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Homem de 38 anos, previamente hígido, apresenta trombose venosa profunda proximal em membro inferior direito
após longa viagem aérea. Não faz uso de hormônios ou anabolizantes. A investigação laboratorial, realizada no
momento adequado e sem interferência da anticoagulação ou do evento agudo, mostrou Fator V Leiden heterozigoto
positivo, com proteína C, proteína S e antitrombina normais.
Qual é a conduta mais adequada?
Qual é a conduta mais adequada?
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Homem de 35 anos, portador de lúpus eritematoso sistêmico com artrite e nefrite classe III, iniciou prednisona 1
mg/kg/dia há 10 dias por surto moderado. A partir do sétimo dia, familiares notaram insônia, fala acelerada e
euforia, que evoluíram para irritabilidade, alucinações auditivas e comportamento desorganizado nas últimas 48
horas. No exame, está agitado, desatento e taquicárdico (FC 110 bpm), sem febre, rigidez de nuca ou déficits focais.
Os exames mostram ureia 36 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 140 mEq/L, glicemia 95 mg/dL, TSH normal e
função hepática preservada. A ressonância é normal, o líquor apresenta 2 células/mm³, proteína 28 mg/dL, glicose 65
mg/dL e PCR-HSV negativo. Anti-DNA em queda e C3/C4 em recuperação, afastando neuro-LES ativo.
Qual é a conduta mais apropriada?
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Homem de 65 anos, natural de Limoeiro (PE), portador de cirrose hepática alcoólica há oito anos, chega ao hospital
de referência em Recife com dispneia progressiva há 10 dias e dor torácica leve à direita, sem febre, tosse ou perda
de peso. Relata aumento do volume abdominal e edema em membros inferiores. Encontra-se em bom estado geral,
com mucosas descoradas e icterícia discreta. Ao exame, apresenta ascite moderada, edema bilateral de pernas
(2+/4+) e redução do murmúrio vesicular na base direita, com macicez até o terço médio do hemitórax. A pressão
arterial é 104×68 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm e saturação de 93% em ar ambiente. A radiografia de tórax
evidencia derrame pleural volumoso à direita, sem sinais de consolidação. A toracocentese mostra proteína pleural
de 1,8 g/dL, DHL 120 U/L, relação proteína pleural/sérica de 0,3, relação DHL pleural/sérica de 0,4, glicose de 95
mg/dL, pH 7,45, citologia com poucas células mesoteliais sem predomínio celular e cultura negativa.
Com base no quadro clínico e laboratorial, qual o diagnóstico mais provável?
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Mulher de 70 anos, diabética tipo 2, com infarto prévio há 2 anos, usa metformina 1000 mg/dia. Está assintomática,
com HbA1c de 7,5%, TFG de 68 mL/min/1,73 m², LDL de 72 mg/dL, pressão bem controlada e IMC de 29 kg/m².
Segundo as Diretrizes da SBD 2025, qual é a melhor estratégia para otimizar o controle metabólico e reduzir o risco
cardiovascular?
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A IARC, Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, publicou em 2023 uma revisão sistemática identificando
13 tipos de neoplasias com associação causal comprovada com a obesidade. Esses resultados foram posteriormente
reforçados por uma grande análise de coorte publicada na JAMA Oncology em 2025, que destacou o excesso de
gordura corporal como o segundo fator de risco modificável mais relevante para o desenvolvimento de câncer no
mundo, ficando atrás apenas do tabagismo.
Diante dessas evidências, todas as neoplasias abaixo apresentam associação causal estabelecida com a obesidade, EXCETO
Diante dessas evidências, todas as neoplasias abaixo apresentam associação causal estabelecida com a obesidade, EXCETO
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Homem de 62 anos, portador de doença renal crônica há seis anos, hipertensão e diabetes de longa data, em
seguimento ambulatorial, relata há cerca de três meses piora progressiva da fadiga, intolerância aos esforços e
palidez cutânea. Nega sangramentos, melena, hemoptise, hematúria e nunca recebeu transfusões. Usa losartana 50
mg duas vezes ao dia, sinvastatina 20 mg e metformina 850 mg. No exame físico, apresenta pressão arterial de
142×86 mmHg, frequência cardíaca de 82 bpm, ausculta cardiovascular sem sopros, pulmões limpos, ausência de
edemas e mucosas hipocoradas, sem icterícia. Os exames mostram hemoglobina de 9,2 g/dL, hematócrito de 28%,
VCM 88 fL, reticulócitos 0,6%, ferritina 200 ng/mL, ferro sérico 70 µg/dL, saturação de transferrina 24%,
creatinina 2,8 mg/dL, ureia 88 mg/dL, TFG (KDIGO) de 28 mL/min/1,73m², potássio 4,9 mEq/L e níveis de vitamina
B12 e ácido fólico dentro da normalidade.
Diante desse cenário clínico e laboratorial, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada?
Diante desse cenário clínico e laboratorial, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada?
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Paciente de 40 anos, G4P4, chega ao ambulatório de ginecologia para avaliar resultado de exame citológico do colo
uterino. O exame revela ASCUS-H. Diante do achado, qual a melhor conduta?
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Mulher de 55 anos, G2P2 (cesarianas), refere ausência de menstruação há cinco anos. Procura o ambulatório de
ginecologia com queixas de secura vaginal e desconforto genital na relação sexual desde então. O exame físico
demonstra atrofia genital com discreta secreção vaginal hialina.
Qual das alternativas explica a alteração que leva ao quadro clínico descrito acima?
Qual das alternativas explica a alteração que leva ao quadro clínico descrito acima?
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Paciente de 60 anos de idade chega ao consultório com queixa de bola na vagina há um ano e perda involuntária de
urina aos esforços, além de referir frouxidão vaginal durante ato sexual. DUM há 10 anos, G4 P4, partos vaginais.
No momento do exame, foi evidenciado o seguinte cenário, segundo o POP-q.
Assinale a alternativa com o diagnóstico e a conduta CORRETA.
Assinale a alternativa com o diagnóstico e a conduta CORRETA.
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Homem de 70 anos, com hemorragia digestiva alta por úlcera duodenal, tratada endoscopicamente há 10 dias, e
hemoglobina atualmente estável, desenvolve início súbito de dispneia intensa, dor torácica pleurítica e taquicardia.
A angiotomografia de tórax revela trombo extenso na artéria pulmonar principal direita, compatível com
tromboembolismo pulmonar maciço, porém sem hipotensão ou sinais de choque.
Qual é a melhor conduta inicial?
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