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A Libras é o meio de interação da comunidade surda brasileira. É considerada língua natural, por compartilhar, uma série de características que lhe atribuem caráter linguístico. Os sinais podem ser definidos como icônicos e arbitrários.
Assinale a alternativa em que todas as palavras são expressadas por sinais arbitrários.
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1297197
Ano: 2017
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), observam-se situações nas quais o exercício do trabalho pelo adolescente é vedado. Assim, é vedado o trabalho
I. noturno, realizado entre as dezoito horas de um dia e as seis horas do dia seguinte.
II. realizado, sem a devida autorização dos pais, em locais prejudiciais à sua formação e ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social.
III. da capacitação profissional para a necessidade imediata do mercado de trabalho.
IV. realizado em horários e locais que não permitam a frequência, ao menos parcial, à escola.
Segundo esse Estatuto, são INCORRETAS as situações descritas em
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Analise as assertivas a seguir sobre as condições para que o trabalhador tenha direito à percepção do seguro-desemprego.
I. Ter sido dispensado sem justa causa ou por culpa recíproca.
II. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, relativos há, pelo menos, 12 (doze) meses nos últimos 18 (dezoito) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da primeira solicitação.
III. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, há, pelo menos, 9 (nove) meses nos últimos 12 (doze) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação.
IV. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada a cada um dos 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, da terceira solicitação do seguro-desemprego em diante.
Está(ão) CORRETA(S)
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Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Para uma leitura adequada do Texto 1, que considere também o gênero textual em que o texto se organiza, o leitor deve compreender que o seu autor tem como propósito primordial o de:
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Serviço, de acordo com Kotler (2000), é qualquer ato ou desempenho, essencialmente intangível, que uma parte pode oferecer à outra e que não resulta na propriedade de nada. O setor de serviços é muito variável: compreende desde a área governamental, como tribunais, hospitais, escolas, correios, etc, passando pelas organizações não governamentais (ONGs), como museus, igrejas, instituições de caridade, assim como a área empresarial por meio de bancos, hotéis, empresas de manutenção, etc.
Quando se trabalha com marketing de serviços, é INCORRETO afirmar que
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1044485
Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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Assinale a alternativa cujo procedimento NÃO se inclui na Responsabilidade Profissional, segundo o Código de Ética dos Tradutores e Intérpretes da Libras.
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Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
O Texto 1, como outros textos, é constituído de sequências textuais de tipologias diversas, que cumprem diferentes propósitos. Acerca da tipologia textual de cada segmento destacado, analise as afirmativas a seguir.
I. No segmento: “(...) a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada (...)” (1º parágrafo), o autor objetiva descrever a personagem, como indicam as sequências de localização (na janela) e as de qualificação (rosto já derretido).
II. O segmento: “Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano.” (3º parágrafo) é narrativo, como evidenciam a marcação do tempo e a sequência de fatos interligados.
III. Com o segmento: “Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.” (6º parágrafo), o autor deseja mostrar ações em andamento, e elabora, para tanto, sequências injuntivas.
IV. No trecho: “De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos.” (9º parágrafo), o autor introduz um segmento argumentativo, caracterizado por uma ideia de contraste: a sociedade trabalhar mais para que os velhos tenham menos momentos de angústia.
Estão CORRETAS, apenas:
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Um paciente relata: “Em todo canto que vou, até no ônibus, apreendo que as pessoas me olham de forma diferente e me julgam criticamente. Não duvido de que tramam minha morte e o fazem perversamente. Querem me transformar numa massa acefaloidungue”.
Tal relato corresponde a
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Sobre o conceito de cidadania, no sentido formal, analise as afirmativas abaixo:
I. Exercer a cidadania é estar em pleno gozo das disposições mentais, educacionais, sociais e econômicas.
II. A cidadania brasileira está ligada aos direitos e deveres dos cidadãos que estão definidos na Constituição do Brasil.
III. Para ter cidadania brasileira, a pessoa deve ter nascido em território brasileiro ou solicitar a sua naturalização em caso de estrangeiros.
IV. Os cidadãos de outros países que desejam adquirir a cidadania brasileira devem obedecer a todas as etapas requeridas para esse processo.
V. Uma pessoa pode ter direito à dupla cidadania, e isso significa que deve obedecer aos diretos e deveres dos países onde foi naturalizada.
Estão CORRETAS, apenas,
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Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Quanto a alguns elementos textuais que concorrem para o processo de coesão e coerência no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
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