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Foram encontradas 50 questões.

1953550 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

A implementação de uma política pública diz respeito às ações necessárias para tirá-la do papel e fazê-la funcionar na prática. Considerando os potenciais problemas de implementação que podem afetar as políticas públicas, assinale a opção correta.

 

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1953538 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Senado usa pressão da opinião pública para

votar pacote de segurança

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB – AL), admitiu que, sem a pressão da opinião pública por conta da onda de violência em São Paulo, Paraná, Bahia e Mato Grosso do Sul, os projetos que tratam de segurança pública poderiam continuar engavetados.

No entanto, a pressa para votar, em dois dias, mudanças na legislação penal recebeu críticas do ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça). Os integrantes da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) pretendem votar um rol de medidas que visam combater o crime organizado no País em dois dias, sendo que uma das propostas estava parada desde 2001. “Essa pressão da sociedade ajuda. Essa mobilização, essa cobrança ajuda a criar condições para aprovar essas medidas”, afirmou Calheiros.

Thomaz Bastos contestou. Ele classificou como “legislação de pânico” pacotes votados em momentos de crise e pediu cautela do Congresso Nacional ao tratar de mudanças na legislação penal.

Folha News, 16/5/2006 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando que a formação da agenda e a formulação de alternativas de políticas públicas são processos dinâmicos, assinale a opção correta.

 

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1953533 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Considerando os diferentes modelos de análise de políticas públicas, julgue os itens a seguir.

I O chamado modelo de escolha racional (ou modelo racional compreensivo) preconiza uma análise detalhada e abrangente das alternativas de política pública, garantindo mais agilidade e eficácia ao processo decisório, sem desconsiderar potenciais conflitos de interesse e poder entre os atores.

II O modelo incremental reconhece os limites da racionalidade técnica e busca adotar alternativas de modo gradual, assegurando acordos entre os interesses envolvidos.

III Uma das críticas ao modelo incremental diz respeito a seu viés conservador, que tende a dificultar a adoção de políticas inovadoras.

IV Os modelos racional e incremental podem ser combinados num modelo misto, que diferencia dois processos decisórios: um relativo a questões estruturantes e outro relativo a questões de caráter ordinário.

A quantidade de itens certos é igual a

 

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1953531 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Um elemento importante da análise de políticas públicas é o chamado “ciclo da política” ou “ciclo político” (policy cycle). Embora apresentem pequenas variações, tradicionais abordagens do ciclo político destacam as fases da formulação, da implementação e do controle de resultados. Com relação ao processo de política pública e suas fases, julgue os itens a seguir.

I Política pública é sinônimo de decisão política: ambas envolvem a alocação imperativa de valores e recursos.

II As fases de formulação e implementação da política pública são empiricamente distintas, inexistindo quaisquer sobreposições factuais ou temporais entre elas.

III Elementos simbólicos ou políticos, como prestígio ou poder, são capazes de influenciar as preferências dos atores envolvidos na fase de formulação da política pública.

IV O monitoramento da implementação permite identificar problemas e especificar medidas corretivas para saná-los, aumentando a probabilidade de uma política pública atingir os objetivos pretendidos.

Estão certos apenas os itens

 

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1953521 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

A implementação de uma política pública multiplica a complexidade do processo decisório e é determinante do sucesso ou fracasso da iniciativa. Acerca da implementação de políticas públicas, assinale a opção correta.

 

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1953510 Ano: 2006
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Diante de crescentes restrições fiscais — que limitam os investimentos públicos —, a captação de recursos tem ganhado espaço na agenda de governos estaduais e municipais. Acerca da captação de recursos, assinale a opção correta.

 

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1953503 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Notícia de jornal

1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.

10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.

Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.

Assinale a opção em que o sentido e a pontuação da reescrita de passagem do texto estão corretos.

 

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1953487 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Notícia de jornal

1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.

10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.

Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.

Assinale a opção incorreta com relação às idéias do texto.

 

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1953467 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Assinale a opção que apresenta erro de concordância.

 

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1953464 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SGA-AC

Notícia de jornal

1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.

10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.

Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.

Assinale a opção incorreta com respeito à tipologia textual.

 

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