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2901252 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O que nos torna humano: poder se entupir de panetone, real e metaforicamente.

  1. Vamos deixar uma coisa clara desde o começo: eu adoro panetone. Mas passei ao largo de todas as
  2. caixas que compramos para o Natal. Por uma razão simples: com 353 calorias em cada 100 gramas,
  3. aquilo é uma legítima bomba calórica (para você ter uma ideia, 100 gramas de açúcar puro dariam 400
  4. calorias). Chocottone, então, nem se fala: como é ainda mais rico em gorduras do que o Panettone, à taxa
  5. de 443 kCal por 100 gramas, o treco é mais engordativo até do que açúcar puro.
  6. Engordativo, porém nutritivo - o que me leva ao título do post: a hipótese atualmente badalada de que
  7. o que nos tornou humanos, dotados de um cérebro com muito mais neurônios do que os dos outros
  8. animais, foi a cozinha: a aquisição da habilidade de usar o fogo para preparar alimentos.
  9. Não, o nosso cérebro não é o maior de todos (elefantes e cetáceos variados nos deixam no chinelo),
  10. mas é possivelmente o que tem o maior número de neurônios concentrados em uma cabeça só: 86
  11. bilhões deles. No entanto, nossos ancestrais, os australopitecíneos, tinham provavelmente apenas tantos
  12. neurônios quanto os gorilas têm hoje – cerca de 30 bilhões, segundo estimativas nossas no laboratório –,
  13. e habilidades ao que tudo indica parecidas. Chegar às nossas habilidades atuais talvez só tenha sido
  14. possível graças ao aumento enorme no número de neurônios no cérebro. Pelas nossas estimativas no
  15. laboratório, o primeiro Homo, o H. erectus, tinha quase o dobro de neurônios do nosso avô
  16. australopitecíneo; e nós, Homo sapiens, hoje chegamos a três vezes mais neurônios do que esse avô.
  17. Um tal número enorme de neurônios tem, no entanto, um custo igualmente enorme: é preciso energia
  18. para mantê-los funcionando, que vem necessariamente de alimentos ingeridos (já que não fazemos
  19. fotossíntese). E conseguir energia suficiente para alimentar esse cérebro é hoje possível, e em pouco
  20. tempo, graças não ao carnivorismo, nem ao domínio do fogo, mas à junção das duas coisas: o uso do
  21. fogo para preparar alimentos (carnes inclusive), uma invenção de nosso ancestral Homo erectus,
  22. cérebro aumentou bastante de tamanho durante sua existência provavelmente já incrementada pela
  23. cozinha.
  24. Acontece que o aproveitamento de energia de alimentos crus é péssimo. grama de carboidrato ou
  25. proteína rende potencialmente 4 calorias, mas somente se essa grama for inteiramente quebrada pelas
  26. enzimas do organismo - o que dificilmente acontece com alimentos crus (e as tabelas nutricionais dos
  27. alimentos ignoram). Do contrário, o rendimento é baixo: uma batata crua, por exemplo, rende ao
  28. organismo que a ingere apenas um terço da energia que a mesma batata cozida oferece.
  29. Como se não bastasse, as refeições cruas são necessariamente mais longas, já que a mastigação é
  30. difícil. Chimpanzés, por exemplo, são forçados a passar seis horas por dia mastigando folhas, frutas e
  31. raízes, e eles precisam de uma hora de mastigação para engolir aproximadamente 300 g de carne crua.
  32. Um bife com as mesmas 300 g, por outro lado, pode ser devorado por um humano em uns
  33. cinco a dez minutos - e olha que nem temos os caninos poderosos com os quais os chimpanzés
  34. dilaceram a carne.
  35. Em suma: comer cru é coisa de seres não humanos, e por pura incompetência para fazer diferente.
  36. Em zoológicos e santuários, gorilas e chimpanzés viram grandes fãs de alimentos cozidos. Os humanos
  37. que hoje decidem (enganadamente) adotar uma dieta de alimentos crus sofrem as consequências: seu
  38. colesterol é de fato saudável, mas eles vivem famintos e desnutridos, pois demoram horas para ingerir
  39. alimentos que rendem bem pouco em termos de energia.
  40. Cozidos, os alimentos amolecem e se tornam mais fáceis de mastigar e engolir; podem ser comidos
  41. mais rapidamente; e a digestão é quase completa, com rendimento calórico praticamente total, pois as
  42. enzimas digestivas ganham acesso mais fácil ao alimento. Ou seja: consegue-se mais energia em menos
  43. tempo.
  44. Se não cozinhássemos, teríamos que passar mais de seis horas por dia mastigando para
  45. conseguirmos a energia necessária para manter cérebro e corpo. Ao invés disso, conseguimos em meros
  46. 10 minutos engolfar as 2 mil calorias necessárias para um dia: basta uma visita ao MacDonald's mais
  47. próximo - ou devorar de uma vez só um Panettone pequeno de 500 gramas (o que, francamente, é
  48. bastante fácil de fazer).

