Magna Concursos

Foram encontradas 721 questões.

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que, no trecho destacado do texto, a oração subordinada expressa circunstância de finalidade em relação à oração a que se subordina.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o seguinte segmento do texto: “Cinquenta anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado.” (linhas de 8 a 10).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa correta em relação a aspectos linguísticos do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula justifica-se por separar elementos em enumeração.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

O texto constitui uma proposta de reflexão crítica acerca

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para as questões de 1 a 7.


1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é

determinada por nosso sistema bioquímico, então a única

maneira de assegurar um contentamento duradouro é

4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento

econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:

para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos

7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que

começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta

anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo

10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o

bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da

população toma remédios psiquiátricos regularmente, não

13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas

também para enfrentar depressões mais corriqueiras e

melancolias ocasionais.

16 Um número crescente de crianças em idade escolar

toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de

crianças americanas tomaram medicamentos para o

19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino

Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para

786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar

22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente

saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o

desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e

25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o

problema está no sistema educacional, e não nas crianças.

Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e

28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser

atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes

lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez

31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É

interessante observar como esses argumentos evoluíram.

Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há

34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã-Bretanha

vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se

opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há

37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder

melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,

pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que

40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.


Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47-8 (com adaptações).

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso se substituísse

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em um evento do Sesc, havia 100 pessoas e nenhuma delas tinha mais de 90 anos de idade.
Considerando-se, nesse caso hipotético, que as idades das pessoas são números inteiros e positivos, é correto afirmar que, no evento,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Considerem-se como verdadeiras as proposições seguintes.

1) Ou Vanessa é médica, ou Luana não é secretária.

2) Se Carlos é professor, então Gabriel possui a mesma profissão que Luana.

3) Se Emilia é diretora, então Luana é secretária.

4) Se Gabriel é contador, então Vanessa não é médica.

5) Ou Carlos não é professor, ou Gabriel é nutricionista.

Sabendo-se que Carlos é professor e Luana não é secretária, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Deseja-se organizar uma prateleira com 9 livros distintos. Há 4 livros de terror, 3 de romance e 2de ficção. Sendo assim, é possível colocá-los, lado a lado, na mesma prateleira, de modo que livros de um mesmo assunto estejam agrupados, de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em uma visita ao teatro do Sesc, há 800 pessoas, das quais: 280 são homens; 400 são mulheres que já praticaram teatro; e 60 são homens que não praticaram teatro. Ao se escolher aleatoriamente uma pessoa, escolhe-se um homem. Sendo assim, a probabilidade de ele já ter praticado teatro é igual a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas