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4043396 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
Dona Iolanda, 78 anos, é portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Após uma recente exacerbação da DPOC que culminou em 10 dias de internação hospitalar por insuficiência respiratória, ela recebeu alta para continuar o tratamento em casa. A família, que reside em uma área de abrangência com Estratégia de Saúde da Família (ESF) bem estruturada, busca a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) para auxílio na organização do cuidado. Dona Iolanda encontra-se acamada, dependente de concentrador de oxigênio por 16 horas/dia e necessita de dieta enteral por sonda nasogástrica (SNG), além de curativos diários em úlcera por pressão em região sacral. A filha, que é a cuidadora principal, demonstra sinais de sobrecarga física e emocional. A equipe de saúde avalia a paciente e a classifica para o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) na modalidade AD2 (Atenção Domiciliar de Nível 2 - Programa Melhor em Casa), o que exige a articulação do cuidado entre a Equipe Multidisciplinar de Atenção Domiciliar (EMAD) e a equipe de APS. A complexidade do caso exige uma transição segura e eficaz do hospital para o domicílio. 
Considerando o caso e a organização da Atenção Domiciliar (AD) no Sistema Único de Saúde (SUS) como um componente da Rede de Atenção à Saúde (RAS), qual das alternativas a seguir representa a estratégia mais adequada e fundamental para a gestão contínua e integral do cuidado de Dona Iolanda?
 

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4043395 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
Dona Iolanda, 78 anos, é portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Após uma recente exacerbação da DPOC que culminou em 10 dias de internação hospitalar por insuficiência respiratória, ela recebeu alta para continuar o tratamento em casa. A família, que reside em uma área de abrangência com Estratégia de Saúde da Família (ESF) bem estruturada, busca a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) para auxílio na organização do cuidado. Dona Iolanda encontra-se acamada, dependente de concentrador de oxigênio por 16 horas/dia e necessita de dieta enteral por sonda nasogástrica (SNG), além de curativos diários em úlcera por pressão em região sacral. A filha, que é a cuidadora principal, demonstra sinais de sobrecarga física e emocional. A equipe de saúde avalia a paciente e a classifica para o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) na modalidade AD2 (Atenção Domiciliar de Nível 2 - Programa Melhor em Casa), o que exige a articulação do cuidado entre a Equipe Multidisciplinar de Atenção Domiciliar (EMAD) e a equipe de APS. A complexidade do caso exige uma transição segura e eficaz do hospital para o domicílio. 
O caso de Dona Iolanda exige uma articulação eficiente entre a EMAD e a ESF, além de intervenções sociais para a sobrecarga da cuidadora. A organização da Atenção Domiciliar no SUS é regida pelos princípios da Rede de Atenção à Saúde (RAS).
Sobre a organização e os pressupostos da AD, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4043394 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
Dona Iolanda, 78 anos, é portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Após uma recente exacerbação da DPOC que culminou em 10 dias de internação hospitalar por insuficiência respiratória, ela recebeu alta para continuar o tratamento em casa. A família, que reside em uma área de abrangência com Estratégia de Saúde da Família (ESF) bem estruturada, busca a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) para auxílio na organização do cuidado. Dona Iolanda encontra-se acamada, dependente de concentrador de oxigênio por 16 horas/dia e necessita de dieta enteral por sonda nasogástrica (SNG), além de curativos diários em úlcera por pressão em região sacral. A filha, que é a cuidadora principal, demonstra sinais de sobrecarga física e emocional. A equipe de saúde avalia a paciente e a classifica para o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) na modalidade AD2 (Atenção Domiciliar de Nível 2 - Programa Melhor em Casa), o que exige a articulação do cuidado entre a Equipe Multidisciplinar de Atenção Domiciliar (EMAD) e a equipe de APS. A complexidade do caso exige uma transição segura e eficaz do hospital para o domicílio. 
A atenção ao caso de Dona Iolanda, envolvendo desospitalização e gerenciamento de múltiplas condições crônicas, demonstra a relevância da Atenção Domiciliar (AD) como modalidade de cuidado.
Sobre os conceitos e estratégias de atuação que fundamentam a AD, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4043393 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
A Atenção Domiciliar (AD) no Sistema Único de Saúde (SUS) foi consolidada como um componente estratégico das Redes de Atenção à Saúde (RAS), especialmente após a criação do Programa Melhor em Casa (PMC). A sua atuação pressupõe a integração e o compartilhamento do cuidado. Analise as assertivas a seguir sobre o papel da AD no SUS e os seus pressupostos organizacionais:

I. A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada o eixo estruturador e ordenador da assistência nas RAS, e as equipes de Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) devem se adaptar às necessidades da população e do território, sem, no entanto, precisar se articular com outros setores sociais, pois seu foco é estritamente no cuidado sanitário.
II. As Redes de Atenção à Saúde (RAS), em cujo contexto a AD se insere, são conceitualmente organizações poliárquicas e interdependentes, e esperam-se arranjos que promovam a substituição da modalidade assistencial conforme as necessidades do usuário, como a transição do cuidado do hospital para o domicílio.
III. O processo de territorialização é fundamental na AD e consiste primariamente na delimitação geodemográfica para fins de planejamento do serviço. Diferentes equipes de AD dentro do mesmo município podem ter demandas populacionais distintas (como idosos frágeis versus população jovem), o que demanda a adequação dos processos de educação permanente e dos fluxos assistenciais.

Assinale a alternativa CORRETA.
 

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4043392 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE

A Atenção Domiciliar (AD) é uma modalidade de cuidado complexa e interprofissional, que exige uma postura e um conjunto de competências específicas dos profissionais de saúde, dada a sua atuação no território de intimidade do paciente. Analise as assertivas a seguir sobre os conceitos e a formação exigida para a prática da AD:

I. A Atenção Domiciliar (AD) é eminentemente interprofissional e requer uma formação específica, pois as competências e habilidades necessárias para a atuação em domicílio não são plenamente apreendidas em um único curso de graduação ou em uma única especialidade médica, englobando conhecimentos que derivam de campos como reabilitação, APS, e cuidados paliativos.

II. O cuidado realizado em casa, em substituição ao hospital (como no modelo Hospital at Home), está focado exclusivamente no gerenciamento de quadros crônicos, dado que o domicílio não oferece segurança suficiente para a continuidade de casos agudos ou agudizados.

III. No contexto da evolução dos conceitos de cuidado, a AD passou a ser vista como um "guarda-chuva" que abrange todas as modalidades de atenção realizadas no domicílio, embora o conceito de "internação domiciliar" persista como uma classificação burocrática necessária, diferenciada pela frequência do cuidado e não pelo uso de tecnologias.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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4043391 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Um homem de 62 anos, DAC crônica, angioplastado com stent há 3 anos, está em prevenção secundária e pergunta se “aspirina é sempre a melhor” no longo prazo. Você considera evidências de 2025 que compararam clopidogrel vs aspirina como monoterapia em doença coronariana crônica.

Qual afirmação está mais alinhada com os achados de 2025?
 

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4043390 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Um homem de 74 anos, diabético, com doença renal crônica estágio 3b (TFG estimada 38 mL/min/1,73 m²), é admitido com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST. Está hemodinamicamente estável, em uso de IECA, estatina e metformina. Está indicada cineangiocoronariografia.

Sobre estratégias para redução do risco de nefropatia induzida por contraste, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4043389 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente de 60 anos com miocardiopatia hipertrófica obstrutiva, sintomática, em uso de betabloqueadores, com contraindicação cirúrgica. Iniciado mavacamten, com melhora funcional e redução do gradiente. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4043388 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente de 70 anos, carcinoma pulmonar em uso de inibidor de checkpoint imunológico (anti-PD-1), apresenta dor torácica, troponina elevada e ECG com bloqueio AV de segundo grau.

Qual hipótese deve ser considerada prioritária?
 

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4043387 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Mulher de 60 anos, hipertensa e diabética, apresenta baixa adesão medicamentosa. Em consulta, relata que “Deus decidirá o que acontecer”. Qual interpretação clínica é mais adequada?
 

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