uma de suas falas relata: “Eu sei que alguns parecem estar bem. Mas na casa de apoio, ouço apenas notícias ruins, não vai ser diferente comigo, não vou conseguir.” |
A partir desse relato é possível identificar uma distorção cognitiva denominada
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Leia o depoimento a seguir.
“Se eu sei o que eu tenho? Bom... eu vim porque estava passando mal, mas muito mal mesmo. Foi bater o olho em mim, o médico já sabia o que é que eu tinha. É um rapaz novo, mas muito competente, o médico. Você já percebe, só de olhar. Dá pra ver a capacidade dele. Ele até disse que tinha de fazer uns exames para confirmar, mas que já ia me dar uns remédios na veia para me fazer sentir melhor. E foi dito e certo, eu estou bem melhor. Depois, ele voltou e falou que os exames confirmaram o que ele tinha me dito. Se eu lembro o nome? Pra falar a verdade, eu não gravei, não. Doença tem tudo nome complicado, difícil de lembrar. O doutor disse que é coisa simples, que se eu fizer tudo direitinho, não volto aqui tão cedo. Já estou indo embora para casa. Estou saindo daqui com uma receita e um monte de recomendações por escrito que o doutor me deu. Eu vou seguir tudo à risca, porque essa aí já é minha parte, né? Não adianta nada a gente buscar ajuda e depois não aceitar a ajuda que nos dão.” |
Normalmente, os pacientes traçam com os membros da equipe de saúde uma relação transferencial. No depoimento mencionado acima, a transferência baseia-se no discurso
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