(Fonte: Texto adptado de: http://www.suzanaherculanohouzel.com/journal/2010/1/5/o-que-nos-torna-humanos-poder-se-entupir-de- panetone-real-e.html)

Considere as propostas de reescrita de frases retiradas do texto.

I. ‘comer cru é coisa de seres não humanos, e por pura incompetência para fazer diferente’ (l.35) – Quem não é humano é incapaz de comer alimentos crus.

II. ‘Cozidos, os alimentos amolecem e se tornam mais fáceis de mastigar e de engolir’ (l.40) – Alimentos amolecidos por causa do cozimento fazem com que haja maior facilidade de mastigação e de deglutição.

III. ‘Se não cozinhássemos, teríamos que passar mais de seis horas por dia mastigando’ (l.44) – O fato de não cozinhar implicaria a necessidade de mastigar os alimentos por mais de seis horas por dia.

Quais alteram o sentido da frase original?

 

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2901251 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O que nos torna humano: poder se entupir de panetone, real e metaforicamente.

  1. Vamos deixar uma coisa clara desde o começo: eu adoro panetone. Mas passei ao largo de todas as
  2. caixas que compramos para o Natal. Por uma razão simples: com 353 calorias em cada 100 gramas,
  3. aquilo é uma legítima bomba calórica (para você ter uma ideia, 100 gramas de açúcar puro dariam 400
  4. calorias). Chocottone, então, nem se fala: como é ainda mais rico em gorduras do que o Panettone, à taxa
  5. de 443 kCal por 100 gramas, o treco é mais engordativo até do que açúcar puro.
  6. Engordativo, porém nutritivo - o que me leva ao título do post: a hipótese atualmente badalada de que
  7. o que nos tornou humanos, dotados de um cérebro com muito mais neurônios do que os dos outros
  8. animais, foi a cozinha: a aquisição da habilidade de usar o fogo para preparar alimentos.
  9. Não, o nosso cérebro não é o maior de todos (elefantes e cetáceos variados nos deixam no chinelo),
  10. mas é possivelmente o que tem o maior número de neurônios concentrados em uma cabeça só: 86
  11. bilhões deles. No entanto, nossos ancestrais, os australopitecíneos, tinham provavelmente apenas tantos
  12. neurônios quanto os gorilas têm hoje – cerca de 30 bilhões, segundo estimativas nossas no laboratório –,
  13. e habilidades ao que tudo indica parecidas. Chegar às nossas habilidades atuais talvez só tenha sido
  14. possível graças ao aumento enorme no número de neurônios no cérebro. Pelas nossas estimativas no
  15. laboratório, o primeiro Homo, o H. erectus, tinha quase o dobro de neurônios do nosso avô
  16. australopitecíneo; e nós, Homo sapiens, hoje chegamos a três vezes mais neurônios do que esse avô.
  17. Um tal número enorme de neurônios tem, no entanto, um custo igualmente enorme: é preciso energia
  18. para mantê-los funcionando, que vem necessariamente de alimentos ingeridos (já que não fazemos
  19. fotossíntese). E conseguir energia suficiente para alimentar esse cérebro é hoje possível, e em pouco
  20. tempo, graças não ao carnivorismo, nem ao domínio do fogo, mas à junção das duas coisas: o uso do
  21. fogo para preparar alimentos (carnes inclusive), uma invenção de nosso ancestral Homo erectus,
  22. cérebro aumentou bastante de tamanho durante sua existência provavelmente já incrementada pela
  23. cozinha.
  24. Acontece que o aproveitamento de energia de alimentos crus é péssimo. grama de carboidrato ou
  25. proteína rende potencialmente 4 calorias, mas somente se essa grama for inteiramente quebrada pelas
  26. enzimas do organismo - o que dificilmente acontece com alimentos crus (e as tabelas nutricionais dos
  27. alimentos ignoram). Do contrário, o rendimento é baixo: uma batata crua, por exemplo, rende ao
  28. organismo que a ingere apenas um terço da energia que a mesma batata cozida oferece.
  29. Como se não bastasse, as refeições cruas são necessariamente mais longas, já que a mastigação é
  30. difícil. Chimpanzés, por exemplo, são forçados a passar seis horas por dia mastigando folhas, frutas e
  31. raízes, e eles precisam de uma hora de mastigação para engolir aproximadamente 300 g de carne crua.
  32. Um bife com as mesmas 300 g, por outro lado, pode ser devorado por um humano em uns
  33. cinco a dez minutos - e olha que nem temos os caninos poderosos com os quais os chimpanzés
  34. dilaceram a carne.
  35. Em suma: comer cru é coisa de seres não humanos, e por pura incompetência para fazer diferente.
  36. Em zoológicos e santuários, gorilas e chimpanzés viram grandes fãs de alimentos cozidos. Os humanos
  37. que hoje decidem (enganadamente) adotar uma dieta de alimentos crus sofrem as consequências: seu
  38. colesterol é de fato saudável, mas eles vivem famintos e desnutridos, pois demoram horas para ingerir
  39. alimentos que rendem bem pouco em termos de energia.
  40. Cozidos, os alimentos amolecem e se tornam mais fáceis de mastigar e engolir; podem ser comidos
  41. mais rapidamente; e a digestão é quase completa, com rendimento calórico praticamente total, pois as
  42. enzimas digestivas ganham acesso mais fácil ao alimento. Ou seja: consegue-se mais energia em menos
  43. tempo.
  44. Se não cozinhássemos, teríamos que passar mais de seis horas por dia mastigando para
  45. conseguirmos a energia necessária para manter cérebro e corpo. Ao invés disso, conseguimos em meros
  46. 10 minutos engolfar as 2 mil calorias necessárias para um dia: basta uma visita ao MacDonald's mais
  47. próximo - ou devorar de uma vez só um Panettone pequeno de 500 gramas (o que, francamente, é
  48. bastante fácil de fazer).

