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Mulher, 56 anos, hipertensa e com síndrome metabólica, apresenta dor torácica típica aos esforços há 6 meses. A angiotmografia coronaria mostra placas com obstruções inferiores a 50%. Teste ergométrico revelou depressão do segmento ST ≥ 1 mm em parede lateral aos 7 minutos de exercício.
Foi submetida a cateterismo diagnóstico com avaliação fisiológica invasiva:
• FFR = 0,88 (normal).
• CFR = 1,5 (reduzida).
• Índice de resistência microvascular (IMR) = 32 U (elevado).
• Teste de acetilcolina intracoronária: espasmo epicárdico ausente, porém redução > 90% do diâmetro microvascular com sintomas típicos e alterações isquêmicas no ECG.
Com base nesses achados e nos mecanismos fisiopatológicos da isquemia, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o diagnóstico mais provável e a abordagem terapêutica inicial mais apropriada.
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Homem de 63 anos, hipertenso e diabético, é submetido a avaliação invasiva da função coronariana durante cateterismo, após angina estável com cintilografia sugestiva de isquemia em parede anterior. O exame mostra estenose de 60% na artéria descendente anterior (DA) média, com fluxo TIMI 3. A reserva de fluxo coronariano (CFR) medida foi de 1,4, e o índice de resistência microvascular (IMR) foi normal.
Com base na fisiopatologia do fluxo coronário, qual das alternativas melhor explica o achado e seu significado clínico?
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Durante um procedimento de angiografia coronariana, observa-se oclusão total da artéria coronária direita (ACD) em seu terço proximal, com circulação colateral bem desenvolvida a partir da descendente anterior (DA). O paciente não apresenta sinais de infarto agudo e mantém fração de ejeção preservada.
Com base nos princípios de anatomia e fisiologia da circulação coronariana, assinale a alternativa que melhor explica o fenômeno descrito.
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Durante monitorização hemodinâmica em UTI, um paciente normovolêmico apresenta débito cardíaco de 5,0 L/min e pressão venosa central (PVC) de 5 mmHg. Após infusão rápida de 1 litro de solução salina isotônica, observa-se aumento transitório da PVC para 10 mmHg e elevação discreta do débito cardíaco para 5,3 L/min, com retorno da PVC para 6 mmHg após 10 minutos.
Considerando os princípios de fisiologia cardiovascular, assinale a alternativa que melhor explica o comportamento hemodinâmico observado.
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Durante uma avaliação hemodinâmica em repouso, um paciente apresenta os seguintes parâmetros:
• Frequência cardíaca: 75 bpm.
• Volume sistólico: 80 mL.
• Pressão arterial média: 90 mmHg.
• Pressão de oclusão pulmonar: 12 mmHg.
• Resistência vascular sistêmica: normal.
Após infusão endovenosa de 500 mL de solução salina isotônica, observa-se aumento discreto do volume sistólico para 88 mL, sem alteração significativa da frequência cardíaca ou da pressão arterial média.
Com base na fisiologia cardiovascular, assinale a alternativa que melhor explica o fenômeno observado.
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Durante um procedimento de cateterismo cardíaco direito em um paciente com dispneia, o hemodinamicista mede a pressão em diferentes câmaras e vasos. Observa os seguintes valores (em mmHg):
• Átrio direito: 8.
• Ventrículo direito: 35/8.
• Artéria pulmonar: 35/18 (média 25).
• Capilar pulmonar (pressão de oclusão): 18.
Com base na fisiologia cardiovascular normal, qual das alternativas a seguir melhor explica o significado fisiológico e anatômico da pressão capilar pulmonar (PCP)?
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Mulher, 65 anos, relata dispneia aos médios esforços e palpitações há 3 meses. Ao exame, apresenta ictus hiperdinâmico e discretamente deslocado para a esquerda. Na ausculta, identifica-se sopro holossistólico de alta frequência em foco mitral, com irradiação para axila, além de S3 suave. ECG mostra fibrilação atrial de início recente. O ecocardiograma realizado é compatível com insuficiência mitral primária degenerativa, com vena contracta de 0,8 cm, EROA 0,45 cm² e volume regurgitante 65 mL. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo é 62%, com diâmetro sistólico final do VE de 41 mm, volume de AE indexado 48 mL/m² e PSAP (Pressão Sistólica da Artéria Pulmonar) estimada em 56 mmHg. O cálculo de risco cirúrgico sugere baixo risco (1,8%), sem fragilidade clínica; há equipe experiente em plastia mitral disponível.
Qual é a conduta mais apropriada para essa paciente neste momento?
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Homem, 72 anos, portador de hipertensão arterial e dislipidemia, relata episódios de tontura e dispneia progressiva aos esforços. Ao exame físico, apresenta pulso arterial de baixa amplitude e ascensão lenta (parvus et tardus), além de ictus cordis sustentado. Na ausculta cardíaca, identificam-se sopro sistólico ejetivo, de timbre rude em foco aórtico, irradiado para as carótidas, que se estende até a segunda bulha, e sopro musical suave, audível no foco mitral, mais evidente em decúbito lateral esquerdo. Observa-se, ainda, desdobramento paradoxal da segunda bulha, melhor percebido na expiração.
Qual é a interpretação mais provável desse conjunto de achados?
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Homem, 58 anos, procura o ambulatório por dispneia leve aos esforços e palpitações ocasionais. Ao exame físico, a ausculta cardíaca revela sopro sistólico ejetivo de timbre rude em foco aórtico, irradiado para as carótidas, mais audível com o paciente sentado e com leve inclinação anterior do tronco. O ictus cordis encontra-se discreto, porém sustentado, e a segunda bulha apresenta-se hipofonética no foco aórtico.
Com base nesses achados, qual é o diagnóstico clínico mais provável?
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Durante o exame físico de um homem de 45 anos, sem sintomas cardiovasculares, o médico identifica o ictus cordis localizado no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular, com pequena amplitude, duração breve e não desviado. Na ausculta cardíaca, o ritmo é regular, sem sopros ou bulhas adicionais.
Com base nesses achados, qual das alternativas descreve a interpretação correta do exame?
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