Foram encontradas 100 questões.
“Na rua, perguntou-lhes em tom misterioso:
– Onde poderemos falar à vontade?”
(Aluísio de Azevedo)
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima mantendo-se o mesmo sentido e com a pontuação correta.
– Onde poderemos falar à vontade?”
(Aluísio de Azevedo)
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima mantendo-se o mesmo sentido e com a pontuação correta.
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GAZO. Quase-morte. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-quase-morte/>.
A charge acima faz uma crítica a um aspecto da realidade contemporânea, que é o seguinte:
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“A discussão travada entre os participantes não tinha nada _______ com o tema proposto, pois estavam
mais _______ de defender opiniões pessoais do que de chegar a um consenso.”
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
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Assinale a alternativa em que o espaço em branco do enunciado pode ser preenchido corretamente
pelas duas formas apresentadas entre parênteses, de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que os elementos
preenchem corretamente os espaços em branco
abaixo, na mesma ordem:
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais confio nesta vida.
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais desconfio nesta vida.
- Prefiro que você seja feliz em sua carreira ___ que ganhe muito dinheiro nela.
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais confio nesta vida.
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais desconfio nesta vida.
- Prefiro que você seja feliz em sua carreira ___ que ganhe muito dinheiro nela.
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Assinale a alternativa em que o uso da crase é
facultativo, isto é, a frase que o espaço em branco
pode ser preenchido corretamente com “a” ou
“à”.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
se encontram grafadas corretamente.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brasileiro, profissão: poeta
De D. Pedro II ao mais obscuro dos
cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que
nunca tenha cometido, em segredo ou às claras,
o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas
dobras da remota mocidade. Em versos duros ou
de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o
soneto é sempre uma tentação para o brilhareco,
a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe
num soneto: graça e desgraça, comédia e
tragédia, amor e desamor, oração a Deus e
saudação à pátria.
É possível que a profissão de poeta ainda
não exista. É até possível que nunca venha a
existir como ofício remunerado, como meio de
vida. Nem por isso se pode garantir que nunca
será regulamentada, depois de legalmente criada,
ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de
decreto e de regulamento. Por que os poetas
estariam isentos da fúria legiferante? De resto,
mais de uma vez já se fez a tentativa de
enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que
em última análise significa estender a proteção
do poder público aos poetas.
Academias existem em todos os planos –
federal, estadual e municipal. Outras entidades
do gênero estão por toda parte, já que em parte
nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que
o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão
brasileiro que nunca perpetrou os seus versos.
Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo
menos tentaram os 14 versos a duras penas, até
fechá-los com chave de ouro ou com qualquer
outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos
como o Bentinho de Dom Casmurro. Como
acontece com frequência, o primeiro verso lhe
veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida
e pura”!
Seminarista, numa noite de insônia, o
próprio Bentinho não sabia como e por que lhe
saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se
impôs como o início de um soneto. Como em
tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma
ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia
não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era
mesmo bonito. A flor que abriria a primeira
estrofe de forma exclamativa tanto podia ser
Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou
qualquer outro conceito a que a metáfora
calhasse. (...)
RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do trecho acima apresenta pontuação correta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brasileiro, profissão: poeta
De D. Pedro II ao mais obscuro dos
cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que
nunca tenha cometido, em segredo ou às claras,
o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas
dobras da remota mocidade. Em versos duros ou
de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o
soneto é sempre uma tentação para o brilhareco,
a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe
num soneto: graça e desgraça, comédia e
tragédia, amor e desamor, oração a Deus e
saudação à pátria.
É possível que a profissão de poeta ainda
não exista. É até possível que nunca venha a
existir como ofício remunerado, como meio de
vida. Nem por isso se pode garantir que nunca
será regulamentada, depois de legalmente criada,
ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de
decreto e de regulamento. Por que os poetas
estariam isentos da fúria legiferante? De resto,
mais de uma vez já se fez a tentativa de
enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que
em última análise significa estender a proteção
do poder público aos poetas.
Academias existem em todos os planos –
federal, estadual e municipal. Outras entidades
do gênero estão por toda parte, já que em parte
nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que
o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão
brasileiro que nunca perpetrou os seus versos.
Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo
menos tentaram os 14 versos a duras penas, até
fechá-los com chave de ouro ou com qualquer
outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos
como o Bentinho de Dom Casmurro. Como
acontece com frequência, o primeiro verso lhe
veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida
e pura”!
Seminarista, numa noite de insônia, o
próprio Bentinho não sabia como e por que lhe
saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se
impôs como o início de um soneto. Como em
tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma
ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia
não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era
mesmo bonito. A flor que abriria a primeira
estrofe de forma exclamativa tanto podia ser
Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou
qualquer outro conceito a que a metáfora
calhasse. (...)
RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brasileiro, profissão: poeta
De D. Pedro II ao mais obscuro dos
cidadãos, é difícil encontrar um brasileiro que
nunca tenha cometido, em segredo ou às claras,
o seu poeminha lírico, ainda que perdido nas
dobras da remota mocidade. Em versos duros ou
de pé quebrado, sem inspiração e sem assunto, o
soneto é sempre uma tentação para o brilhareco,
a que não pode faltar a chave de ouro. Tudo cabe
num soneto: graça e desgraça, comédia e
tragédia, amor e desamor, oração a Deus e
saudação à pátria.
É possível que a profissão de poeta ainda
não exista. É até possível que nunca venha a
existir como ofício remunerado, como meio de
vida. Nem por isso se pode garantir que nunca
será regulamentada, depois de legalmente criada,
ou definida. Tudo entre nós é motivo de lei, de
decreto e de regulamento. Por que os poetas
estariam isentos da fúria legiferante? De resto,
mais de uma vez já se fez a tentativa de
enquadrar, estimular e proteger a poesia, o que
em última análise significa estender a proteção
do poder público aos poetas.
Academias existem em todos os planos –
federal, estadual e municipal. Outras entidades
do gênero estão por toda parte, já que em parte
nenhuma faltam os poetas. Há quem sustente que
o Brasil é a pátria da poesia. Raro seria o cidadão
brasileiro que nunca perpetrou os seus versos.
Milhares ousaram chegar até o soneto. Ou pelo
menos tentaram os 14 versos a duras penas, até
fechá-los com chave de ouro ou com qualquer
outra chave. Poucos terão sido tão mal sucedidos
como o Bentinho de Dom Casmurro. Como
acontece com frequência, o primeiro verso lhe
veio de graça: “Oh! flor do céu! oh! flor cândida
e pura”!
Seminarista, numa noite de insônia, o
próprio Bentinho não sabia como e por que lhe
saiu esse verso da cabeça. Decassílabo, logo se
impôs como o início de um soneto. Como em
tantos sonetos conhecidos, não havia aí uma
ideia, mas, sim, apenas uma exclamação. Podia
não significar nada, mas o autor lhe achou certa graça. Depois de repeti-lo, concluiu que era
mesmo bonito. A flor que abriria a primeira
estrofe de forma exclamativa tanto podia ser
Capitu, como a virtude, a poesia, a religião, ou
qualquer outro conceito a que a metáfora
calhasse. (...)
RESENDE, Otto Lara. Brasileiro, profissão: poeta. Portal da crônica brasileira. Disponível em<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/6146/brasileiroprofissao-poeta>.
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