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1647012 Ano: 2009
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

No que diz respeito à organização dos serviços e das práticas de saúde, a integralidade, que é um termo polissêmico, caracteriza-se pela assimilação das práticas preventivas e das práticas assistenciais por um mesmo serviço.

 

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1647011 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

O objetivo atual da educação em saúde é o de transformar saberes existentes e, não, de informar para saúde; é buscar o desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade dos indivíduos no cuidado com a saúde mediante o desenvolvimento da compreensão da situação de saúde.

 

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1647010 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

Segundo o modelo dialógico, é necessário conhecer os indivíduos para os quais se destinam as ações de saúde, incluindo suas crenças, hábitos e papéis, e as condições objetivas em que vivem; é preciso, também, envolver os indivíduos nas ações, para, só depois de identificar suas crendices e preconceitos, reeducá-los, introduzindo-os nas práticas normalizadoras da educação em saúde.

 

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1647009 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

A manutenção do discurso da educação em saúde como prática exclusiva dos profissionais da área tem prejudicado sua eficácia, que será muito maior quando as atividades de educação em saúde forem incluídas entre as responsabilidades do Programa Saúde da Família (PSF).

 

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1647008 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

Em seus diferentes momentos históricos, os saberes e as práticas de educação em saúde foram impregnados por discurso sanitário subjacente e fizeram uso de estratégias comunicacionais coerentes com esses discursos. Por essa razão, encontram-se discursos e modelos tecnoassistenciais tão diferentes em seu desenvolvimento.

 

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1647007 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

As ações impositivas, características do discurso higienista, não podem ser abandonadas em virtude das ações negativas do discurso liberal.

 

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1647006 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

A emergência de um novo discurso no campo da educação em saúde, no Brasil, eliminou definitivamente as práticas educativas verticalizadas hegemônicas anteriores.

 

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1647005 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

O campo da educação em saúde tem sido, desde a década de 70 do século XX, profundamente repensado e se verifica um relativo distanciamento das ações impositivas características do discurso higienista. Paralelamente, há uma ampliação da compreensão sobre o processo saúde-doença, que, saindo da concepção restrita do biologicismo, passa a ser concebido como resultante da interrelação causal entre fatores sociais, econômicos e culturais. Nesse momento, as práticas pedagógicas persuasivas, a transmissão verticalizada de conhecimentos, refletindo no autoritarismo entre o educador e o educando, e a negação da subjetividade nos processos educativos são passíveis de questionamentos. É também nesse contexto que surge a preocupação com o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos, com a constituição de sujeitos sociais capazes de reivindicar seus interesses.

E. L. M. Smeke e N. L. S. Oliveira. Educação em saúde e concepções de sujeito. In: E. M. Vasconcelos (Org.). A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo: HUCITEC, 2001, p. 115-36 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens de 86 a 95, acerca da educação em saúde.

A educação em saúde, como prática, tem longa história, desde o século XVII com o controle sobre as populações urbanas, confundindo-se com as ligas de higiene.

 

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1647004 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

Julgue os seguintes itens à luz do compromisso social e ético do professor em uma perspectiva emancipatória.

A neutralidade da prática docente e da seleção de conteúdos a serem trabalhados é uma característica que direciona a organização do trabalho pedagógico.

 

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1647003 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SES-SE

Julgue os seguintes itens à luz do compromisso social e ético do professor em uma perspectiva emancipatória.

A apreensão das contradições existentes no cotidiano da escola e da sala de aula é um elemento fundamental para o professor direcionar o seu trabalho.

 

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