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Foram encontradas 40 questões.

999731 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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A Lei Nº 12319/2010 regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Libras. Assinale a alternativa que determina a atribuição de tal profissional.
 

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996780 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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Os NUMERAIS e as QUANTIDADES em Libras seguem a seguinte orientação:
 

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995193 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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Assinale a alternativa que NÃO faz parte das medidas para uso e difusão da Libras e da Língua Portuguesa para o acesso das pessoas surdas à educação, de acordo com o Decreto 5626/2005.
 

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992742 Ano: 2017
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
De acordo com o Manual de Gestão do Sistema Nacional de Emprego - SINE (MTPS - 1ª Edição – Brasília - março/2016), analise as proposições a seguir sobre a estrutura organizacional e o porte dos postos de atendimento:
I. Os postos de atendimento de pequeno porte são aqueles que realizam até 30 atendimentos diários. Para disponibilizarem um bom atendimento ao público, eles devem ter entre quatro e seis funcionários.
II. Os postos de atendimento de médio porte são aqueles, que, em geral, realizam mais de 30 e menos de 70 atendimentos por dia. Para disponibilizarem um bom atendimento ao público, eles devem ter entre quinze e vinte funcionários.
III. Dentre os funcionários necessários para um posto de atendimento de grande porte, é preciso um único coordenador operacional.
IV. Os postos de atendimento de grande porte são aqueles, que, em geral, realizam mais de 70 atendimentos por dia. Para disponibilizarem um bom atendimento ao público, eles devem contar com, pelo menos, 43 funcionários.
Está(ão) CORRETA(S)
 

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992657 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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A Direcionalidade em Libras, conforme apresentada por linguistas pesquisadores dessa Língua Brasileira de Sinais, pode ser identificada também como
 

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991897 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Releia o 8º parágrafo do Texto 1.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
A ideia principal, a que está a serviço dos propósitos do Texto 1, está sintetizada em:
 

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991526 Ano: 2017
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
De acordo com a Cartilha para a Orientação Profissional nos postos de atendimento do Sistema Nacional de Emprego - SINE (1ª Edição – Brasília - março/2016), sobre as qualidades básicas do profissional da Rede SINE, analise os itens a seguir:
I. Empatia e ética profissional
II. Estar atualizado no contexto de mercado de trabalho
III. Capacidade de ouvir o seu interlocutor e de relacionamento interpessoal
IV. Aptidão para reorientar o candidato que optou por emprego incompatível com seu perfil
Está(ão) CORRETO(S)
 

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991399 Ano: 2017
Disciplina: Libras
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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Sobre os Parâmetros da Libras e suas características, analise as afirmativas a seguir:
I. As configurações de mãos referem-se às formas que as mãos assumem na produção dos sinais.
II. As expressões faciais e/ou corporais constituem-se como elementos suprassegmentais da comunicação em Libras, expressando pensamentos e decodificando contextos.
III. Locação é a direção para a qual a palma da mão aponta na produção do sinal.
IV. Orientação da palma da mão é o lugar no corpo ou no espaço neutro, onde o sinal é articulado, podendo a mão tocar, ou não, alguma parte do corpo.
Estão CORRETAS
 

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989503 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Acerca das relações de sentido propostas para o emprego de certos termos no Texto 1, analise as afirmativas a seguir.
I. Em: “aquela senhora na janela (...) com o olhar em um profundo nada” (1º parágrafo), o autor pretendeu utilizar uma forma mais suave de expressar que a senhora em questão estava gravemente doente.
II. Quando o autor diz: “Fiquei desconjuntado depois dessa prosa.” (3º parágrafo), na verdade, ele emprega uma linguagem simples para indicar que, após uma conversa (com a mãe), ficou triste ou preocupado.
III. Em: “Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia (...) (5º parágrafo), as expressões destacadas devem ser lidas, respectivamente, como: “Não houve tempo (...)” e “Quase não (,,,)”.
IV. Em: “Então, não é simplesmente uma questão de „coisas da vida". Dá para ser diferente.” (9º parágrafo), o autor conclui seu texto defendendo a ideia de que não se deve encarar a difícil condição do idoso como „algo sem solução".
Estão CORRETAS:
 

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989487 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Acerca das relações sintático-semânticas propostas para enunciados destacados do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
 

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