(Fonte: Texto adptado de: http://www.suzanaherculanohouzel.com/journal/2010/1/5/o-que-nos-torna-humanos-poder-se-entupir-de- panetone-real-e.html)

Considere as seguintes propostas de alteração.

I. Substituição de ‘ao largo de’ (l.01) por ‘por’.

II. Inserção de ‘totalmente’ antes da palavraincrementada’ (l.22).

III. Substituição de ‘dilaceram’ (l.34) por ‘comem’.

IV. Substituição de ‘engolfar’ (l.46) por ‘absorver’.

Quais causariam algum tipo de alteração semântica ou sintática ao contexto de ocorrência?

 

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1617008 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Considere as seguintes afirmações sobre as medidas preventivas básicas para o paciente diabético:

I. As estatinas são efetivas na prevenção primária e secundária de eventos cardiovasculares em pacientes diabéticos.

II. A terapia antiplaquetária é claramente benéfica em portadores de doença cardiovascular clínica, em especial na prevenção secundária.

III. A metformina reduz a incidência de infarto do miocárdio e possui maior evidência de benefício em pacientes diabéticos com sobrepeso.

Quais estão corretas?

 

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1617007 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Marque a afirmativa INCORRETA sobre a tuberculose.

 

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1617006 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Considere as seguintes afirmações sobre a desidratação:

I. A desidratação isotônica é a mais comum de todas as desidratações e geralmente decorre de vômitos e diarreias intensas.

II. A desidratação hipotônica é a mais grave de todas as desidratações, existindo diminuição de água e sódio, porém com perda excessiva de sódio em relação à perda hídrica.

III. A desidratação hipertônica apresenta perda de água maior que a de sódio e tem como principais causas a reposição com soluções hipertônicas, o diabetes insipidus e o uso de diuréticos osmóticos.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1617005 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Qual é o procedimento específico de escolha para o tratamento da fase aguda do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1617004 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

A forma mais comum de tétano é o

 

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Questão presente nas seguintes provas
1617003 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Marque a afirmativa INCORRETA sobre a pericardite.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1617002 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Considere as seguintes afirmações sobre os processos fisiopatológicos das causas mais comuns da incontinência urinária no adulto:

I. A incontinência urinária de esforço ocorre pelo fechamento incompleto do esfíncter da uretra, antecedendo algum movimento de esforço sem vontade prévia de urinar, na presença da contração do músculo detrusor.

II. A incontinência urinária de urgência é ocasionada principalmente pela contração involuntária pelo músculo detrusor, porém, a confirmação diagnóstica só ocorre com estudo urodinâmico.

III. Na incontinência urinária por extravasamento, a pressão intravesical é menor do que a pressão na uretra, mesmo quando o esfíncter está competente. Ocorre basicamente por dois mecanismos: obstrução no trato urinário abaixo da bexiga ou hipoatividade contrátil do músculo detrusor.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1617001 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: SES-RS
Provas:

Paciente com história de gastrectomia subtotal há 10 anos por úlcera gástrica, apresentando anemia macrocítica, leucopenia e plaquetopenia discretas. Como primeira hipótese diagnóstica para sua anemia, devemos considerar anemia

 

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